Power Blogger: Ofertas, Funis de Marketing e Nichos de Mercado

Esta é a gravação de uma reunião privada de acompanhamento e desconstrução das ofertas e negócios de alguns membros da comunidade Power Bloggers da TRIBO.

Aqui falamos de tudo desde ofertas para o(s) Blog(s), a fazer funis de marketing, a definir e alcançar targets, audiências e nichos para melhorar os resultados, ter mais exposição e credibilidade, e fazer mais vendas.

Começa a Blogar♦ Esta é a transcrição

(Rui) – Ok, então vamos lá começar o nosso hangout. Olá Carlos. E olá Miguel Borges, vocês estão com vídeo ou estão… estão só com fotos, não estão? Ah não o Miguel está é muito quietinho. Pensava que o Miguel estava em foto, mas não está…

(Miguel) – Estou aqui, estou aqui também.

(Rui) – Ya ya ya, Miguel estavas estão quietinho que pensei que tivesses aí uma foto. Afinal estás em modo de vídeo.

Alrighty! Antes de mais, Carlos se tiveres alguma pergunta, alguma questão, algum comentário, vamos começar por aí.

(Carlos) – Não, não tenho assim agora… Tenho algumas dúvidas, mas tem haver com aquelas questões de ter uma oferta para pôr, fazer uns banners para ter uma oferta, como é que vou fazer? É a questão do ebook, ou uma oferta qualquer.

(Rui) – Ya, ya, ya fixe fixe.

(Carlos) – Que eu não tenho nada disso, não é?

(Miguel) – É uma boa, é uma boa ocasião para falarmos nisso hoje. Miguel tens alguma questão que queiras pôr? Não te estou a ouvir. Eu acho que estás a dizer coisas interessantíssimas, mas não te estou a ouvir, ok?

(Miguel) – É natural que não estivesses a ouvir, é natural. Bom dia aos dois.

Então eu tenho uma questão coincidentemente relacionada com esse tema, que é: como sabes eu estou a trabalhar dois nichos, associados a dois negócios, não é? Um ligado com terapias e outro ligado com centro de yoga, aulas de yoga. E estou a criar um magnet para cada um deles e comecei por criar uma pequena série de vídeos. No caso das terapias a falar sobre vida, sobre saúde, de uma forma muito lata e portanto, fiz ali um conjunto de 5 dicas simples relacionadas com conceitos base de vida. E no caso do yoga fiz um conjunto de 7 dicas para poder fazer alguma prática em casa.

Qual é a minha… qual é a minha dúvida? Depois de ver os vídeos, senti que o conteúdo deles por si pode não ser suficientemente apelativo. Ou seja pode não ser um magnet suficientemente forte. Vou dar um exemplo: as dicas que eu estou a dar para praticar yoga em casa, se for um aluno que queira praticar yoga num centro e não tenha espaço em casa nem condições para praticar, não quer saber daquilo para nada. O caso das terapias, se for uma pessoa que esteja à procura de algo com determinado valor, senti que aquilo pode ser curto.

Então o que é que pensei, e é esta a minha dúvida, o que é que pensei: em qualquer um dos dois, desenvolver um pouco mais o tema, embora os vídeos sejam interessantes e estão com algum texto, mas penso que posso desenvolver um pouco o tema e juntar um pequeno ebook, uma coisa resumida mas que seja, digamos, um complemento que torne aquele magnet mais interessante. Mas fiquei aqui com esta dúvida… pronto é só isso, é… Porque é, porque é nisto que eu tenho estado a trabalhar, como tu sabes.

(Rui) – Ya deixa-me fazer aí uma pergunta ou duas. O que tu estás a falar, isso acontece nos dois, não é? Achas que o magnet não é assim tão interessante, o conteúdo que estás a dar não é tão interessante para as pessoas que te interessam a ti, é isso?

(Miguel) – Pois, vamos falar especificamente de um caso. Sobre as aulas de yoga. O que me interessa é atrair ao meu blog pessoas que estejam interessadas sobre o tema de yoga, certo? Neste magnet, portanto esta série de 7 vídeos, são 7 pequenos vídeos a explicar: como é que se respira, como é que se relaxa, como é que se faz uma ante-flexão e uma retro-flexão, como é que se faz uma invertida, técnicas simples para começar a meditar, coisas que são úteis para qualquer pessoa que tenha pouca experiência, e esse é o target.

Só que aquilo que eu sinto é, depois de os ver e o que eu tenho vivido até aqui… o meu marketing a achar o que eu estou a produzir é muito bom, mas por vezes o que eu estou a produzir é muito bom para mim, não é muito bom para o meu potencial cliente. E estou a procurar fazer agora esse exercício e ser um bocadinho mais – ser bastante mais – exigente no sentido de ser interessante para o meu cliente. Não é para mim, não é? Porque senão andávamos aqui a alimentar ego e não a atrair clientes.

Então aquilo que me dá ideia tentando ver de fora é que estes 7 vídeos que produzi estão interessantes, se for para alguém que quer de facto praticar yoga em casa. Eu fiz um comentário com uma aluna que me disse logo na hora, (claro que é uma aluna que já pratica yoga comigo, já sabe o que é fazer aulas num centro, etc,) ela disse-me logo na hora: “Olha… Sim, mas isso não serve de nada, porque as pessoas não têm espaço para praticar aquilo em casa, nem têm condições, porque é o marido, porque é a família, porque é muito agitado e isso. A pessoa tem que praticar yoga é fora de casa.”

(Rui) – Ó Miguel desculpa, espera aí um bocadinho. Essa pessoa falou contigo não é do teu target. Portanto as opiniões dela não valem nada, ok?

(Miguel) – Não é do meu target, porque já está a…

(Rui) –  A ter aula, portanto não vás pelas opiniões dela, ok? Next!

(Miguel) – Exactamente, ok. Mas uma coisa que me ocorreu, por exemplo: um dos elementos úteis, porque que eu tenho que pensar no que me interessa atrair, neste momento o meu objetivo não é atrair…

Eu posso atrair dois tipos de pessoas: ou pessoas que querem de facto praticar yoga em casa e por outro lado pessoas que querem praticar yoga num centro. E eu neste momento estou a pensar em atrair pessoas que querem saber mais sobre yoga e que querem praticar aulas de yoga num centro. Ou seja, eu no futuro eu posso pensar em fazer um funil para atrair alunos de yoga online, não é?

(Rui) – Miguel, deixa-me te dizer aí uma coisa: as pessoas que querem praticar yoga num centro já estão a praticar yoga num centro, ok?

(Miguel) – Não, há… Mais ou menos… Mas é assim, é assim. As pessoas… é assim… Tu tens aí, tens aí dois… tens duas visões muito diferentes naquilo que estás a dizer. Muito diferentes, ok? Uma coisa é praticar yoga num centro, é um passo considerável.

Eu imagino isso como ir ao ginásio, ok? Eu não sei fazer exercício físico e não ia ao ginásio, porque eu não queria ir para o ginásio, ok? Porque era uma coisa que eu fazia por mim, fazia nas minhas calmas, e nas minhas cenas e coiso… E quando decidi ir ao ginásio eu tinha um plano de treino eu próprio, não percebo nada de treino. E quando fui ao ginásio eu disse assim: “Eu quero estes objectivos, é por isso é que eu venho aqui.” E o gajo, o treinador disse: “Está bem, vem aí.” E começou a fazer o que ele quis, esqueceu-se dos meus objectivos completamente, e fez o que ele muito bem entendeu. Claro e fez ele muito bem, porque não percebia nada daquilo que eu estava a dizer, não é? Mas o que me levou ao ginásio, quando eu entrei no ginásio foi mesmo porque eu senti que tinha que ir, porque eu por mim próprio não queria ir, achava que não era preciso.

(Rui) – Desculpa eu não te ouvi. Tu quando foste para o ginásio foi porquê?

(Miguel) – Foi porque eu precisava de ir, porque eu sozinho não estava a conseguir fazer as coisas.

(Rui) – Certo, ok.

(Miguel) – É óbvio que eu estava a fazer tudo errado. Eu não sabia.

(Rui) – Ok

(Miguel) – O que eu estava a fazer não era certo, mas eu não iria para o ginásio, ok?

(Rui) – Então, estou a focar nesta história, porque eu imagino que uma boa parte da tua audiência, o teu público que tu queres esteja aí, ok?

(Miguel) – Ok…

(Rui) – Independentemente de dois públicos.

(Miguel) – Ok, só pôr isto a carregar. Mas estou te a ouvir.

(Rui) – As pessoas que praticam yoga, e portanto ou praticam em casa, ou praticam no centro e pessoas que não praticam yoga mas querem começar a praticar, estás a ver?

(Miguel) – Pronto e eu estou… e eu, o meu target…

(Rui) – São coisas completamente diferentes.

(Miguel) – Pronto, mas o meu target, podem ser dois…

(Rui) – Pois, mas não é assim. Mas não é. Tu tens o teu nicho definido para as pessoas que não praticam e querem começar a praticar, é para isso que serve esse lead magnet.

Não precisas de seguir as pessoas. Deixa que elas te sigam a ti.

(Miguel) – Pronto: não praticam, querem começar a praticar, mas… O que eu quero no fundo, para já…

(Rui) – Tu queres que eles vão ao teu centro.

(Miguel) – Exactamente!

(Rui) – Tem calma! Tem calma, um lead magnet é só um lead magnet, não é uma venda, ok? É só lead magnet, ou seja, a implicação que a pessoa tem, o esforço que a pessoa tem que fazer, a decisão que a pessoa tem que tomar não é nenhuma. É só dizer ”eu quero receber este conteúdo” mais nada.

Então imagina, há muitas pessoas (e há, esse é o teu target) que pensam que gostariam de fazer yoga mas nunca fizeram. Mas também não têm o tempo nem o dinheiro, nem a disponibilidade agora para ir a um centro de yoga e começar a gastar duas ou três horas por dia nisso. Entre viagens e treino, estás a ver?

Há um espaço muito grande entre o desejo de começar e agora ir para um centro. Existe um espaço, um “gap” enorme, ok? Este “gap” é onde tu estás com esse lead magnet, ok?

É aqui, percebes?

Agora as pessoas que já estão a fazer yoga não são o teu target, esses já estão a fazer, seja num centro, seja sozinho, seja em grupo… Não importa esses já estão a fazer. Se este lead magnet é assim tão para principiante, então não é para essas pessoas. Mas há outras pessoas, que eu acredito que são a maioria, que têm a ideia de “Eu até gostava de fazer, mas não conheço ninguém, vivo fora de um centro”, por exemplo, não é? Apesar de viver fora de um centro já não ser muito interessante para ti.

Mas não tenho disponibilidade, se calhar é muito caro, epá se calhar isto, se calhar não tenho tempo, há muitos “se calhares” no meio que a pessoa põe. Só porque não tomou essa decisão a sério, porque se tivesse tomado até já tinha arranjado maneira, já arranjava o tempo e já arranjava o dinheiro, não é? Então essas pessoas que tu estás a atrair: as pessoas novas que têm o desejo.

Porque é que tu vais levá-los ao teu centro? A seguir! Não queiras fazer o trabalho todo do email marketing e tudo, não cabe tudo a contactos, ok? Não tens que fazer esse trabalho todo aí.

(Miguel) – Pois, sim. Então mas quer dizer… Eu sei que não tenho que fazer as vendas aí, mas resumindo esta é a tua leitura: o… este… estes vídeos enquanto lead magnet podem ser suficientes .

(Rui) – Sim aliás eu era capaz de fazer um lead magnet para yoga, e não percebo nada de yoga. Para essas pessoas, para pessoas que sabem tanto quanto eu, estás a ver?

(Miguel) – Ok então…

(Rui) – Imagina o nível, imagina o nível que é preciso ter, é preciso um nível muito baixo. Tu estavas a dizer coisas: “ensinar a respirar, princípios de meditação”. Oh meu, 90% da população é isso. Estás a ver?

(Miguel) – Ok

(Rui) – Depois daí, daí é que tu vais então começar a trabalhar para atrair as pessoas ao centro, aqueles que realmente começarem a fazerem lá alguma coisa em casa, aqueles que começarem a aproximar-se mais de ti, aqueles que estiverem na tua área geográfica, porque depois tu vais fazer coisas que tem haver com a área geográfica, não é? Para se deslocarem ao centro, porque é o teu negócio, não é?

(Miguel) – Sim, claro, claro…

(Rui) – Mas estás a buscar as pessoas onde elas estão, ou seja, no desejo. É daí que começa.

(Miguel) – Então agora, posso… deixa-me colocar-te outra questão que é… Então para mim, se para ti estiver fechado, para mim este sistema está fechado, ou seja a pergunta…

(Rui) – Há outra coisa que eu quero dizer, ok? Tu tens outro target natural que é das pessoas que já praticam yoga, não é?

(Miguel) – Certo, mas para quem este lead magnet não tem interesse.

(Rui) – Não serve para nada. Aliás eles nem se inscrevem, ok?

(Miguel) – Exactamente.

(Rui) – Se tu explicares o que é que as pessoas vão receber, estas pessoas não se inscrevem, porque eles não se interessam com isso.

(Miguel) – Mas quer dizer: eu para essas pessoas obviamente eu tenho muito conteúdo que posso produzir para essas pessoas, mas isso é um outro funil.

(Rui) – Tens um target diferente, um funil diferente, sim. Portanto as pessoas que já praticam yoga e que tu queres trazê-las para o teu centro, ok? Aí fazes um lead magnet diferente e uma lista diferente, estás a ver?

(Miguel) – Ok, então pronto. Então agora posso passar para outro tema do…

(Rui) – Força, força…

(Miguel) – Então pronto esta questão para mim está clara, e obrigado. Agora a outra questão é eu tenho, e essa é uma questão muito interessante, porque eu acho que isto se pode… acho que é uma questão que se aplica se calhar a muitos profissionais liberais e seguramente a muitas empresas que é: tenho o centro terapêutico e no centro terapêutico tenho perto de 30 tipos de intervenção diferentes, em terapias alternativas. E estou a fazer, procurei fazer um lead magnet que fosse abrangente, ou seja, essas 30 áreas de intervenção diferentes resumem-se assim imagino… números redondos se calhar umas 8. Então, 8 grandes blocos.

Eu penso depois mais à frente fazer um funil para cada um dos blocos. Imagina: reflexologia, ok eu posso fazer um funil específico sobre reflexologia para pessoas que estão à procura de reflexologia, e pode-se fazer um funil específico para pessoas que estão à procura de acupuntura, ou para pessoas estão à procura de biomagnetismo, por aí fora. Não interessa. Ou para massagem aeroibérica etc. Posso ter um funil específico para cada… para cada área.

Mas nesta fase eu trabalhei um lead magnet, procurei trabalhar um lead magnet que fosse suficientemente genérico e criei um conjunto de vídeos, que por um lado transmitem uma certa forma de estar, pelo background em que estão feitos, porque estão feitos em minha casa, transmitem uma… pronto algo também sobre mim. Mas mais uma vez olhando de fora para o lead magnet, eu sinto que aquilo tem relativamente pouco conteúdo. Ou seja fala sobre cuidados alimentares sem entrar em… sem dizer que a pessoa tem que se tornar isto ou aquilo. Fala sobre criar o ambiente adequado para o momento e dar a devida importância ao momento da refeição. Fala da questão o exercício, fala da questão das emoções e por aí fora.

Portanto tenho ali 5 temas que são simples, que são úteis para qualquer pessoa, a minha dúvida volta ao mesmo que é… É uma dúvida parecida com o outro caso que é: tenho a sensação que apesar dali ter alguns elementos interessantes, como os vídeos são vídeos de 2 minutos cada um, acaba por não ser muito… sinto que não tem muito conteúdo, principalmente tenho dúvidas se aquilo é suficiente para atrair o potencial cliente de terapias alternativas.

(Rui) – Ya. É assim… A malta das terapias alternativas, as pessoas que apreciam as terapias alternativas, tem uma característica comum que eu mais ou menos percebi, que é basta ter o nome terapias alternativas a pessoa já quer e já gosta, não importa o que é ok?

São muito assim. Tudo o que tiver a ver, se fazes reflexologia a pessoa fica logo com as orelhas no ar, a mesma pessoa que fica com as orelhas no ar se falares de fitoterapia ou se falares de outra qualquer do estilo, ok? E então as pessoas são atraídas pelo tema no seu todo, mais do que por coisas específicas. Por acaso acho que a tua opção foi boa de fazer uma coisa genérica que possa atrair essas pessoas todas.

Agora acho que era muito mais interessante, tu na tua abordagem, por exemplo passares uma revista por todas as terapias que tu tens no centro, ok? No teu lead magnet, o que já tens, já tens e está bom, não é? Se for conselhos genéricos e coisas assim, depois podes começar a falar por exemplo: “O que é a reflexologia? O que é a massagem aeroibérica? O que é o vegetarianismo?” Ou… não sei se é isso que… “O que é a medicina quântica?” O que é essas coisas todas, uma por uma, um videozinho sobre cada um. Porque é isso que tens no teu centro, não é?

E se calhar uma pessoa tem esse tipo de interesse mas se calhar nunca ouvi falar de massagem aeroiberica, nem sabe o que é. Olha eu não sei o que é, não é? Então, eu já ouvi mas não sei o que é. E… E reflexologia, há pessoas que sabem o que é e outras pessoas que não fazem a mais pequena ideia sequer que isso existe. E há possibilidade de terem o gosto por medicinas alternativas e de terapias alternativas.

Então se calhar podia ser uma boa ideia, somar aquilo que tu já tens e fazeres um videozinho sobre cada uma das terapias que tu tens no centro. A explicar o que é que é, ok? E pronto, e identificas sempre como sendo o centro tal tal tal, estás a ver?

(Miguel) – E diz me uma coisa mas o… Aí fazias… Tenho duas questões, uma: fazer um vídeo, portanto fazer um vídeo genérico, fica um vídeo muito grande porque é muita coisa.

(Rui) – É, faz um vídeo para cada uma das terapias, imagina que são 8, não é? Fazes um vídeo de 2 minutos sobre cada uma e metes isso no funil.

(Miguel) – Exactamente, ok…

(Rui) – Subscreve para receber uma coleção de vídeos sobre hábitos de saúde saudáveis, ou sobre medicina alternativa, o que for, não é? Pronto, não sei como é que tens isso posicionado, mas junto daquilo que tu já tens, a somar a esses 6 ou 7 ou 8 que tu já tens, fazes mais 8, um para cada terapia, por exemplo.

(Miguel) – Ok, ok…

(Rui) – Estás a introduzir a pessoa, logo já estás a dar informação relevante à pessoa, não é? Porque a maior parte das pessoas nem sequer sabem o que é, mas depois também estás a introduzir terapias que tens no centro. Fazer uma conexão mesmo durante o vídeo, fazer uma conexão de falares do centro. Deves falar do centro no vídeo, ok?

(Miguel) – Ok e portanto é aí… aí no fundo quando tu falas, quando tu… Eu estou a pensar agora em termos, em termos da comunicação do lead magnet. Quando tu fazes o design do ebook, por exemplo: ”recebe 5 vídeos sobre vida plena e 7 vídeos sobre medicinas alternativas ou terapias alternativas”, é isso?

(Rui) – Não, não não, mete uma coisa genérica, não é? Para já identifica em termos da comunicação tens que identificar a origem, e a origem é o centro. Como é que se chama o centro?

(Miguel) – Quantum Global Care

(Rui) – Ok, então em todo lado tem que estar sempre Quantum Global Care, ok? Constantemente em todo lado, em todos os vídeos… no blog, no lead magnet, nas capas de tudo, em todo lado, ok? Pronto.

Para perceberem a origem, de onde é que isso vem, ok? Que é, neste caso é o autor do conteúdo, não é? Ou então podes pôr o teu nome se quiseres fazer marketing pessoal teu nicho, pões Miguel Borges e depois sempre Quantum Global Care, ok?

Sempre, ok? Para estar sempre identificado. E depois em cada vídeo tem que estar identificado de onde é que vem. Tens que dizer ou deves dizer, ou é bom dizeres, no vídeo dizeres o nome, ok?

Por exemplo estás a falar de reflexologia, começa a falar de reflexologia, e claro tens isto no centro, então dizes assim olha as pessoas que… Quando estás a dar um exemplo… Por exemplo estás a dizer: “A reflexologia serve para isto e para aquilo e para aquilo…” depois podes mostrar os pontos nos pés e não sei quê, e dizes assim “Olha por exemplo este ponto aqui está ligado com este coiso…” Como sempre contas uma história, não é? A fulana tal apareceu no nosso centro, veio tinha esta situação depois aconteceu aquilo e passou a ter aquela situação”, ok? Até se tivesses depois a senhora para falar, melhor ainda, estás a ver?

Não te esqueças que o vídeo é sempre uma pré venda, não é? O que a gente faz no lead magnet não é só a informação, é fazer uma pré venda. É colocar a pessoa num mindset a dizer: “Epá, eu posso ter isto. Eu quero ter isto.” Estás a ver?

(Miguel) – Hmm, hmm…

(Rui) – Estou a dar exemplos, não é? Coisas que tu podes fazer. Mas ligar sempre a… quando vais puxar exemplos, exemplos são muito bons, são histórias não é? São muito bom, vais buscar sempre exemplos do Global Care, do Quantum Global Care que é a empresa, não é? É onde vão, ao centro…

(Miguel) – Ó Rui… Isso é fazer branding, não é?

(Rui) – É, é…

(Miguel) – Estar sempre a utilizar, a chamar o nome é uma forma de branding e…

(Rui) – Exactamente.

(Miguel) – Para a pessoa ir fixando o nome.

(Rui) – É, é isso mesmo. É uma das componentes. Quantas vezes, não sei se vocês já repararam nisto, mas eu estou sempre com muita atenção e acontece sempre, e claro eu faço isso também. Quando a gente está a falar, quando estamos a dar conteúdo, nós temos que estar com alguma regularidade a fazer referência aquilo que nós queremos vender.

(Miguel) – Sim, claro, claro…

(Rui) – Então imagina que eu estou a falar do… a forma de comunicar com as pessoas, a forma de reconhecer padrões de linguagem para nós podermos ser mais efetivos na comunicação, no blog, eu aprendi isso no Mass Influence Formula, eu estive lá e vi a gravação do Mass Influence Formula. Como é que a gente aprende a… a fazer, a fazer influência em larga escala e a… cumprindo os padrões de linguagem. E estes padrões de linguagem tem a haver com a gente estar a ouvir mais do que a gente está a falar, não é?

Então a gente ouve primeiro e depois copiamos aquele padrão de linguagem daquela pessoa, para depois a tomarmos na direção que a gente quer. Eu acabei agora de dar um bocadinho de formação e de referir um produto, estão a ver? E continuava a fazer. Portanto a gente tem que fazer assim, se a gente está a dar um conteúdo temos que referir o que é que a gente quer vender. Se eu estou a falar sobre o blog marketing, eu não… eu nunca nenhuma vez, alguma vez eu falei de blog marketing sem falar do Kalatú, não é?

(Miguel) – O quê? Outra vez, desculpa.

(Rui) – Eu nunca na minha vida falei de blog marketing, ou de ganhar dinheiro a blogar, ou coisas assim, sem falar do Kalatú. Sempre falo do Kalatú, não é?

(Miguel) – Sim, sim…

(Rui) – Todos os artigos, em todo lado, em todo o sitio onde eu falo de blog a palavra Kalatú tem que haver sempre lá, não? Que a gente está a dar conteúdo, mas claro estamos sempre a associar aquilo que a gente quer vender, aquilo que a gente está a dar, não é?

Neste caso, neste caso o lead magnet é espetáculo, é muito interessante, porque a pessoa subscreveu, a pessoa pediu para ser, para que lhes vendam, estás a ver? É como ouvir uma demonstração de um produto, ok? “Ah eu quero uma demonstração.” Ok? Então está a pedir: “Epá venham-me vender isso, convençam-me.” Estás a ver?

É como pedir amostras grátis: “Faz-me aí uma amostra grátis disso.” A pessoa foi: “Eu quero isso, eu quero comprar isso.” Se calhar é muito caro e então para mim agora, então não quero comprar, mas eu desejo isso. Então está a pedir amostras grátis, não é? Por exemplo: é como nós fazemos no lead magnet. O lead magnet é uma amostra grátis. Então para a pessoa perceber, essa pessoa pede é porque já quer, não é? E a seguir a gente vai vender, claro.

O lead magnet tem que estar armadilhado, completamente armadilhado. Tem que estar montado de toda a maneira, não é? Porque o lead magnet é, vai levar a pessoa à acção, é isso que a gente quer, que leve a pessoa à acção. Por exemplo o lead magnet deve ter, se for escrito, links para o blog, links para venda de produtos, para produtos que estás a vender, no teu caso pode ser para subscrição, pode ser para um bónus.

Imagina no lead magnet podes pôr um desconto de 90% num serviço qualquer. Epá é uma coisa louca, 90% um gajo pensa: “Este gajo é maluco. Tenho que aproveitar isto.” Então é fácil! A questão é ir vencendo as resistências da pessoa passo a passo.

O lead magnet serve para a pessoa dar um passinho pequeno, que não custa nada, a pessoa não tem que sair de casa, não tem que pagar nada, e então só tem que pôr o email. Isso é um passo, mas é um passo fácil, não é? Se a pessoa que tiver no nicho, é um passo fácil. A página de captura serve, aliás o anúncio serve para atrair as pessoas do nicho e afastar as outras, é um filtro. Depois vai para a página de captura e a página de captura serve para dividir as pessoas que tomam acção das pessoas que não fazem nada, ok? É outro filtro.

As pessoas que tomam a acção são aquelas que nós queremos, põem o email. Mas é uma coisa fácil, tem que ser fácil. Se for muito difícil logo à partida complica por exemplo se tu tiveres 3 campos para preencher no email: primeiro nome, último nome e email. Tens muito menos inscrições. Por cada campo baixa para aí 10% ou 15%, cada campo extra que tu pões. Se for além disso: puseres o telefone, baixa; se puseres a morada, baixa; se puseres o número de contribuinte, não tens ninguém.

É só para dizer… Então tem que ser lento, não é? O processo tem que ser lento. Não podes pedir muito, tens que pedir pouquinho de cada vez, não é? Então a pessoa pôs só o email, por exemplo, ou o primeiro nome e o email… O primeiro nome é interessante, porque para já é fácil, a pessoa facilmente põe o primeiro nome, apesar de realmente baixar as conversões, ok? Pôr só o email aumenta as conversões, ok? Mas é uma questão pessoal, cada um faz a sua opção. Eu experimentei de toda a maneira, ok? E realmente baixa aí uns 10%, 10 a 15%, se a gente puser mais campos.

Mas o primeiro nome é interessante, porque nós depois se queremos comunicar com a pessoa por email é muito interessante pôr o nome dela, o primeiro nome, tratar a pessoa pelo nome, ok? E então se baixarmos as conversões na página de captura, vamos aumentar as conversões no email marketing, ok? Porque temos mais essa ferramenta e isso é muito importante. Aparecer o nosso nome no campo do assunto  ou no texto, de repente comunica 3 vezes melhor, não é? E então é uma coisa muito positiva, que vale a pena ponderar isso, ok? Perder um bocadinho na captura e ganhar mais na conversão, vale a pena pensar nisso, ok?

Depois… o próprio lead magnet, aquilo que a gente dá, como a gente já teve a falar, claro tem que dar alguma informação. Não é preciso dizer muito. Não é preciso dizer tudo. Mas tem que dar informação interessante para esse público, ok? A pessoa não pode ir a um anúncio, clicar no anúncio a pensar que é uma coisa e chegar lá e ser outra, ok? Tem que ser aquilo que a pessoa esperava e um bocadinho mais do que aquilo que ela esperava, ok? Claro isso a gente não consegue dominar, a gente não consegue perceber bem o que é que a pessoa espera no início, porque a gente põe uma coisa e ela lê, e a gente não sabe o que é que ela ficou a perceber o que é que a gente disse, não é?

Então a gente diz: “3 técnicas fáceis para melhorar a tua saúde” e a pessoa está a morrer de cancro e vai lá ver, e afinal não curou, usou as 3 técnicas e não ficou boa, ok? E a gente nunca sabe as expectativas que as pessoas criam em cima daquilo que a gente diz, não é? Mas dentro do possível a gente mais ou menos deve prever, ok? E então o ebook, uma das boas formas de superar as expectativas, com o ebook ou com o lead magnet, é quando a pessoa subscreve para ter um lead magnet a gente dá-lhe um bónus, mas não é anunciado o bónus, ok? Não é anunciado, ok?

Então… Este é dos melhores formatos que eu já vi, por exemplo para a pessoa que acabou de subscrever, na página de agradecimento, na própria página de agradecimento pode estar um bónus, que a pessoa não estava à espera, ok? Pode ser, por exemplo um desconto de 60% numa terapia no teu centro, pode ser um ebook sobre 20 hábitos de saúde que a pessoa devia de ter, ou que não sabia… Qualquer coisa que a pessoa não estava a espera, a pessoa não se inscreveu por causa disso, ok? Mas pronto subscreveu, de repente: “Epá porreiro, já estão me a dar uma coisa extra.” Ok? Isso já supera as expectativas. Já estamos a dar um bom, já estamos a prestar uma coisa boa, isso na página de agradecimento.

Eu gosto muito deste formato: “O conteúdo que tu pediste está a ser enviado, está a ser preparado e vai ser enviado para o teu email nos próximos minutos” Ok? Que é para a pessoa não ir a correr logo para o email, que a gente sabe que pode demorar 5 minutos ou 10 minutos, não é? Então a pessoa revolve logo para o email.

Isto na página de agradecimento, a pessoa subscreve, faz ok, ficou na lista, e fica numa página, não é? Essa página é boa ideia dizer uma coisa deste estilo, ok? “Obrigado por teres subscrito, o teu conteúdo está a ser preparado neste momento e vamos enviá-lo para o teu email. Enquanto esperas… Só demora uns minutos, enquanto esperas tenho aqui um bónus especial para ti que te vai ajudar nisto, naquilo e naquilo.” E um link para a pessoa fazer download de um ebook sem precisar de se subscrever nem precisar de fazer nada, ok? Uma borla, não é?

Isso é muito interessante, a pessoa fica muito reassegurada de que fez uma coisa boa. Entretanto faz o download do ebook já se esqueceu de ir ver o email, começa a ler o ebook, passado um bocado vai ver o email e está lá aquilo que a pessoa pediu. Neste caso o primeiro vídeo da série, não é? Se for uma série de vídeos.

E então o que é que aconteceu neste processo? Não sei se vocês estão a ver, a visualizar, a pessoa deu um passinho e depois a gente, bumba bumba bumba, puxou puxou puxou e de repente já tem dois conteúdos nossos. Já está a ler um ebook, já tem um vídeo à espera no email e já tem duas coisas nossas para fazer ao mesmo tempo e… Ficou agarrada com alguma intensidade, não é?

Se for uma pessoa do nicho, se for uma pessoa do nicho. Então na realidade esse lead magnet… isto é o que eu recomendo como uma coisa que já funciona muito bem. Cria uma conexão imediata muito forte, ok? Não quer dizer que se tenha que fazer assim, ok? Pode-se fazer de forma, num formato mais simples que é: a pessoa subscreveu foi a uma página de agradecimento e depois começa a receber as coisas, não é? Não tem mal nenhum, mas pôr um bónus no meio é muito interessante, muito interessante.

Se estiveres a fazer venda de um produto, podes por exemplo fazer uma.. se for um produto digital é fácil, até podes fazer produtos com por exemplo 90% agora, se comprares agora. Custava… Se for um produto digital é fácil, custava 100€ agora passa, agora neste momento custa 9,90€, ok? Se comprares agora, ok? E com um botão para dizer sim ou para dizer não, não é? Se a pessoa disser que sim, compra e já está. E fizeste uma venda logo na captura. eu fiz isso uma vez com um produto, com o SIM. Epá vendi para aí, talvez uns 700€ num mês assim. Enquanto gerava contactos fazia vendas daquilo. Custava 37€ e eu vendia por 17€ ou uma coisa assim, fiz montes de dinheiro nisso. Na captura, logo a seguir à captura como bónus, não é?

Se a pessoa… Há pessoas que exageram um bocado nisso, não é? Porque depois se a pessoa comprar, faz upsell. Comprou um, agora a seguir vai tentar vender outro mais caro, depois vender outro mais caro, não é? Se a pessoa não comprar, quem clica no “Não, não quero comprar agora.” e faz downsell, então oferece-lhe uma coisa muito mais barata, tipo 1€, estás a ver? Ou 2€? Para quê? Para pôr a pessoa a comprar, para pôr a pessoa num modo de pôr o cartão, estás a ver?

Mas isto são tudo coisas que a gente pode não fazer, ok? Aliás não recomendo que a gente, nenhum de nós que aqui está faça, porque… Mas é só para a gente saber que existe e que funciona também, ok? Só para a gente ter uma ideia do que é que se pode fazer. Todos estes modelos funcionam bem, mas não recomendo que façam porque não têm material, não têm conteúdo para isso.

O que nós temos é o blog de 25$, não podemos fazer desconto, não é? Podemos usar os descontos que a Empower já tem, se quisermos pôr aqui. Mas depois a sequência de upsell, fica difícil, porque passa para 100$, para 500$, já fica complicado vender dessa forma, não é? Então já não dá, já tem que ser feito noutro formato.

Mas isto de uma forma genérica para outros negócios pode ser interessante, ok? Perceber que se pode fazer vendas logo na captura, ou pelo menos envolver mais a pessoa oferecendo mais alguma coisa grátis, ok? É muito interessante isto, mesmo muito interessante.

Eu faço isso com muita regularidade e funciona muito bem, muito bem. A malta aprecia muito, tenho tido um feedback muito positivo disso, tens uma conexão imediata bastante mais forte, em relação à acção que a pessoa tomou, ok?

Ok, Miguel mais alguma questão?

Estás despachado, fixe!

Olá António, olá Milú, bom dia! Vocês já estão aí à muito tempo, não é? Eu já vos vi, mas pronto… Então estou a dizer bom dia agora.

(António) – Bom dia, como estás?

(Rui) – Ok, hoje o que estamos a falar, estamos a falar de lead magnets e de funis, pode ser um bocadinho avançado para vocês. Vocês estão num ponto um bocadinho mais… mais atrasado em relação à produção, à produção disso. Mas já percebem tudo aquilo que a gente está a dizer e já sabem bem como é que é. Pronto, nada disto é estranho, vocês já o fazem, não é? Portanto é fixe…

(António) – Claro, claro e é sempre agradável estar a ouvir.

(Rui) – Ya, ya, ya… Não, é fixe, é fixe. Portanto é bom, é bom para vocês também ouvirem e claro, e se tiveres dúvidas pergunta, ok?

(António) – Ok, ok…

(Rui) – Opiniões a dar, e dúvidas perguntas, tal e qual, ok?

(Carlos) – Eu gostava de perceber…

(Rui) – Vamos lá.

(Carlos) – Gostava de fazer uma pergunta na sequência daquilo de… que o Miguel estava a falar. Eu não sei se eu percebi, o Miguel… está a fazer aqui um feedback, não sei se…

(Rui) – Não percebi desculpa.

(Carlos) – Está a fazer um feedback. Estou a falar e estou a ouvir-me.

(Rui) – Desculpa sou eu, sou eu que tenho isto aqui ligado. Vá fala lá, fala lá…

(Carlos) – Ah ok. Então o Miguel estava a falar que… portanto pelo que eu percebi, não é? Um dos objectivos dele é levar clientes ao seu centro, não é? Isso é um funil que estás a falar, no entanto tu também tens… tens o negócio da Empower, portanto parto do princípio que é um funil diferente. Agora a tua abordagem para essas pessoas é dentro daquele contexto do yoga, ou estás a utilizar outras coisas?

Porque o que eu quero perceber é: como é que tu depois fazes a ponte de uma coisa para a outra?

Porque são coisas que… no fundo o teu público, o teu nicho de mercado, não sei se é o mesmo, se estás a fazer o mesmo público ou… Portanto gostava que esclarecesses isso para eu perceber depois como é que tu consegues, como é que se pode fazer a ponte do teu nicho natural, para aquele objetivo de negócio… o negócio, que o do centro eu percebi, pronto, queres pôr lá público, queres pôr clientes é uma coisa clara. Agora como é que fazes com… em relação ao negócio?

(Miguel) – Ok, eu vou comentar para depois o Rui comentar se quiser. Vou-te dizer aquilo que eu estou a pensar agora, ok? O que eu estou a pensar é atrair para uma página de fãs de pessoas que gostam de yoga e para um funil de marketing para pessoas que gostam de yoga e querem começar a trabalhar, a praticar, como o Rui estava a falar, usando esse primeiro nicho.

E depois numa fase seguinte como o Rui falou, usar outros nichos que é os alunos que já estão a praticar mas que podem eventualmente mudar de centro, ou estão praticar em casa e querem passar a praticar num centro. Portanto estamos sempre seja num nicho, seja noutro, estamos sempre a falar de alunos de yoga, meu nicho natural e mais transversais para atrair também, para trabalhar pessoas dentro deste nicho.

No caso das terapias é a mesma coisa, estamos a atrair também clientes para aquilo que é também um nicho natural. O que é que eu estou a fazer com isto? Estou a trabalhar nos dois nichos, estou a trabalhar conteúdos para pessoas, ou seja, conteúdos que em qualquer um deles são o meu nicho absolutamente natural, coisas que eu amo, que eu adoro falar, que eu gosto de fazer etc.

O que é que eu penso agora neste instante, o que é que eu tenho claro neste instante é: todas estas pessoas, porque são seres humanos e vivem no mesmo planeta que eu, precisam de ganhar dinheiro. Eu neste momento, isto é agora neste instante, neste momento não estou a preocupado em vender serviços online, vender produtos digitais, etc. Neste preciso instante estou preocupado em montar esta atração para que as pessoas se cheguem a mim, porque gostam do mesmo que eu gosto.

O que eu acredito é que este trabalho, que eu nunca fiz desta maneira, o que eu acredito é que este trabalho, atraindo a mim as pessoas que são em alguma área da vida parecidas comigo, um dia quando elas cá tiverem mais próximas de mim, vai ser muito simples elas saberem melhor o que eu faço e saber que eu também faço marketing digital.

Uma das coisas que eu penso é, dois exemplos: a partir do momento em que eu consiga atrair pessoas, clientes, e que eu vou conseguir obviamente, não tenho dúvida nenhuma disso, que eu consiga atrair clientes para o meu centro de yoga, eu vou ter uma quantidade incrível de pessoas que têm centros de yoga e que não ganham o dinheiro suficiente para comer. Porque a maior parte dos professores de yoga são tesos, não têm dinheiro, a maior parte senão digo… se não forem 100% é a maior parte.

Eu na altura que estava com, geria mais de 100 centros, eu era a única pessoa que ganhava muito dinheiro a dar aulas de yoga. Não havia mais ninguém. Os que ganhavam bastante dinheiro, ganhavam mais ou menos 10 vezes menos do que eu. E portanto eu só conheço a realidade financeira dos professores de yoga. O que significa que a partir do momento em que eu consiga atrair alunos ao meu centro, eu tenho uma forma de ensinar qualquer professor de yoga a atrair alunos para si ou para o seu centro. E isto aplica-se exatamente da mesma proporção aos profissionais que têm, que são profissionais de terapias alternativas, ou que têm centros de terapias alternativas.

Dou-te um exemplo: estão a ser regulamentadas terapias alternativas, são 7 ou 8 terapias alternativas que neste momento estão regulamentadas, destas se nós virmos aquelas que eu tenho no meu centro, só duas delas é que estão regulamentadas, as outras todas não estão. O que é que significa? Significa que são legais sim, mas não têm a regulamentação e isto faz com que haja uma quantidade incrível de pessoas que ou são terapeutas, são profissionais liberais que trabalham para algum sítio que precisam de atrair clientes e têm muita dificuldade em atraí-los, ou pessoas que têm centros de terapias alternativas que têm dificuldade em atrair clientes, que a partir do momento em que eu atraia clientes ao meu, eu tenho aí um outro nicho que é… ou terapeutas ou pessoas que têm centros de terapias.

E aí posso dizer que tenho uma forma dos ensinar a fazer o mesmo que eu fiz comigo, e aí vou atrai-las para o negócio da Empower, não para vem ganhar dinheiro, mas sim: “Olha faz o que eu faço, ganhando muito dinheiro a fazeres aquilo que eu faço, que tu também gostas de fazer.”

Esta é a leitura que eu tenho neste momento e tenho consciência que isto dá bastante trabalho sim, mas tenho consciência que dá bastante trabalho a fazer um trabalho que eu… que eu adoro. Rui não sei se queres comentar.

(Rui) – Não, tu, tu disseste, não é? É exatamente isso. Nós temos estado a fazer… fizemos em Junho… Julho uma experiênciazinha com empresas, fizemos um evento, uma reunião, tivemos 6 ou 7 empresas convidadas. E fizemos uma apresentação de Internet Marketing, foi o que nós fizemos, não é?

E o contexto para empresas, exatamente este que o Miguel acabou de falar, ok? Pôr a informação que nós temos e aquilo que nós sabemos de Internet Marketing ao serviço de empresas. Claro numa linguagem empresarial, não é o nicho do dinheiro, não é o nicho do trabalho a partir de casa, é o nicho das empresas querem ganhar, ter mais clientes e reduzir custos, então fizemos uma experiênciazinha.

Correu muito bem, mas o contexto é o uso dos produtos, é ter clientes para os produtos. É esse o contexto. Aquilo que o Miguel está a fazer, que iniciámos nessa altura, para já começar a criar uma prova social dentro do nicho dele que é de empresas. Que é “tenho uma empresa deste nicho, neste sector, pondo em prática o que eu aprendi aqui, nesta comunidade…” temos uma comunidade de marketers, ok? “Eu enquanto empresário pertenço a esta comunidade de marketers e o que eu aprendi nesta comunidade está a fazer isto pelo meu negócio, aliás pelos meus 2 negócios…” ok?

Marcas devem tornar-se arquitetos de comunidades. Simon Mainwaring

Isso é prova social para ele, para ele poder trazer outros empresários, neste caso das suas relações, não é? Que são… são ou terapeutas… neste caso já tens terapeutas, por exemplo. Miguel seria muito interessante os teus terapeutas terem eles próprios os seus próprios blogs e eles próprios fazerem o seu próprio trabalho, ok?

(Miguel) – Sim, sim, estamos a trabalhar nisso também estamos…

(Rui) – Exactamente, isso é… isso é o passo natural, não é? Portanto vais inscrever essa gente toda, vais pôr essa gente toda a criar uma comunidade, já trabalham juntos, não é? Em algum ponto do processo, em termos práticos das terapias, mas podem trabalhar juntos em termos do marketing e poderem-se ajudar uns aos outros, em termos do marketing. Criar aí uma network de profissionais, mas a mesma coisa em relação a empresas.

A passagem… Carlos isto para te responder a ti. Neste contexto, a passar… a ponte, a tal ponte entre o negócio tradicional e negócio de marketing da Empower, não é nenhuma, não é preciso fazer ponte nenhuma, não existe ponte, ok? O que existe é nós temos o negócio para eles comprarem, nós temos formação para eles comprarem, temos um sistema para eles aprenderem, para eles comprarem…

(Carlos) – Ó Rui, mas há pessoas… há pessoas…

(Rui) – Espera, espera… Espera Carlos desculpa. Ainda não terminei. Uma coisa diferente… A pessoa particular, o dono da empresa em particular, ou alguém da empresa em particular, que quer ele próprio ser afiliado da Empower, quer ganhar dinheiro a partir de casa. Isso é uma coisa completamente diferente, ok? E isso vem no contexto, como o Miguel está a fazer, vem no contexto da relação que eles vão criar uns com os outros. É daí que vem, ou seja é mercado quente, estás a ver? Esta é a leitura que eu faço do que o Miguel está a fazer, não quer dizer que seja assim que se faça… Diz lá Carlos.

(Carlos) – É porque muitas pessoas que entram no nosso, na nossa comunidade, não é? E das coisas que eles ouvem falar, e eu ouvi também e acho fantástico, é fazer aquilo que nós gostamos, não é? E há pessoas que gostam de culinária, pessoas que gostam de… pronto vários temas, que muitas vezes não estão… Depois é aquela dificuldade: como relacionar o seu tema com… com o negócio? Como é que começas a vender produtos digitais para pessoas que gostam de culinária? É assim, eu até sei como é que se faz, mas eu gostava que tu falasses para reforçar essa ideia, estás a perceber?

(Rui) – Ok, é assim, isso é diferente do que o Miguel está a fazer, não é a mesma coisa, não é? É a mesma coisa do ponto de vista particular dele, porque ele gosta de yoga. Imagina que ele não tinha nenhum centro terapêutico, não tinha nenhum negócio relacionado com o yoga, era só um hobby, ok? Então claro ele podia fazer o seu blog sobre yoga e ganhar dinheiro com isso, não é? Como outra pessoa pode gostar de caça e pesca… sei lá, a minha malta aqui em casa gosta de sustentabilidade social e ecologia, e essas cenas então cada um tem os seus gostos, não é?

Eu estou muito focado nisso. Eu tenho um funil inteiro a falar sobre isso, a falar de blog… fazes o que gostas, bloga sobre isso e ganha dinheiro, ok? E ouvimos falar disso desde o primeiro dia da Empower. Os 3 pontos,   passos simples é: bloga todos os dias, fala com outras pessoas e ganha dinheiro, não é? E tem sido muito este tema de blogar sobre o que tu gostas, vive a tua paixão, “cash in your passion”, não é?

Mas isto é tudo uma frase bonita na cabeça, na prática nunca ninguém o fez no nosso grupo. E as pessoas que o fizeram fora do nosso grupo, que eu tenha conhecimento, poucas tiveram sucesso grande, ok? Mas há aquelas que o tiveram, tiveram um sucesso mesmo muito grande, ok? Estou me a lembrar do Justin Verengia por exemplo. Que ele está-se  borrifando para tudo, não está porque ele é muito inteligente, mas realmente foca-se naquilo que ele gosta… que ele gosta, faz o que gosta, obviamente, não é? Apesar de serem coisas estranhas, não é? Quando começa a… quando ele começa a falar de extraterrestres, começa a ficar a coisa um bocadinho difusa, mas ele faz e já ganhou quase 2 milhões de dólares com isto.

Então para dizer que eu pessoalmente, eu estou muito focado em criar um modelo que funcione para todas as pessoas independentemente do tipo conteúdo que colocam lá. Por isso é que nós estamos aqui, aqui nos Power Bloggers. Porque nós temos pessoas, algumas estão agora aqui, como o caso do Miguel, o António e a Milú já estão a trabalhar nisso.

O António… A Milú gosta de fotografia e gosta de cosmética. O António gosta de artes marciais, nomeadamente Karaté. Eles estão a avançar nessa direção, para blogarem acerca desses dois assuntos, ou nesse caso esses três assuntos, não é? Incluindo até criaram blogs específicos para isso, mas é uma… é um exemplo que está aqui.

Aqui em casa tenho a malta aqui a… a fazer exactamente o mesmo, ok? A primeira coisa que a gente fez foi: ” O que é que tu queres? O que é que tu gostas? Qual é a tua mensagem? O que é que tu queres transmitir? O que é que te dá gozo falar?” E todos estão a fazer isso, ok? Eu próprio faço isso. O meu irmão está a fazer isso, ele gosta de jornalismo, ele é jornalista, reporter de imagem, tem um blog chamado Repórter ENG, pá que é um espetáculo de um blog. Realmente sobre jornalismo e sobre a atualidade, não é? Ele está a começar a fazer, começou a fazê-lo há pouco tempo, há um mês, há um mês…? Há uns 15 dias mais ou menos que ele tem a coisa montada, não é? Já tem funis de marketing e tudo, não é?

Então como é que isso se faz? Na realidade não é muito complicado, porque… nós podemos falar acerca do que nós queremos e como disse o Miguel, todas as pessoas têm desejos. Não há ninguém que goste de culinária que não goste também de outras coisas.

E então se eu estou a falar… estás a falar do exemplo da culinária, o tema da culinária é muito interessante, porque eu posso estar a falar sobre culinária, sobre receitas de cozinha e sobre ingredientes, e sobre produtos gourmet… Porque a pessoa que gosta de culinária, não é receitas, ok?

  • Vai fazer reviews de restaurantes,
  • vai ao restaurante e come lá, e dá uma opinião,
  • vai procurar ver onde é que estão os melhores ingredientes,
  • onde está a carne xpto, onde é que está kobe, se é que consegues encontrar,
  • onde é que está a alcatra não sei das quantas,
  • onde é que está os cogumelos não sei do quê…

Isto é um blog sobre gastronomia, não é? E sobre a culinária. Imagina uma pessoa que goste deste tipo de assuntos, os vídeos onde é que eles estão? Vai aos sítios, a pessoa vai aos sítios e fala com os produtores, e fala com os donos, e faz provas, estás a ver? Porquê?

Imagina que a pessoa gosta desse tipo de coisas, não é… Quando a gente diz uma paixão, uma paixão não é uma coisa que a pessoa vive em casa isolada do mundo. Uma paixão é uma coisa que a pessoa faz, não é?

A culinária por exemplo, não é estar a fazer receitas, claro um… pode ser um site a falar de receitas. Pode ser, mas também pode não ser. Pode ser muito mais interessante do que isso ainda, não é? Se passarem aí para os ingredientes melhor ainda! E se passarem aí para a origem dos ingredientes melhor ainda, não é? Então há um mundo enorme a explorar.

O que acontece que a pessoa que faz isso, e não te esqueças faz isso é um hobby que a pessoa quer transformar em profissão, certo? A pessoa quer transformar o seu hobby em profissão.

Eu quero ganhar dinheiro, eu quero ganhar a minha vida vivendo da Internet, transformar a culinária no meu modo de vida, em que eu ganho o dinheiro com o meu blog, ou seja, tenho que encarar isso como uma profissão. O meu hobby passa a ser uma profissão, ou seja eu preciso de dedicar ao meu hobby a criatividade, o valor acrescentado, a interação com as pessoas, que qualquer pessoa tem que criar no seu próprio blog.

Então tem que aprender. Porque é que, pessoas que falam sobre culinária não têm sucesso nenhum num negócio de marketing digital? Porque não o fazem, põem receitas e pronto. E acham que com isso vão atrair pessoas.

Não vale nada, não têm lead magnet nenhum, não dão valor acrescentado nenhum, não envolvem as pessoas de maneira nenhuma, os leitores, não é? Os leitores não são convidados a participar, não… não dão opinião, como sempre… guest blogging, chamar… envolver pessoas de autoridade no blog, sei lá chamar um cozinheiro conhecido para participar no blog, coisas…

Isto é o que faz um profissional do blog, não é? Então a pessoa é blogger, o facto de ser blogger profissional, o blog e ser blogger é um instrumento.

É como a música, a guitarra é um instrumento. Eu tenho a música na minha cabeça, ok? A minha paixão é a música, ok? Eu adoro música, ok? Mas o instrumento que eu escolhi foi a guitarra, então eu tenho que me tornar um guitarrista, ok? Tenho que praticar a mecânica da guitarra, não é igual tocar guitarra ou tocar violino, não é? Então se eu adoro culinária, é como gostar de música, ok?

Agora qual foi o instrumento que eu escolhi para ganhar a vida na culinária? Um blog. Eu podia ter montado um restaurante, podia ter feito uma empresa de catering, estão a ver? Podia ter feito muitas coisas, mas não escolhi um blog. Ok, então tenho que me tornar num profissional do blog, um blogger profissional, conhecendo o que é que é o blog marketing, que é isso que nós estamos aqui a fazer. Então preciso pegar nisso…

Imagina que tens uma pessoa nessas circunstâncias, imagina sobre a culinária. Essa pessoa tem que saber isto tudo o que a gente está aqui a dizer:

  • sobre a criação de valor, a estrutura do blog como é que tem que estar,
  • eu tenho que atrair pessoas para o blog, para a paixão que tenho, não é?
  • Tenho que ter funis que falem da culinária, com certeza que sim, mas também podem fazer funis que falem de ganhar dinheiro com um blog, ganhar dinheiro com a sua paixão.

Porque entretanto uma pessoa lá que gosta de culinária, afinal também é caçador ou pescador, ou o marido é caçador, ou o primo gosta de desporto… desportos aquáticos. E num instante a gente percebe, a gente vende o conceito, ok?

O que nós vendemos é: “Usa este modelo, eu sou profissional neste modelo, eu sou blogger, eu gosto…

Eu pessoalmente gosto de desenvolvimento pessoal e dinheiro, ok? As duas coisas, ok? Dinheiro envolve empreendedorismo, envolve abundância, envolve negócios, portanto tudo tem a haver com dinheiro, e a parte do desenvolvimento pessoal. Eu gosto destas duas coisas e tudo aquilo que eu escrevo no meu blog tem a haver com uma destas duas coisas, não é? Ou tem a haver com marketing, ou tem a haver com empreendedorismo, essas coisas, ou tem haver com dinheiro. É o que eu gosto. E então todos os funis que eu faço tem a haver com isso, mas também tenho funis que falam do blog, do blog… da profissão de blogger como um veículo para eu expressar a minha paixão, porque eu gosto, não é?

Este modelo toda a gente pode usar. Portanto quem tem um blog Kalatú, quem está na Empower, além de poder fazer o que os outros blogs todos fazem, tem uma comunidade como nós temos aqui, que ensina estas coisas todas.

Eu gostava de ver o WordPress ou o Blogspot ou o Sapo organizarem núcleos de trabalho para, como nós temos aqui, ensinar as pessoas a blogar e a ganhar dinheiro. E claro não fazem nada disso, por isso é que o nosso é melhor que os outros todos, porque a gente tem esta comunidade.

Mas é neste contexto ó Carlos, a pessoa precisa de criar bom conteúdo no seu blog acerca seja do que for, vai criando autoridade com isso, mas precisa sempre de ter a indicação de que… desta figura do ganhar dinheiro a blogar, ok?

Sempre ou ganhar dinheiro com a tua paixão, ganhar dinheiro com o hobby, esta é a ponte natural, naturalíssima, qualquer pessoa, qualquer nicho, pode fazer com o seu negócio da Empower.

''Ganhar dinheiro é um Hobby que vai complementar todos os teus outros hobbies lindamente.'- Scott Alexander

(Carlos) – Sim porque há pessoas que têm blogs super interessantes, têm assuntos super interessantes, mas depois não conseguem vender nada, quer dizer só apenas… Só apenas bloggers que fazem aquilo que gostam, mas…

(Rui) – Mas não ganham dinheiro, claro!

(Carlos) – Porque eles têm um objetivo para além de…

(Rui) – Não têm máquina, não têm o marketing. Imagina tem um bom produto, tem bom produto, eu desenvolvi um produto que é um espetáculo, mas depois… esta chávena é a melhor do mundo, mas depois está na gaveta. Ninguém a vê ninguém a pode comprar, porque eu não sei gerar tráfego, não sei encontrar o nicho, não sei nada de marketing, não sei nada, não é?

(Carlos) – Sim, mas até há bloggers que têm muitas visitas, mas depois não ganham nada quer dizer, eles até sabem gerar tráfego, não têm é um… o blog não serve… serve apenas se calhar para alimentar o ego deles ou é um hobby… Ou não sei…

(Rui) – A pessoa que já consegue gerar tráfego, já tem dois problemas resolvidos, ok?

(Carlos) – Não, não é só isso, não é? Não é só isso, há muito mais.

(Rui) – É uma das peças do puzzle.

(Carlos) – Pronto, a questão era conhecer essa mecânica que… estamos a falar neste aspeto de:

Eu tenho um blog que tem até tráfego, tem um conteúdo interessante. Agora como é que eu vou monetizar esse blog?

É isso que queria… ontem estava a falar da questão da ponte, como é que eu vou fazer do meu blog uma plataforma para vender produtos? Neste caso estamos a falar dos produtos da Empower, que é o nosso negócio.

 Sistema de Blogues Viral Kalatú
 Inner Circle
 Top Producer Formula
 Team Building Formula
 Mass Influence Formula

Depois o que lá põem… por exemplo: pôr um blog… pôr um banner na barra lateral, por exemplo, diz lá. Agora a pessoa põe lá um banner a estrutura está feita, agora a qualidade do banner, o que é que o banner diz é outra conversa, ok? E depois se a pessoa clica no banner vai para uma página captura, o que está na página de captura ainda é outra conversa. E o que está nos emails de seguimento é outra conversa, nos follow ups, ok? Então esta parte toda do marketing, tem haver com o conteúdo é diferente.

Uma coisa é a estrutura, a estrutura é aquela, depois o conteúdo também nesse artigo que eu acabei de falar, também fala um bocadinho sobre a forma de envolver as pessoas com o conteúdo, não é? E na verdade, essa ponte que tu estás a falar se nós tivermos artigos… na verdade desenvolvimento pessoal não tem nada a haver com ganhar dinheiro.

Se tu perguntares e eu perguntei, assim a pessoas normais da rua, para mim tem tudo a haver, não é? Porque eu sei que o meu negócio avança conforme

  • o meu desenvolvimento,
  • a minha capacidade de decisão,
  • a minha forma de lidar com o risco,
  • a minha confiança em mim próprio,
  • a minha autoestima…

Tudo isso é tudo desenvolvimento pessoal, não é?

A gente sabe que há uma ligação muito direta entre o negócio e o desenvolvimento pessoal, mas as pessoas lá fora não sabem. Porque carga de água é que eu para vender uma bicicleta tenho que ler um livro de desenvolvimento pessoal? Estás a ver? Não é óbvio.

E então eu vejo no meu blog que o facto de explorar estes assuntos, penso eu que acaba por fazer perceber às pessoas que para ter um negócio a pessoa tem que ler e tem que se desenvolver, tem que aprender competências, e tem que aprender competências pessoais, tem que aprender coisas pessoais, não é? Mas isso é a minha mensagem, a minha pessoal. Eu para mim é muito fácil ligar isso tudo, porque já está tudo ligado na minha cabeça, ok?

Agora imagina um blog de culinária, não é fácil ligar um blog de culinária com fazer dinheiro a partir de casa, a não ser que a pessoa tenha isso na sua cabeça muito claro. Como é que eu tenho um blog de culinária e ganho dinheiro a partir de casa, ou seja, a pessoa faça o blog, monte-o estruture-o, ponha em prática aquilo que nós ensinamos, e aquilo que a pessoa descobrir, e ponha aquilo a render.

Quando aquilo começar a ganhar, quando ela começar a ganhar mil ou 2 mil euros por mês com o blog, então ela já pode dizer à boca cheia no blog por todo lado, a pôr banners por todo o lado a dizer: “Ganha dinheiro a partir de casa com a tua paixão.” Porque a pessoa na cabeça dela já ligou os pontos, estás a ver? Foi o processo que ela teve que passar.

Eu falo nisso agora desta forma, não falava assim há um ano atrás, porque eu não sabia pôr o meu blog a render. Eu não conseguia gerar tráfego para o meu blog em condições e em quantidade para gerar os contactos, eu não conseguia fazer isso. Gerar contactos com o blog, eu nunca consegui gerar contactos com o blog até para aí há 6 meses atrás. Eu não sabia como fazer. Então estudei, aprendi, pratiquei, pá pus… tinha que fazer até conseguir, não é?

Ontem gerei contactos a 1€ para o meu blog, é como se fossem páginas de captura, não é? Só que tem o benefício de gerar 3 mil visitas ao blog, de gerar 500 mil pessoas a ver o meu conteúdo, meio milhão de pessoas viram o meu conteúdo dele no Facebook esta última semana,  27 mil pessoas interagiram com conteúdos meus, puseram likes partilhas, 27 mil pessoas no Facebook, numa semana. Tudo com o mesmo dinheiro, estás a ver? Temos muito benefício.

Eu aprendi a fazer isso. E como eu aprendi a fazer isso e percebi o modelo, o sistema, eu já posso dizer à boca cheia: “Meu, ganha dinheiro com a tua paixão.”

O que é que eu preciso? Eu já faço isso. O que é que eu preciso, eu pessoalmente? Preciso de prova social, dá-me um jeitaço a mim, e claro a todos nós, que o Miguel ponha este modelo implementado no yoga e nas terapias quânticas, porque a prova social dele é muito importante, a dizer: “Eu falo sobre blogging e ganho uma pipa de massa. Ele fala sobre medicina quântica e ganha uma pipa de massa. A Milú gosta de cosmética, sabe tudo o que há para saber sobre isso, e bloga sobre isso e ganha um pipa de massa. O Tony gosta de Karaté e de artes marciais bloga sobre isso e ganha uma pipa de massa.”

Eu estou muito focado em pôr esta malta, todos nós, não é? A ganhar dinheiro com o blog, porque eu sei fazer, sei que é possível e quando nós tivermos aqui meia dúzia de pessoas como prova social, a gente pode dizer, e eu já posso dizer, não é? Mas podemos dizer que isto funciona bem para todos, para quem o fizer o modelo funciona.

Então tenho o meu irmão a fazer isso com a parte do jornalismo, está a Rute e o Pipo a fazer isso com a parte da sustentabilidade social, está o Alex e Bia a fazer isso com a parte dos gamers, a malta dos jogos e a malta da… pronto da idade deles, não é? Dos universitários e isso tudo. Então este tipo de conteúdos muito diferentes daquilo que a gente está habituado, não nos conseguimos  pôr isso a render, ok? A gente consegue usando o modelo. No caso a malta aqui em casa, a Rute e o Pipo e a Bia e o Alex estão a fazer este modelo, há mais tempo do que qualquer um de vocês, já estão a fazer… vai fazer um mês no dia 17, e todos eles inscreveram gente, todos eles fizeram negócio, ok? Inscreveram 2 pessoas cada um, mas começaram com tráfego no blog de 25 pessoas, e agora um tem cento e tal, e o outro tem trezentos e tal com orçamentos abaixo dos 5$ por dia. No caso da Bia e do Alex, dois por dia, ok? 2€ por dia, estás a ver?

E então significa que é possível fazer isso, porque eles têm orçamentos muito baixos, têm pouco dinheiro, não é? E então tem que gerir de uma forma quase… sei lá… esticada todos os dólares e medir, e pôr muito boas medições nas coisas. Eu sei fazer isso, é o que eu tenho estado a fazer.

É este modelo que estamos aqui a começar a fazer, começamos agora, começamos há uma semana, não é? E estamos a testar o formato há distancia, não estamos próximos, não é? Não estamos um ao lado do outro, mas via hangout a gente pode realmente trabalhar quase como se estivéssemos um ao lado do outro. A gente pode fazer um hangout de 8 horas se for preciso, e vemos campanhas de um e as campanhas do outro, e vamos chegar lá e vamos chegar lá. E ver, analisar as palavras-chave e essas coisas todas, não é? A gente chega lá.

Mas para dizer que eu acredito, Carlos, que a gente possa realmente escrever sobre aquilo que nos apaixona e realmente ganhar dinheiro com isso. Esse é o ponto.

E nós podemos criar à parte do negócio da Empower, a somar no negócio da Empower a gente tem um negócio de clientes para blog que é uma coisa medonha, que nunca mais acaba. Há centenas de milhares de blogs gratuitos na Internet, no Sapo… em língua portuguesa, no Sapo, no Blogger e no WordPress.com, que… de pessoas que querem realmente ganhar dinheiro. Algumas não, algumas só se querem expressar como tu disseste, ok? É um meio de expressão, é um hobby que eles não querem ganhar dinheiro com isso. Aliás se lhe disseres “ganhar dinheiro” até acham mal, porque acham que tem que ser tudo grátis, não é?

Não tem mal nenhum, ok? A pessoa continua a fazer o que está a fazer, mas muitas pessoas gostariam de ganhar dinheiro. E nenhuma dessas plataformas permite realmente ganhar dinheiro, a não ser que tenha centenas de milhares por mês. E isso nem daqui a 10 anos um blogger tem e tem que ser extraordinariamente bom, não é?

Então nós temos aí um nicho muito grande para nós, ok? Mesmo as pessoas que já são bloggers, ok? É um nicho espetacular e agora também é preciso explorar, ok? Relativamente à questão de fazer a ponte, a ponte para mim óbvia natural é esta: “eu ganho dinheiro a escrever aquilo que eu gosto e tu podes ganhar a escrever sobre aquilo que tu gostas, seja lá o que for.” O conceito de ganhar dinheiro a blogar sobre o que tu quiseres.

Como eu gosto de dizer: faz o que gostas, bloga sobre isso, e ganha dinheiro.” Eu gosto muito deste slogan, porque diz tudo o que a gente está aqui a fazer, não é?

E eu acho que esta passagem é fácil. Este slogan podes pô-lo em qualquer artigo, em qualquer nicho. Podes ter um banner de culinária a dizer isso, ok? “Faz o que gostas, bloga sobre isso e ganha dinheiro.” Podes fazer vídeos a explicar: como é que é o processo em que tu fazes o teu blog de culinária, como é que funciona, como é que eu no meu blog de culinária ganho dinheiro?

Então podes dizer assim: “Olha o meu blog de culinária tem este banner do lado direito, este banner do lado esquerdo, tem um produto digital que eu vendo, que ensina outras pessoas a fazer o mesmo que eu faço…” E podes fazer um vídeo, até podes fazer artigo a explicar isto tudo e até podes dar exemplos a dizer: “Eu falo sobre culinária, mas o Miguel fala sobre yoga, o Tony fala sobre Karaté, a Milú fala sobre esteticismo e a cosmética, o Rui Gabriel fala desenvolvimento pessoal, o João Gabriel fala sobre jornalismo e atividade política, não tem que ser sobre culinária, ok? Mas eu é sobre culinária. E tu qual é a tua paixão?” E de repente tens ali um artigo a fazer uma ponte espetacular, uma coisa com a outra, estás a ver? É o meu perceber, Carlos esta é a minha visão, ok? Eu vejo isto assim, pode ver outras maneiras de ver, não é?

(Carlos) – Sim. O problema é pessoas que nem sequer sabem exactamente qual é a sua paixão. Têm ideia do que é que gostam, mas se calhar não vivem essas ideias de uma forma apaixonada.

Eu falo por mim, quer dizer… Eu até à pouco tempo limitava-me a viver a minha necessidade, aquilo que eu precisava. Precisava de dinheiro para viver, não é? E… Não tinha propriamente uma paixão de… que me fizesse cortar…

(Rui) – Carlos é muito bom tu estares a falar nisso. Isso é espetacular. Tu disseste tudo, ok? Disseste tudo melhor…

(Carlos) – No fundo, no fundo… Posso estar, não sei se estou a falar bem ou não, mas a maior parte das pessoas quando são atraídas por um negócio, têm… têm uma ideia e depois é que com o tempo, é que vão desenvolvendo outra ideia. Mas… estão mais a fugir daquilo que não querem do que propriamente atrás daquilo que querem, não é? E…

(Rui) – Bem, ó Carlos, tem a haver com a forma como atrais as pessoas. Até agora ninguém do nosso grupo atraiu pessoas para vir blogar sobre a sua paixão. Todos nós atraímos pessoas para virem ganhar dinheiro. Então…

(Carlos) – Exactamente.

(Rui) – É esse o mindset que a pessoa tem na cabeça dela, não está a pensar em blogar, está a pensar em ganhar dinheiro.

(Carlos) – Exato, exato.

(Rui) – Se a gente disser assim: “Ah agora para ganhares dinheiro tens que aprender a blogar..” A pessoa pensa assim: “Mas eu vou dizer o quê? Como é que eu vou fazer isso? Não tenho nada para dizer…” Porque está focado na sua necessidade, como tu disseste e muito bem, está focado na sua carência, ok? “Eu preciso de ganhar dinheiro já, porque eu estou nesta situação assim, assim, assim… Não posso, não quero, não vim aqui para aprender a blogar, ok?” Portanto se tiveres um funil que fala dessa forma: “vem cá para ganhares dinheiro com a Internet ou a partir de casa, ou com o que for.” A pessoa não vai aprender a blogar, a pessoa vai rapidamente, o mais rapidamente possível arranjar uma página de captura que já está feita, aprender a gerar tráfego para essa página de captura e aprender a… e a pôr uma página de venda e fazer emails, que é o que toda a gente faz.

Isto são os básicos, estás a ver? Porque é que os básicos funcionam? Porque se a pessoa, se vier desse contexto, e toda a gente tem que estar a atrair pessoas desse contexto, então chega ali é a fórmula que tem que fazer. É a formula que parece mais simples, parece.

Depois vai-se a ver a realidade, como tu disseste, a pessoa vem cá mas depois cai… estando cá já percebe melhor outras coisas. Não é mais fácil gerar tráfego para uma página de captura do que gerar tráfego para o blog. Não é mais fácil. É igual! E o preço é o mesmo. Porquê? Porque uma página de captura tem que se saber fazer um anúncio e esse anúncio tem que estar congruente com a página de captura, e tem que saber fazer uma página de captura. E não é mais difícil fazer uma página de captura do que fazer um artigo no blog, ou mais fácil. Não é, ok? Aliás não sei se não será mais difícil, ok? Mas parece, aparentemente é mais fácil, mas é só aparente.

E depois a seguir tem que saber fazer emails para mandar para a pessoa, porque os emails de follow up em automático a gente sabe que converte pouco, claro, mas já converte alguma coisa.

Então o que é que acontece, neste modelo? Este modelo está desenhado para pessoas que vieram com a ideia de que… pá tem um formato simples que eles podem fazer já e que lhes pode trazer resultados. E é esta… o marketing deste modelo é este. E está bem, não tem nada de errado, é assim, ok? Porque é assim que este modelo está feito.

Agora dentro das pessoas que vieram dessa forma, imensas delas, muitíssimas descobrem que afinal podem escrever no blog, porque têm um blog, não é? Então o que é que eu escrevo no blog? E se quiserem ir na direção do blog marketing, que é o que nós todos estamos a fazer, precisa, é bom que tenha uma solução que funcione, que é o que nós estamos a fazer, porque até agora não há. Portanto nós estamos a ir nessa direção.

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Qual é o nosso nicho atual? Não é? O nosso nicho atual dos Power Bloggers são as pessoas do grupo não é? Somos nós que estamos aqui. Não está aqui ninguém de fora e não está aqui ninguém que acabou de entrar, ok? Não há aqui novatos, uma pessoa entra não vem para aqui, ok? O modelo não está desenhado, como está agora, não está desenhado para ter pessoas novas aqui, porque as pessoas novas não vieram por causa do blog, vieram por causa de outras coisas, estás a ver? Portanto não temos um funil a atrair pessoas por causa do blogar sobre a tua paixão. Não temos, eu tenho, mas sou o único, aqui mais ninguém tem.

E por isso é que nós começamos pelos resultados. Nós temos aqui algumas pessoas e que nós todos que estamos aqui, alguns de nós vão ter muitos resultados. E com esses resultados vamos pôr prova social lá fora, vamos escrever artigos em blogs, vamos fazer páginas de captura e vamos atrair pessoas que vêm por causa do blogar sobre a sua paixão, vêm por esse motivo.

E se a pessoa vem por esse motivo, encontra um grupo de trabalho, somos nós aqui que ensina como é que isso se faz.

A pessoa já sabe que vai ter uma curva de aprendizagem para aí de um mês ou dois meses, ou três meses, já sabe. Mas não vem à espera de ganhar dinheiro este mês para pagar as mensalidades do mês que vem, percebes? Não vem para isso, vem para aprender a pegar na sua caça e na sua pesca, ou no seu desporto favorito, como é que eu vou pôr isto a funcionar e ganhar dinheiro com isto?

Vem por essa razão, então como tu disseste e muito bem, muito bem, o modelo que nós todos temos estado a seguir dentro dos Lazy Millionaires vai numa direção e está correctissima, ok? Está muito bem, mas não é a única. Porque mesmo dentro dos Lazy Millionaires há pessoas que têm muito valor e tu falares: “eu não sei qual é a minha paixão.” Precisamente por isso.

Este é um modelo, é um processo, todo o processo de negócio é um processo de desenvolvimento pessoal. Todo o processo de negócio é um processo de desenvolvimento pessoal. E quando a gente diz: “eu vim por causa do dinheiro, mas fiquei por causa da sensação.”, como diz o Aaron Rashkin constantemente, não é? “We came for the money...” como é que é? “… we stay for the feeling.” Não é? “We came for the money and we stay for the feeling.”

É a pessoa vem por causa da forma que se sente aqui, isso faz com que algumas pessoas começam a respirar fundo, ok? E começam a perceber afinal há muito mais que se lhe diga que somente tentar ir atrás do dinheiro rápido. E todas as pessoas que ficam cá o tempo suficiente chegam a essa conclusão, todas.

Mesmo que… algumas pessoas que ganham dinheiro, muito dinheiro, chegam a uma altura, ganharam uma pipa de massa e dizem: “E agora? É só isto?” Não é? E então começam a fazer o processo, e começar atrás do inicio, começar então a pensar em marketing pessoal, começam a pensar em desenvolvimento pessoal, começam a pensar nessas coisas, porque já ganharam o dinheiro. E isso, tiraram-lhe isso da cabeça.

Mas outras pessoas, a grande maioria são pessoas que no processo ainda não ganharam dinheiro e percebem rapidamente que isto não é acerca de ganhar dinheiro.

O dinheiro foge se nós formos atrás dele, é um processo de desenvolvimento pessoal e o dinheiro vem em consequência. Por isso é que nós dizemos sempre e constantemente dizemos estas coisas, então trata de te formares a ti em termos de desenvolvimento pessoal e depois o dinheiro vem.

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Rendimento raramente excede o crescimento pessoal.

Diz lá Miguel, tinhas aí uma coisa para dizer.

(Miguel) – Ya, obrigado. Há uma coisa… há uma coisa que é interessante. Eu gostava de comentar sobre o que o Carlos falou que é… há um princípio que muita… que se vê muito, que é: “ganha dinheiro e vais ser feliz!” E isso era uma coisa que me fazia muita confusão que é: “Não é o dinheiro que te vai fazer feliz, não é o facto de tu ganhares  dinheiro que te vai fazer feliz.” E eu acreditava nisso.

Depois a pessoa pensa: “Ok, então se não tiveres… sem dinheiro, como é que construías a casa que construiste ou como é que fazias o que fazes…”

Claro, nós precisamos de dinheiro, mas é completamente diferente. Aliás, O Segredo da Mente Milionária, o T Harv Ecker fala exactamente nisso, que é tu teres um sentido da vida, teres espiritualidade e teres dinheiro, e trabalhares as duas componentes.

De facto o dinheiro é preciso porque nós vivemos numa sociedade de consumo, em que se quiseres fazer viagens precisas de dinheiro, se queres fazer um retiro espiritual precisas de dinheiro, se quiseres comprar roupa, se quiseres comer, se quiseres… precisas de dinheiro. Pronto tudo bem, dinheiro faz falta para fazermos aquilo que queremos.

Aquilo que eu pessoalmente acredito é quando tu vives no conceito de “ganha dinheiro e vais ser feliz” estás a viver um ilusão, porque ganhas dinheiro pagas as contas, está bem, mas e… E como o Rui estava a dizer, portanto é como o Rui dizia… de facto requer um outro tipo de trabalho, é uma outra dimensão do que é o negócio.

Mas aquilo que eu pessoalmente acredito hoje é que vamos numa direção que é alternativa, que é complementar, como o Rui diz, eu acredito e concordo 100% com ele, está tudo certo, nós temos é todos o direito de nos expressarmos com… de forma genuína, de forma natural e pessoalmente acredito que dinheiro vem muito mais quando nós relaxamos.

E só para terminar ó Rui, é inacreditável como as coisas funcionam, eu… aconteceu-me uma coisa noutro dia que é… Sabes quando nós andamos à procura de algo? E que acho que todos já passámos por isso que é: andamos à procura de alguma coisa e andamos ali tensos, tensos à procura de alguma coisa… quer seja uma coisa física, quer seja de lembramos de algo que não conseguimos lembrar, e estamos tensos a tentar procurar essa coisa ou tentar lembrámos-nos dessa outra ideia. E de repente relaxamos e desfocamos disso, relaxamos e de repente encontramos aquilo que procurávamos, ou lembramos aquela ideia que estava… que não conseguíamos lembrar.

Pessoalmente acredito quando nos focamos na nossa essência, o dinheiro também vem desde que façamos as coisas certas é evidente. Eu ontem, de repente fui ao meu email, e… recebi um “Congratulations” da Empower e eu “Han? Mas este é do mesmo nome do outro, epá estão me a mandar o email outra vez, epá isto não… olha foi um engano.” E depois recebo outro email. “Outra vez? Mas isto é…” E então recebi 2400$ de pass ups sem dar conta, de uma pessoa com quem eu não tenho trabalhado, com quem eu não estou a trabalhar.

E eu de repente pensei assim: que interessante eu tenho estado nos últimos dois meses focado em recentrar-me, nem sequer é no negócio, é focado em recentrar-me. Em encontrar-me, em resolver questões de fundo minhas, em recentrar-me ponto. E de repente ganho dinheiro e eu pessoalmente acredito muito, muito, e muito grato ao Rui que tem sido acima de tudo, além de um mentor, um profundo amigo….

Acredito muito nisso, acredito que se nos dermos ao trabalho de fazermos o Caminho, com “C” maiúsculo de nos recentrarmos e ao mesmo tempo, em paralelo fazermos o que tiver que ser feito. Queria só partilhar isto, porque acho muito importante a questão do dinheiro e o desenvolvimento pessoal podem estar juntos, sim.

(Rui) – Estão juntos de certeza, não é? E quero te dar os parabéns  por isso, Miguel isso… Não é que não tenhas feito nada por isso, ok? É fruto do teu trabalho. Os pass ups para mim são a confirmação da conjugação entre o meu trabalho pessoal e o trabalho de equipa, ok? E é isso, é isso…

Eu sem o meu trabalho, não havia pass ups, mas sem trabalho de equipa, também não havia pass ups, são a forma mais mágica de o Universo nos dizer: “tu fizeste até agora um bom trabalho e estás a trabalhar numa equipa que está a fazer um bom trabalho contigo, ok?” É o que isso diz. E, por isso com certeza, parabéns para ti e parabéns para a equipa, não é? Estão todos de parabéns.

Isto não é possível… é uma das magias que tem a nossa forma de vida e o nosso negócio , não é? Uma das grandes magias é que, enquanto eu adoro blogar e estou aqui a blogar, há outras pessoas que detestam blogues e ganham dinheiro à mesma, porque há outras pessoas que também não gostam de blogues e têm os seus negócios em que não é preciso blogar, e essas pessoas também fazem o negócio e também ajudam as pessoas da equipa a fazer o negócio dessa forma, okay? E eu acho isso fantástico porque eu não tenho de o fazer, não é? Porque eu não gosto de o fazer, então é provavelmente o único negócio em que nós só temos de fazer realmente aquilo que a gente gosta e nos faz sentir bem.

Dentro da equipa, havendo tanta variedade, qualquer pessoa que a gente traga acaba por se poder encaixar num ou noutro ou noutro ou noutro modelo, não é? Havendo as opções. E é uma das coisas que eu acho mais espetacular.

Por exemplo temos a… estamos a viver um booom ainda, um grande booom dos Jantares de Negócios. É uma coisa que eu não gosto, que já fiz no passado, okay? Não gosto da dinâmica. Claro gosto muito do jantar, não é? Estar lá com os amigos e a conversar, okay? É espetacular. Mas, como ferramenta de negócio não gosto dessa dinâmica, okay? Já fiz isto muito no passado e não gosto disso, então decidi não o fazer. Não quero fazer isso. Mas não faz mal nenhum porque eu sei que funciona, sei que é uma boa ferramenta e há pessoas da equipa que gostam de o fazer e se sentem muito bem a fazer isso. Para eles faz mais sentido fazer isso do que estar a escrever num blog. E eu acho isso fantástico, não é?

Acho que é um espetáculo, porque as pessoas que eu vou atrair, algumas delas vão perceber epá que afinal blogar é difícil, ou não querem, ou não gostam, ou não têm nada para dizer, ou não querem aprender, ou não querem isso e epá mas não faz mal. Tens amigos, tens Jantares de Negócios, pões as pessoas lá e fecham-se também.

Cada pessoa tem a oportunidade de ter ferramentas que estejam adequadas ao… ao seu gosto no momento, à forma… à sua evolução e àquilo que a pessoa está a fazer é conveniente porque a pessoa gosta.

Isto é daquelas coisas maravilhosas que tem o nosso trabalho na nossa equipa, e estou a dizer isto a propósito do pass up do… ou dos pass ups que o Miguel recebeu esta semana, que foi um espetáculo, fruto do seu trabalho, com certeza, e fruto do trabalho da equipa, com certeza também, não é? Que é um espetáculo.

Então, isto… nós desviamo-nos um bocadinho da conversa, mas a ideia era, na verdade, responder a ti Carlos. Quando falaste, estavas a falar de muitas pessoas se isto ou se muitas pessoas aquilo. Vai haver sempre isso, okay?

Há muitas pessoas que não sabem sequer carregar… o que é um Enter no computador. Querem ganhar dinheiro na Internet e não têm computador. Há muitas pessoas que não têm uma ligação à Internet em casa, mas querem ganhar dinheiro na Internet. No Brasil então, é mato, okay? E está a ter dificuldades muito grandes. E há pessoas que a gente não consegue fazer entender as coisas porque elas são pessoas muito limitadas, okay? Temos pessoas que, pessoas de uma certa idade, com algum nível de demência que não conseguem se lembrar de uma coisa depois de 5 minutos de a gente as ter dito, mas têm vontade de fazer o negócio.

É óbvio que fica muito difícil porque as… há condições pessoais que cada pessoa tem e precisa de superar para poder estar aqui e poder participar, não é? A gente diz ”Ah, é começar do zero”, mas começar do zero, quer dizer, a pessoa tem de saber ler e escrever, não é? Pelo menos. Não é bem a começar do zero. Não é um recém-nascido que pode chegar aqui e começar a ter sucesso em 90 dias.

Quando a gente diz ‘‘começar do zero’‘ supomos que a pessoa é espedita, por exemplo, na Internet. Sabe escrever um endereço de Internet no browser e navegar na Internet. Mas há pessoas que não sabem isso. Há pessoas que escrevem o endereço do browser… a gente diz ‘‘Olha, vais a este sítio… www.nãoseiquê.nãoseiquê” e a pessoa vai pôr isso no Google, porque pensa que isso… e depois o Google não encontra, e depois é ‘‘Ah isso, eu não consegui ir’‘ porque não conseguem navegar. Então quando a gente diz ”começar do zero”, isso é muito relativo porque o zero é relativo, não é? Não é zero absoluto. É relativo.

Então encontramos uma variedade enorme de pessoas dentro do grupo que têm necessidades completamente diferentes umas das outras, e têm capacidades diferentes, e têm gostos diferentes. E o que nós temos estado a fazer no grupo tem sido a pôr as coisas num formato que o maior número possível de pessoas possam usar, mas tem ficado por aí.

Ou seja, nós temos muitas pessoas que têm muito para dizer, têm muito valor, e não têm uma forma de poder realmente pôr esse valor cá fora, e expressar-se e ganhar dinheiro dessa forma.

Até agora não conseguimos fazer. Ninguém fez. Temos nós andado a fazer. Não é toda a gente. Mas se calhar são 15 ou 20% de pessoas que até sabem escrever. Aliás, até escrevem bem. E há pessoas, e há mais do que parece, que adoravam escrever um livro, e adorariam fazer isso, e têm gosto pela escrita. Muitas! Mas isso, se nós não incentivarmos isso, a pessoa nunca desenvolve então parece difícil.

Por exemplo, parece difícil a gente fazer um blog para gerar contactos, como nós temos estado aqui a falar. Parece muito difícil. Ah, porque olham para o meu blog, e veem lá tanta coisa de tanta maneira, está tudo tão bonito, que aquilo parece impossível, ”Eu nunca vou conseguir fazer aquilo”, é o que a pessoa pensa. Mas, na verdade, é a mesma coisa que uma pessoa pensa quando olha para uma pessoa que ganha um milhão de dólares e diz ”Eu nunca vou conseguir ganhar um milhão de dólares.’‘ Mas depois aquela pessoa que ganhou um milhão de dólares diz ”Olha, mas eu só fiz… eu ganhei um milhão de dólares a fazer isto.” Eu ganhei um milhão de dólares, por exemplo, a fazer estas duas ou três coisas. Não é a verdade, não é? Não é só isso. Mas, de repente, parece simples e a pessoa pode começar em andamento, pode começar a fazer. E vai iniciando um processo! Não é? A pessoa que ganhou um milhão de dólares não explica o processo todo, não consegue explicar o processo que viveu a ninguém, muito menos em dois minutos ou três, que explique como é que ganhou um milhão de dólares. Muito menos isso.

E então… e então a gente tenta perceber o que é que nos trouxe aqui e tentar por isso num formato que a pessoa possa fazer, que possa iniciar. Não é isso que te leva lá. Não é gerar contactos, escrever um blog broadcast e fazer um artigo no blog que leva uma pessoa a cem mil euros por mês. Não é isso. É isso, mas muitas outras coisas! Não é isso, okay?

Ou seja, eu posso dizer assim ”Ah eu vou fazer um leitão assado com sal e pimenta.” ”Epá, como é que arranjaste o leitão assado com sal e pimenta? Deve ser um milagre.” Ah não, não, não, é outras coisas, okay? Tem sal e pimenta, tem, está lá, é importante. Mas também tem o leitão, não é? Também tem o forno, também tem o…. outros condimentos, não é? Okay? Tem outras coisas. Ás vezes a gente diz ”Ah, eu ganhei o dinheiro a fazer estas três coisas”. É verdade, essas coisas estão lá. Mas não é só isso. Um dos principais componentes é de desenvolvimento pessoal.É talvez das mais importantes de todas. E, dentro do desenvolvimento pessoal, obviamente vem conteúdo. Conteúdo para a própria pessoa. Ouvir, ler e expressar-se, e é aí que entra o blog. Aí entra o blog.

Porque é que o blog é central no nosso negócio? Porque, com o tempo, a pessoa vai precisar de fazer isso. De se desenvolver de alguma forma. E se comunicar o seu processo… na realidade o blog serve para a gente comunicar o nosso processo. Comunicando o seu processo vai criar conteúdo útil e vai ajudar outras pessoas. O meu blog na realidade é só o meu processo, vendo bem as coisas é o que está lá. Um dia descubro uma coisa sobre o Facebook e ponho lá. ”Isto faz-se desta maneira”. Porque eu vivi isso, eu pus lá, é o meu processo. O meu artigo mais popular é o das ”11 Ideias Perigosas” já gerou mais de trinta mil visitas ao meu blog, e está lá porquê? Porque eu tomei consciência. ”Espera lá! Mas isto que eu oiço dizer é errado, isto que eu oiço dizer também é errado, isto que eu oiço dizer também é errado, e isto também, e também, também, também.’‘ Eu tenho 11, e eu apercebi-me ”epá, isto está errado!” Pode ser certo num certo ponto de vista, mas pode ser muito errado noutro. E eu percebi isso, e eu vivi isso na minha vida, eu percebi como é que funciona, e pus no meu artigo. Então, no artigo, o que eu tenho de pôr na realidade é o meu processo, o meu processo de desenvolvimento e de crescimento.

Então eu acho que, independentemente do formato que qualquer pessoa do grupo tenha, seja como for, seja blogar sobre a sua paixão, tenha paixão ou não tenha, seja o que for, vai acabar por blogar a explicar e a falar sobre o seu processo, o que vai descobrindo e o que vai acontecendo.

Isso vai acabar por acontecer, e eu acredito piamente que o blog serve para isso, serve para nós nos centrarmos connosco, sermos críticos da nossa própria vida, observarmos a nossa própria vida, o que é que nós estamos a viver, e expressarmos o nosso processo. Eu acho que serve para isso. O nosso a nível individual.

Se for um blog de… de uma paixão ou de um hobby, pronto, é a vivência da pessoa nesse processo, não é? Se for de um negócio é a vivência da pessoa nesse negócio, não é? Pronto, o que for. Mas o blog é isso, okay? Por isso é que é tão central no nosso negócio.

Agora, é possível ter dinheiro, ganhar dinheiro na Internet sem blogar? É, com certeza que sim. O modelo das páginas de captura… Anúncio, página de captura, e metes o email. Este modelo passa completamente ao lado do blog e permite ganhar dinheiro, sim. Não tenho dúvida nenhuma. Agora, é questão da pessoa querer fazer isso, ou querer fazê-lo de outra forma. Eu pessoalmente prefiro fazer de outra forma. Tenho muito mais benefícios e gosto mais, sinto-me melhor, sinto que estou a contribuir mais, estou a dar valor, estou a dar conteúdo, e tem muitos efeitos secundários. Ou seja, o meu trabalho está a multiplicar o dinheiro investido, okay?

Imagina, com trezentos euros em sete dias eu gerei uns 250 contactos, tive meio milhão de pessoas a ver o meu conteúdo no Facebook, tive vinte e sete mil pessoas a interagir com o meu conteúdo no Facebook, tive não sei quantos comentários no blog, e trouxe dezasseis mil pessoas ao meu blog.

Okay? Então, se tivesse posto esses trezentos euros numa página de captura, tinha gerado os mesmos 250 contactos e pronto. Não acontecia mais nada, estás a ver? Pronto, é assim que eu faço as contas. Como é que… e entretanto no Facebook aumentou a minha página de fãs, os anúncios são cada vez mais baratos, o envolvimento… imagina vinte e sete mil pessoas numa semana a interagir com conteúdo, isso vale. Tem valor.

(Carlos) – Oh Rui, fazer anúncios pagos… o género de modelo que se está a usar… quando estás a meter dinheiro parece que existe uma grande agitação, e assim que paras pára tudo. A minha experiência foi esta.

(Rui) – É assim, eu vou te dizer como é que é, eu vou-te dizer. Eu, neste processo, fiz e acompanhei…

(Carlos) – Talvez eu não me tenha explicado bem. Então, aquele processo de só fazer um anúncio para a página de captura. Para a página de captura.

(Rui) – Ah pois, isso não tenhas dúvida. Pára tudo.

(Carlos) – Quando tens uma campanha a decorrer existe uma certa movimentação à volta do teu… da tua página, e isso. Mas assim que deixas de pôr lá dinheiro, pára tudo!

(Rui) – É verdade.

(Carlos) – E depois tens de recomeçar outra vez do zero, tens que recomeçar do zero para que haja qualquer coisa. E tens de estar sempre a injetar. Se fizeres campanhas que não estejam a correr bem, estás a gastar dinheiro e não estás a ter resultados. Claro que isso faz parte de um processo em que a ideia é injetar… quando tu fazes um investimento, tirares um retorno três ou quatro vezes mais. E se te tornares um especialista nisso, pronto. É um processo de trabalho.

Agora, se tu tiveres o combustível para manter essa máquina, quer dizer… ou para iniciar, porque normalmente o mais difícil é o iniciar, se não tiveres esse combustível para arrancares a máquina, pronto, ficas ali emperrado. Não é? E eu noto que é a maior parte das pessoas que entram nesse sistema, passam por esse processo e, se não tiverem o mindset certo, desiludem-se, param, e o mais normal é saírem, vão embora. Estás a ver? Por isso é que nós temos uma taxa de retenção, se calhar, um bocadinho baixa trabalhando nesse modelo.

(Rui) – Ya, eu penso que o que estás a dizer é verdade, não é? Agora imagina… esta também é uma das razões pelas quais eu prefiro… eu não faço publicidade paga que não seja para o blog, para artigos do blog. É por essa razão. Porque eu fiz isto tudo, okay?

Eu, durante muito tempo, durante este último mês, desde o dia 17 de Julho, eu fiz de tudo, okay? E fiz de tudo quer dizer o quê? Fiz… tive duas semanas sem fazer publicidade nenhuma, paga, okay? E gerei contactos, gerava entre 15 a 20 contactos por dia. E claro, trabalhava três ou quatro horas por dia, e sindicância, e coisas assim. Mas fiz isso, okay? E depois comecei a pôr um euro por dia… desculpa, um euro por anúncio, dois ou três anúncios ao mesmo tempo, portanto dois ou três euros por dia. E fui escalando, okay? Neste momento em que nós estamos aqui a falar estou a gastar quarenta e cinco euros, okay? Já gastei cinquenta, okay? Agora estou a gastar quarenta e cinco. O que é que eu estou a fazer com esse dinheiro? Que processo é que eu estou a fazer? Estou a baixar o orçamento mas, a tentar subir a… o número de visitantes e o número de contactos. Okay?

Então vou te dar um exemplo. Ontem gastei quarenta e cinco euros e gerei quarenta e quatro contactos. Okay? Ou seja,  estou a gerar contactos em vez de ser a um euro e quarenta, que tinha sido a média, a um euro e pouco, á volta de um euro. Okay? Então, isto tudo é um processo como estás a dizer, não é? A pessoa tem de estar afinada, e estar a ler, e estar a medir, e estar a fazer.

Mas, na verdade, se, como já aconteceu por exemplo com a Bia e com o Alex, okay? Eles tinham um orçamento de cem euros, é um orçamento, o dinheiro que eles tinham para publicidade. Começaram a fazer pouquinho por dia, dois ou três euros por dia, e tal, foram ponto, foram escalando, foram andando, e não sei quê.

Antes de eles fazerem a primeira venda, esgotou-se o dinheiro, acabaram os cem euros. E agora? Agora faz grátis. Mas eles já tinham… começaram a fazer, com dois ou três euros por dia, na página de fãs começaram a ter um alcance considerável. Começaram a ter mil e quinhentas, duas mil pessoas, três mil pessoas a ver os conteúdos deles. Com esse pouquinho dinheiro, esses dois ou três euros, eles passaram a ter alcance de duas ou três mil pessoas por dia, e depois quatro e cinco.

O que é que aconteceu quando se acabou o dinheiro? Só o alcance orgânico que eles tinham… No inicio quando começaram tinham vinte ou trinta pessoas a ver, depois passado uma semana gastaram 100 euros em publicidade, pararam o investimento em publicidade porque se acabou o dinheiro, mas, só orgânico, passaram a ter 500 ou 600 pessoas a ver.

Resultado: passou… multiplicaram por 10 o número de pessoas que eles tinham a ver os conteúdos. E durante esse tempo, desde essa altura, as próximas duas semanas… estamos agora na quarta… nas duas semanas seguintes eles não fizeram publicidade paga de forma nenhuma e foi a altura que eles tiveram mais resultados. Conseguiram mais visitas ao blog, conseguiram mais contactos, e fizeram duas vendas. Não foi o por ser grátis, okay? Porque já vinha de trás. Mas foi para dizer, para tu veres como é que um investimento baixinho de repente alavancou a coisa e eles conseguiram ter resultados.

Quando fizeram as duas vendas, pegaram no dinheiro e já puderam investir em publicidade outra vez. Estás a ver? Outra vez dois ou três euros, okay?  E então, estão a levantar de novo o processo. Então passaram de 110 ou 115 visitas ao blog por dia, que eles tinham conseguido na primeira remessa… Quando começaram no inicio tinham 10 a 15, depois gastaram os 100 euros e passaram a ter mais de 100, e depois durante o período grátis passaram para 200 e tal okay? Entre 200 e 300. E agora, estão a gastar dinheiro outra vez, dois ou três euros por dia, e estão sempre à volta de 300 pessoas por dia no blog. Okay? E ainda geram poucos contactos, estão a gerar poucos contactos porque não têm um lead magnet, não têm isso ainda bem dominado.

Mas isto para dizer que, quando o dinheiro se acaba, o negócio não pára.

No caso deles por exemplo, achei isto até engraçado, pelo contrário, okay? Aumentou, porque eles de repente tiveram de fazer coisas que eles não estavam a fazer. Por exemplo, sindicância de forma consistente e considerável, não é? Porque estavam a pôr dinheiro, então evitavam ter esse trabalho. Mas foi muito giro.

Então, este modelo permite-nos a nós poder gerir o nosso orçamento. É óbvio que a gente tem de pensar nos benefícios da publicidade. Uma pessoa quando começa com um orçamento muito baixinho, naturalmente acaba-se esse orçamento e a pessoa fica sem dinheiro, não é? Pode não ter ainda gerado nenhum resultado, se for muito pouco, não chega a ganhar balanço. Mas, mesmo assim, ganham algum balanço.

Por exemplo, gastar 100 euros em publicidade para uma página de captura gera… imagina que gera 100 contactos. Com 100 contactos, se for no início, provavelmente a pessoa não faz venda nenhuma, e pronto acabou-se o dinheiro e a pessoa não tem como recuperar, não é? E a coisa morre ali, não retira nenhum benefício.

Neste formato em relação ao blog, no caso como aconteceu com eles, começaram a ter uma interação muito maior com as pessoas, e a própria página começou a trazer volume a partir daquela ignição inicial daqueles 100 euros. Então eu penso que isto é possível, realmente a gente poder fazer com qualquer tipo de orçamento. Se for muito pouquinho é mais difícil, mas se for um orçamento interessante, sei lá, 5 euros por dia, já dá para fazer muita coisa, okay? Não é? Uma pessoa que comece com 5 euros por dia, epá já é um espetáculo, já tem ali 5000 pessoas por dia a ver os seus conteúdos no Facebook, já gera… com 5 euros, se calhar já gera ali 4 ou 5 contactos com o blog, e… mas gera uma interação grande, se calhar gera 100 visitas ao blog com 5 euros. Estás a ver? A coisa começa a mexer.

É interessante, é muito interessante. Eu vi isto, eu estou a ver isto a funcionar, não só comigo, mas com as pessoas que estão aqui à volta, e vai acontecer com vocês também. Não é? Não falha, okay? Não falha.

Agora, é giro é ver isto a funcionar para nichos diferentes, para blogs diferentes, para conteúdos diferentes, não é? Isso é que é muito interessante de ver. Eu estou muito curioso para ver… claro já estou a fazê-lo com os blogues da Bia e do Alex, e do Pipo e da Rute, e do meu irmão também, que são bastante diferentes que o meu, não é? Mas, os vossos, o vosso  matéria… epá… tem um papel importante aqui neste processo. Porque eu acho que nós conseguimos fazer isso.

E depois isto vai servir para toda a gente? Não vai. Claro que não vai. Nem toda a gente vai querer. Nem toda a gente vai querer aprender, nem toda a gente diz ‘‘ah, não tenho nada para dizer’‘, nem toda a gente quer refletir sobre si próprio, olhar o mundo, ter opinião, ter alguma coisa para ensinar… nem toda a gente quer isso. Claro que não. Aliás, eu acredito que a maior parte das pessoas não quer isso, mas a maior parte das pessoas não está aqui, não ganha dinheiro, não está no negócio. Não é?Junta-te à Tribo - Compra o Kalatú

Então, lá está, é o nosso nicho. O nosso nicho, dentro do negócio, dentro da oportunidade, o nosso, dos bloggers, é esta. É pegar nas pessoas que têm este perfil, não é para todos. O importante é que, para os outros, haja outras soluções. Okay, não querem fazer isto, não faz mal. Epá, é bom que haja outras soluções para essas pessoas.

Mas neste momento, pessoas que têm valor, têm paixões, têm entusiasmo sobre a coisa, não têm como ganhar dinheiro com isso no nosso nicho, no nosso negócio. Por isso é que nós estamos aqui a fazer este trabalho, para essas pessoas poderem ter.

Epá, em 100 se calhar são 5. Não faz mal, são 5. Não é? Mas essas 5, se calhar ficam cá para o resto da vida. Não é? Imagina a retenção que tem uma pessoa que faz exatamente aquilo que gosta e ganha dinheiro com isso. Imagina. Nunca mais se vai embora. Escreve 100 artigos no blog, ganha nem que seja 500 euros por mês com isso, e nunca mais daqui sai. Não é preciso ganhar 100 mil. Não é?

Se está a fazer uma coisa que gosta e ainda por cima ganha 500 ou 1000 euros por mês, ou 2000, ou o que for, não é? Fogo, é um espetáculo. Nunca mais vai embora. E a gente sabe fazer isso. Eu acho que a gente consegue. Não é?

Isto foi a propósito, Carlos?… Ah, da ponte! Da ponte, pois é. É. as conversas levam-se longe, não é? Okay. Mas acho que é importante a gente falar nestas coisas porque isto que nós estamos aqui a partilhar, na verdade, é… são os nossos motivos, são as nossas razões para estar aqui. Não é? E isto é importante, temos de ter isto bem claro. Cada um de nós tem as suas.

A minha razão é esta que eu estive a explicar, okay? Eu acredito muito que eu tenho valor, eu não me… não me vejo, eu próprio, a fazer spam nos grupos e a fazer publicidade paga a dizer o mesmo que toda a gente diz, a mandar pessoas para o perfil, sem sentido nenhum. Okay? Eu sei que tenho valor, e sei que posso transmitir esse valor, e sei que posso ganhar dinheiro em cima do valor que eu tenho. Eu tenho um valor e quero expressá-lo, okay? É isso que me faz sentir bem. E como eu, acredito que há outras pessoas que também sentem que têm valor e também querem expressar, e sentem-se bem a fazer isso. Okay? E pronto, e este é o meu motivo. Alright?

(Carlos) – Alright

(Rui) – Carlos… estávamos para falar de funis e de… e de… de lead magnets, acho que foi interessante, não foi?

(Carlos) – Foi, foi, foi muito interessante. Há tanta coisa para falar… a ideia… o que me importa, para mim no meu caso, é começar a clarear aquilo que ando a fazer… a clarear a minha… a minha… a minha mente e saber o que é que… qual o caminho a seguir. Porque também já testei vários modelos e não me senti muito à vontade, não gostei. Não é? Então isto é um modelo que eu sinto-me bem… tenho… tenho um longo caminho seguir, mas eu quero seguir esse caminho porque penso que é muito mais interessante esse caminho.

Claro que eu quero ganhar dinheiro, quero ganhar dinheiro rápido, mas, por outro lado não estava a conseguir ganhar dinheiro, pelo menos aquele que eu queria, não é… A fazer uma coisa que eu não gostava, não me sentia bem.

Quer dizer, não… aquilo que estavas a falar, de estar a criar… por exemplo, estar a criar novos perfis todos os dias, estar a fazer isto, estar a fazer aquilo. Há ali uma serie de coisas que eu não me sentia muito confortável a fazer, e também sinto que aquilo não é muito… hm… sustentável. Mais dia, menos dia, o Facebook muda outra vez as regras e andamos ali todos perdidos a tentar encontrar uma forma.

Claro que, no meio daquilo tudo, há sempre quem consiga… consiga tirar vantagem disso, e muito bem, faz muito bem, e ensina como faz, e quem quer fazer como faz, como ele faz está certo. Concordo. Tenho pessoas na minha organização que seguiram essa via. Pronto, está ótimo. Agora eu vou procurar é pessoas que queiram trabalhar neste modelo, e só o facto de ter uma auto-descoberta minha, desenvolver-me como pessoa, encontrar uma… criar uma estrutura que seja sustentável.

Porque nós sabemos que um blog… eu já vendi muito, ao contrário, se calhar, de muitas pessoas, eu já fiz muitas vendas com o meu blog. Eu já fiz vendas com o blog. Pessoas que entraram e disseram assim ”Identifiquei-me com aquilo que tu escreveste…” ”Encontrei um artigo teu” ou ”encontrei isto ou aquilo, e eu identifiquei-me contigo” ou ”Vi um vídeo..” ou qualquer coisa assim, ” e escolhi-te a ti”. Eu, houve uma altura em que eu fazia o negócio mas não sabia bem porquê. Porque andava a fazer as coisas um bocadinho diferentes dos outros, e eu assim ”mas que raio, estou a ter resultados, estou a fazer vendas” e agora explica-me o que e que tu fazes e eu não sabia bem explicar. Lembras-te de a gente falar sobre isso, Rui?

(Rui) – Claro

(Carlos) – Eu não sabia bem… eu não sabia bem o que é que andava a fazer, mas, no fundo, andava a fazer aquele trabalho de fundo, a criar as tais fundações… Claro com… muito deficiente… de uma forma… pronto, agora estou a ver que fiz muitas coisas mal feitas, mas… mas pelo menos tenho consciência, e cada dia que passa eu tenho mais clareza do que é que devo fazer e do que é que não devo fazer.

Portanto, eu vou atrás, vou pegar em artigos que eu veja que… epá, nem gosto daquilo… e faço uma reestruturação ao artigo, ou altero o artigo, e faz-lhe ter um sentido diferente, e esse artigo é uma máquina de gerar… que está ali a trabalhar, não é? 24 horas.

Aquilo sim, está ali a trabalhar 24 horas, amanhã faço uma venda e nem sei de onde é que veio, mas veio dali. E só depois de falar com a pessoa e de entrar em contacto é que ela disse… ás vezes ela nem se lembra bem, não é?

Porque entretanto… foi alertada para o negócio, ou para esta oportunidade, e depois começa a ver outras coisas. Mas, na prática, ela… o contacto era meu, estás a ver? E…  Ou ás vezes até, ao contactarem, ás vezes o contacto até é de outra pessoa, ela foi atraída por essa publicidade assim, não é? Foi atraída por uma campanha qualquer, e isso aí então, é marketing, isso aí tenho várias pessoas que foi… que vieram do Face. E entretanto foram ver o que é que existia, foram investigar o que é que era isto da Empower, o que é que eram os Lazy, e encontraram um artigo meu. E… epá, esta pessoa diz qualquer coisa, não é? E pronto… cá está.

Portanto esse trabalho acumulado,  é um trabalho fantástico. Tem muito valor, okay? Portanto, eu estou a fazer vendas de coisas que fiz há 1 ano atrás, não é?

(Rui) – É isso é verdade. É assim, quando nós pomos o nosso dinheiro acho eu, e o nosso tempo… Dinheiro e tempo realmente é a mesma coisa, é recursos. E quando a gente põe os nosso recursos em algum sítio, a gente quer que eles produzam o melhor, não é? Então eu sou piamente convencido de que é um desperdício gigante de dinheiro e de recursos estar a fazer publicidade para páginas de captura. Okay? Sinceramente. … Acho que nunca mais me vão apanhar a fazer isso, okay? A não ser numa experiência que eu esteja a fazer. Já fiz várias e faço constantemente, não é? Mas até agora não vi nenhum beneficio em fazer isso.

Agora… agora, fazer, com os nossos recursos, em aprender coisas que nos dão resultado… Por exemplo, como eu estava a dizer, uma pessoa nova que não tem artigos nenhuns no blog, provavelmente não é boa ideia estar a gerar tráfego para um artigo no blog porque não há artigos no blog. Não é? Ou a pessoa não tem o blog otimizado, aquilo não vale nada, aquilo não vai trazer resultados nenhuns, okay? Porque a gente sabe que tem uma curva de aprendizagem longa, ou mais longa. Então, se calhar, pôr a pessoa a gerar tráfego para uma página de captura é capaz de ser mais rápido desde que seja uma página de captura que já está feita. Funciona muito bem? Não, não funciona muito bem. Mas funciona de alguma forma para pôr a pessoa a mexer.

'Se as tuas ações inspiram outros a sonhar mais, aprender mais, fazer mais, e ser mais, tu és um líder.'- John Quincy Adams

O importante é pôr a pessoa a trabalhar, a mexer, em modo de ação. E, com o tempo, então, começar a… ela começar a perceber que pode mudar o blog, pode aprender a blogar, pode pôr o blog otimizado. E enquanto está a fazer uma coisa, pode começar a fazer a outra. Numa coisa é estar a trabalhar a curto prazo, curtíssimo prazo, com o mais curto prazo possível, e na outra está a trabalhar a longo prazo.

Então é como a pessoa que apanhou as batatas, algumas guardou para semente e outras vai comê-las. Okay. Agora, se comer as batatas todas (…) acaba-se com a gasolina, não é? Já não há. E depois não há negócio nenhum porque a pessoa não construiu nada, e nós precisamos de construir propriedade. É os… realties… é imobiliária. É o nosso negócio de imobiliária, é o nosso blog. Isto a gente vai construindo, e vai sendo cada vez mais valorizado ao longo do tempo.

1 ano passa para toda a gente e, olhando agora para trás e vejo num ano a evolução que as pessoas tiverem em termos de construir alguma coisa na Internet, muito poucas pessoas construiram alguma coisa. Muito poucas.

E aquelas que construiram têm um negócio mais sólido do que aquelas que não construiram, mas muito poucas construíram porque isso não foi ensinado ainda. Porque não havia modelo, então não sabíamos como fazer. Ninguém sabe gerar contactos com o blog a não ser nós aqui.

Ninguém sabe como é que isso se faz. E como ninguém sabia, ninguém podia ensinar, não é? Mas agora a gente pode. Agora a gente pode por isso a funcionar. E pronto, e é assim.

(Carlos) – Sim, mas eu de qualquer maneira eu estou a fazer outro tipo de experiências, não estou só a blogar. Por exemplo, estou agora a fazer experiências com vídeo que também é interessante. Em relação a fazer vídeos com… com Face… fazer  campanhas só para vídeos é espetacular. O Facebook adora vídeos. Portanto, agora fazeres uns vídeos e… estou a fazer para uma página de captura, se calhar vou fazer para um blog… vou… vou testar. Mas mesmo para uma … para uma página de captura, é muito interessante porque um vídeo classifica muito o contacto. Eu tenho essa ideia.

E outra coisa muito interessante que eu descobri é que, na própria página de captura, se tiveres muito texto…  não é aquele texto que aparece na parte visível, mas se meteres por baixo um texto… Por exemplo, uma experiência que eu fiz. Eu fiz um vídeo, e transcrevi o que dizia no vídeo, estás a ver? E o Facebook adorou isso. Fez-me a… Fez-me o vídeo… fez-me a um preço espetacular. Porque, como tem muito conteúdo a própria página… e eu só transcrevi aquilo que estava a falar no vídeo, eu pus lá. E isso foi… gerou muito, muito tráfego para a minha página, pronto neste caso para a página de fãs, e a preços baixíssimos.

Pronto, a conversão dos contactos não foi tão boa talvez porque o vídeo não é tão bom. Eu tenho de melhorar nessa área, mas há aí um potencial enormíssimo que se pode também usar. Não sei, depois fazer também a passagem, se calhar em vez de ir para a página de captura, ir para o… para o… mas é que, o que se passa é que o Facebook neste momento quer vídeo. Okay pessoal? Quer vídeo, aproveitem. E o Miguel tens bons, tem muitos vídeos, pode usar esse recurso para fazer a preços muito, muito, muito baixos, mas com alcance espetacular. Se for bem… se tiver o target bem definido.

(Rui) – O que estás a dizer é interessante, e requer um bocadinho de conversa. Os vídeos no Facebook, okay? Não quer dizer que seja assim para toda a gente, eu vou dizer da minha experiência. A minha experiência é esta: o Facebook adora vídeos, mostra a milhares de pessoas quase por nada, e portanto é fantástico para ter interação com as pessoas… o Facebook está a querer que as pessoas ponham lá os vídeos diretamente, e não pôr lá os vídeos vindos do Youtube. Então está a promover muito isso. Então mostra muito, e isso é bom. Mas, da minha experiência, gera poucos cliques para o site, ou para a página de captura, comparativamente com o mesmo dinheiro gasto com um post com conteúdo normal, com uma foto…

(Carlos) – Mas, oh Miguel…. Mas oh Rui, só… a minha experiência agora que ainda estou nessa fase de experimentar, ficam mais baratos os contactos que eu estou a conseguir gerar através de um vídeo, do que propriamente aquele modelo de publicidade só com um texto e com uma imagem.

(Rui) – Então está fantástico.

(Carlos) – Não são ao preço que eu quero, estão longe do preço que eu quero. Estou a tirar a 2 euros e tal, eu queria baixar esse preço. Mas de qualquer maneira, é para aí metade daquilo que eu estava a conseguir. Porque eu gastei agora nos últimos 2 meses, gastei algum, não muito, mas gastei algum dinheiro em publicidade fazendo aquilo exatamente como é ensinado. Faz um texto, uma história patrocinada a uma página de captura. E eu não conseguia retirar contactos a menos de 3 euros e meio, foi o número mais baixo que consegui. 3 euros e meio foi o mais baixo, mas a média era 5 ou 6 euros.

Tudo bem, eu sei que …. pá pronto são anúncios patrocinados, pronto, tem mais… é um contacto mais qualificado porque a pessoa só clica se quiser, só vai ver se quiser, mas quer dizer… facilmente se estoira um orçamento, não é? A gente tem um orçamento limitado e rapidamente estoira esse… e depois, por acaso, sempre que faço publicidade… não é por acaso, mas sempre que faço uma publicidade desse género consigo tirar rentabilidade dele. Consigo… fico sempre com saldo positivo, mas noto cada vez é menos… a tendência é cada vez… os contactos são mais altos e cada vez convertem menos, não é? É isso…

(Rui) – É boa ideia encontrar outras alternativas, sim. É boa ideia.

(Carlos) – Também pode ser a minha comunicação que não está a ser boa, que era isso que eu também queria aqui desenvolver, a minha comunicação através dos emails, ou pronto. Mas eu noto que as pessoas que eu estou a conseguir atrair cada vez são melhores mas eu preciso de melhorar a minha comunicação para essas pessoas.

(Rui) – Estás no processo, Carlos. Tu estás no processo. A minha experiência com o vídeo não é assim tão boa porque nunca consegui grandes coisas com o vídeo, não é? Em termos dos preços. Mas pronto. Mas isso cada um tem a sua experiência.

(Carlos) – Não. Eu estou muito entusiasmado com a questão do vídeo.

(Rui) – Eu pessoalmente nunca o pus a funcionar, não é bem a minha área de escolha, não é? Eu gosto mais da escrita do que do vídeo, então faço mais isso do que fazer vídeos. Como essa não é a área que eu escolhi não me dedico tanto a isso. Mas é boa ideia tu te dedicares, o Miguel é mestre no vídeo, é boa ideia se dedicarem a isso e pôr isso a funcionar porque faz falta essa experiência, saber como fazer, dominar os detalhes, estás a ver? Eu não sei, eu não sei isso. Okay pessoal?

Olha, vamos terminar, a não ser que alguém tenha alguma questão para colocar. Vamos terminar a nossa conversa de hoje, o nosso Hangout.

Está tudo okay? Então vá, vemo-nos amanhã.

(Miguel) – Até amanhã. Obrigado.

(Rui) – Vamos ver se amanhã vamos falar de conteúdo, okay?

(Miguel) – Está bem.

(Carlos) – Até amanhã, obrigado então.

(Rui) – Até amanhã. Xau xau.