Power Bloggers: Escrever e Formatar Conteúdos

Em outros hangouts falamos um pouco sobre este tema, mas muito por alto…

Agora vamos falar especificamente sobre conteúdo: como escrever os artigos no blog, para estarem otimizados e gerarem contactos qualificados.

  • Falar sobre o quê,
  • qual a estrutura do conteúdo de forma a criar mais impacto e envolvimento,
  • onde é apropriado colocar links internos e externos,
  • imagens virais e legendas,
  • formatação em termos do tipo de letra e headings,
  • banners,
  • chamadas à ação…

… Isto tudo e muito mais!

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♦ Transcrição:

Carlos – Viste aquela cena… viste aquela cena do… do teu blog… do teu coiso… foste atacado por um hacker.

Rui – Ya, ya… Fui ver. Aquilo estava ruim. É. Só se via naquele domínio, no Blogger Ninja, mas aquilo estava tudo contaminado, o servidor inteiro.

Carlos – Iihh pá… Os gajos conseguiram entrar?

Rui – Ya, os gajos entraram num sítio qualquer e contaminaram aquilo tudo. Agora, foi reposta uma backup, com 4 dias para trás e agora está tudo impecável, não é? Mas aquilo foi assim um bocadinho agreste. Estava muito contaminado, os domínios todos contaminados, tudo cheio… cheios de lixo… Os gajos fizeram lá uma… não teve nenhuma consequência grave, estás a ver? Não aconteceu nada de grave, nem bases de dados lixadas, nem nada. Portanto nem foi preciso repor nada disso, mas estava tudo contaminado com ficheiros estranhos, mas pronto…

Carlos – O gajo foi para lá brincar. Foi só brincar, não é?

Rui – Ya, ya, não foi nada de grave. Foi só para dizer que: “Sou o melhor, eu consigo entrar no teu servidor.” Mas pronto…

Carlos – Deve ser o “haradim”…

Rui – Não tem problema nenhum, não é? É um bocadinho aborrecido, mas não tem nada de mal.

Carlos – Ok.

Rui – Alright! Então vamos começar o nosso hangout. Hoje está tudo cheio de sono. Eu também, é por isso que tomo outro café.

No fim de semana, não fiz nadinha. Foi muito bom. Estive mais a minha filhota aqui, a mais nova, as outras foram todas embora, foi tudo para a praia. E então fiquei com a mais nova, aqui ao pé de mim, e já não estávamos assim juntos sozinhos há muito tempo, não é? Porque está aqui toda a gente, é muita confusão, muita gente, muita brincadeira, muita coisa… E ontem foi fixe… Ontem não, no fim de semana, porque tivemos juntos outra vez. Já não estávamos há que tempos a ver televisão, e na brincar, e fazer uns jogos, e tal. Foi fixe. É porreiro.

Ok, então hoje vamos falar de conteúdo, de escrever e de estruturar, não é?

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Carlos, estavas aí a dizer que estavas a fazer uns links para umas páginas de captura e como é que foi? Conta lá, para ficar aqui no vídeo. Podes falar com a boca cheia, que a gente não se importa, a gente não se importa.

Carlos – Pois, estou a acabar. Mas eu vou-te passar o link, é isso?

Rui – Não é isso, não é isso… Estavas a comentar, que estavas a pôr links no teu artigo e a fazer páginas de captura e que depois, enquanto estavas a pôr links, aconteceu outras coisas, e querias… e que tinhas outras ideias e… É só para ficar aqui no vídeo, porque isto é interessante.

Carlos – Sim.

Rui – A gente não estava a gravar quando disseste isso.

Carlos – À medida que ia pondo os links em palavras-chave, ou… em chamadas de acção… ia-me lembrando de outras coisas que eu tenho que falar, outros artigos.

Portanto começou-me… de repente pelo artigo, deu-me a ideia para fazer uma carrada de artigos, pelo menos uns 4 ou 5 artigos têm que ser feitos para complementar a informação.

Portanto às vezes a gente tem a dificuldade em descobrir: “Falar sobre o quê?

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Há tanta coisa para falar, que é… faço um artigo, começo-me a lembrar de outros que tenho que escrever. Então já tenho aqui uma lista de artigos que vou escrever.

E pronto, isto é um processo que não pára, às vezes a gente tem dificuldade em saber: “falar sobre o quê?” Epá, há muita coisa para falar. E mesmo que sejam assuntos que já outros falaram, mas vamos falar da nossa perspetiva, é isso que eu quero falar. Portanto era isso. Achei incrível a quantidade já de ideias que eu tenho para escrever.

Rui – Isso é fixe, é fixe. O meu problema, e eu concordo contigo, não é? Eu sofro desse mal. O meu problema não é ter ideias, é ter tempo… e vontade, não é? Se não, não fazia mais nada o dia todo que é estar aqui agarrado a escrever aquilo que eu quero… não é?

Eu não quero gastar, passar o dia inteiro aqui de volta do computador a escrever artigos. E mesmo assim, não me chegava o tempo, não é? Porque ideias não faltam. E então…

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Carlos – Exato.

Rui – … É interessante. É muito interessante. É interessante esse processo. Porque é mesmo assim, é mesmo como tu estás a dizer. Ok, então…

Carlos – Porque às vezes, há assuntos… pronto… se queres falar sobre um assunto, há muitas maneiras de falar sobre esse assunto, de uma forma…  numa perspetiva diferente.

Por exemplo: estares a falar de negócios, por exemplo: fazer negócios na Internet, podes falar na perspetiva de uma pessoa assalariada, tem uma forma… uma pessoa que trabalha, portanto, tem um emprego, tem uma perspetiva de olhar para um negócio, um empresário já tem outra, uma pessoa que quer ganhar dinheiro pode ter uma perspetiva, outra pessoa que quer… aprender a fazer negócios para poder ensinar.

Pronto, há assim muitas perspetivas. Então à medida que eu estava a escrever o artigo, estava a… situações que eu estava a falar para um tipo de pessoa, mas apercebi-me que há outras pessoas que vão ver aquilo de outra forma. Então tenho que escrever um artigo para essas outras pessoas. É um pouco assim.

Rui- Ok…

Carlos – E tenho muitos artigos que eu já escrevi, e esses artigos eu vou trabalha-los num sentido mais claro, porque... Eu por exemplo tenho um link interno do meu artigo para outro artigo, e chego lá e vejo que aquilo é assim um bocado… pronto é… é muito geral. Então agora, já percebi que eu tenho que pegar nos artigos e ser mais específico naquilo que estou a dizer. Pronto é um bocado isso.

Rui – Então isso é espetacular. Na verdade, aquilo que eu estava a dizer no outro dia: “a gente voltar atrás e voltar a rescrever artigos que a gente já tinha escrito antes.

Hangout Referido: Power Bloggers – Ofertas, Funis de Marketing e Nichos de Mercado

Porque entretanto aprendemos mais coisas, temos uma ideia mais clara, de como é que se faz, e de como é que fica melhor. Isso nunca pára, nunca acaba, não é? E então a gente está sempre a ir atrás a ver, porque lá está, como tu disseste, que a gente faz um link para outro artigo, vamos ver o artigo. “Iihh, como isto está! Temos que mudar isto!”

E então é assim mesmo como tu estás a dizer. Acontece-me… acontece-me constantemente. É muito fixe.

E no geral, o blog todo vai melhorando conteúdo, vai melhorando o estilo, vai melhorando a clareza, vai ficando cada vez melhor, o blog inteiro. Não é? Enquanto a gente vai fazendo isso, vai fazendo esse trabalho. É muito fixe.

Milú e Toni…

Toni – Eu tenho… em relação ao que vocês estão a falar, é estranho, porque foi exatamente o que nós estivemos a fazer este fim de semana. A refazer artigos. Porque depois daquela informação que tu nos deste, realmente chegamos à conclusão que aquilo não estava minimamente bem. E até para fazer a ligação entre artigos, no fundo para linkar uns artigos para outros, e depois temos que ir ver como é que está o outro, não é?

E é interessante, porque acabamos por… já consegui pôr algumas coisas direitas, claro que não é tudo, isto vai demorar o seu tempo, mas está a ficar com… está a ficar diferente. Está a dar outro prazer, digamos assim. Para mim, ler e depois mesmo fazer, está a ser interessante isso. Mas é engraçado pelos vistos, foi o tema… o nosso tema também do fim-de-semana. É interessante.

Rui – É. Isso… isso é uma coisa que a gente está sempre a fazer, não é? É um processo que nunca mais acaba.

Agora, hoje vamos falar precisamente acerca disso. Do conteúdo, como é que a gente arranja o conteúdo e como é que a gente estrutura, não é? Como é que se faz a estrutura?

Temos falado um bocadinho espalhado, ao longo destes últimos dias, deste assunto, mas um bocadinho disperso em todos os hangouts e hoje vamos falar um bocadinho, mais especificamente acerca disso.

Conteúdo… A gente começa sempre pelo nicho, não é? E falámos muito, no último hangout falámos muito sobre isso: “como é que nós descobrimos o nosso nicho natural?

A gente tem que fazer o exercício de introspeção, de nos conhecer-nos a nós próprios, de perceber o que é que nós gostamos… E é muito importante isto.

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Às vezes, a gente tem uma ideia e depois de uma forma automática, pensamos o que é que  outra pessoa vai pensar sobre isto. Alguém. Por exemplo, imagina que agora… Toni ou Carlos, ou outra pessoa qualquer… lembra-se de um artigo, e depois a seguir pensa assim: “Ah o que é que o Rui Gabriel vai pensar sobre isto?” E começa a avaliar o seu trabalho, ou as ideias que tem, de acordo com aquilo que pensam que seria a minha perspetiva, ok?

Isso por um lado é interessante de se fazer, não é? Por outro lado, não é interessante de fazer.

Porque facilmente, vocês podem imaginar… eu estou a dizer isto no geral, não quer dizer que aconteça, não é? Mas no geral, isto tem essa tendência, para avaliarmos as nossas ideias pela perspetiva daquilo que a gente pensa que é a perspetiva do outro. É de alguém que a gente respeita, ou de alguém que a gente gosta, ou que gosta de nós, ou assim, não é? E às vezes isso tira-nos um bocado a espontaneidade que a gente precisa de ter.

  • Por um lado é interessante, porque pode-nos ajudar na nossa mente, a balizar as coisas e a avaliar, ok? Ou seja: “Vou fazer isto desta maneira. Ora o que é que o fulano pensaria sobre isto? Olha ele pensaria assim, assim, assim e assim. Ok, então eu posso mudar, eu posso melhorar assim, assim, assim e assim.” Ok? Conforme aquilo que a gente imagina que possa ser. Isso é uma parte positiva deste formato, desta forma que a gente tem de trabalhar.
  • Uma parte negativa é que pode-nos retirar aquela energia da inovação, aquela energia de fazer alguma coisa de diferente. É, se a gente imaginar que a outra pessoa pensa diferente de nós, ok? E se a outra pessoa pensa diferente de nós, não tem mal nenhum. Nós podemos pensar como nós quisermos, não temos que pensar igual ao outro, nem que seja o maior guru da história da humanidade, não é? Nós não temos que nos medir pelo guru. A gente tem que nos medir por nós próprios, não é?

E então, quando a gente tem uma ideia para um artigo, que é uma forma de fazer, precisamos de conhecer-nos o suficiente para sabermos se aquilo é uma coisa que… medir um bocado a nossa emoção e o nosso entusiasmo, e a nossa energia, por aí.

Quando a gente faz alguma coisa que nos entusiasma, isso é sempre bom, ok? Nunca vi nada que nos entusiasme que seja ruim. Nunca… nunca vi isso a acontecer em lado nenhum.

Às vezes vem uma pessoa por trás, ou ao lado, e diz: “Ah, mas…” e retiram-nos a energia, não é? Porque nos põe a ver as coisas numa perspetiva que nos retira um bocado esse entusiasmo, às vezes pode acontecer.

Se isso acontecer, a gente não pode dar ouvidos a isso, a gente tem que focar o nosso entusiasmo naquilo que nos… o nosso trabalho naquilo que nos entusiasma, não é?

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O entusiasmo é provavelmente a emoção mais indicadora daquilo que para nós é certo. Se eu tiver entusiasmado com uma coisa, em princípio isso é uma coisa boa para mim, ok? Em princípio. A probabilidade de ser uma coisa boa para mim é muito maior do que eu pensar numa coisa que não me entusiasme e que eu sinto que tenho que fazer, ok? “Ah, eu tenho que fazer aquilo daquela maneira, mas não estou entusiasmado com essa ideia, não estou entusiasmado com isso.” Provavelmente, é capaz de não ser assim tão interessante, ok? Ou pelo menos não produzir um efeito tão bom.

Agora, tudo o que nos entusiasma é positivo. Então se a gente começa a pensar: “Ah, vou escrever um artigo sobre aquele assunto” e ficas empolgado com isso. Ok, esse é um ótimo assunto para tu escreveres, tem haver com o teu nicho, tem haver com a tua maneira de ser, ok?

Essa é a primeira forma de nós sabermos quais são os conteúdos que fazem parte do nosso nicho natural: são aqueles que nos entusiasmam.

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A emoção positiva que vem associada com uma ideia que nós temos para um artigo, ou alguma coisa que a gente tenha para comunicar, não é? Depois precisamos de ver, quando começamos a escrever, é preciso formatar de uma certa forma.

Vamos hoje também falar um bocadinho disso. A maneira de formatar o artigo. Já falámos algumas vezes, mais ou menos nisso, eu vou repetir. Para ver se a gente não se esquece.

  • Então temos um título com as palavras-chave, depois temos uma imagem que tem as palavras-chave na descrição, no “alt”, não é? No nome da foto, no nome do ficheiro, mais o título e a descrição do ficheiro, lá no blog, devem ter as palavras-chave.
  • Depois temos no 1º parágrafo, de preferência com letras grandes, com as palavras-chave também, uma pergunta e um título;
  • Depois temos artigos espalhados… links para artigos do nosso blog, espalhados ao longo do nosso artigo, para aí ao rácio de 1 em cada ecrã, não é? Para a pessoa estar sempre a ver, visualmente, está sempre um link à sua frente. Se quiseres optar por essa opção, não é?
  • (Nada disto que eu estou a dizer é obrigatório, e não temos que pôr isto tudo sempre em todos os artigos, não é? Cada um depois orienta-se como entender.)
  • Links para páginas de captura e banners no meio dos artigos, é sempre interessante.
  • E ter um call to action, ok? Terminar o artigo sempre com uma chamada à acção, pode ser para comentar, pode ser para partilhar, pode ser para subscrever um lista que tenha haver com aquele assunto, para clicar e receber um ebook grátis sobre aquilo, para ir visitar qualquer coisa, sei lá… qualquer coisa. O texto do artigo deve sempre ter chamadas para a pessoa interagir. “Clica aqui, faz aquilo, vê isto, isto é interessante, se gostaste disto, também podes gostar daquilo… artigos relacionados com este: este, este, este e este… “ Ok?
  • Infografias, imagens espalhadas ao longo do artigo. Cada uma imagem, mais ou menos, a cada 350/400 palavras, uma foto. A foto com um legenda de preferência, se a legenda tiver um link, melhor ainda, ok?

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Pronto, esta coleção de coisas que eu estou aqui a dizer, tem haver com a formatação dos artigos, ok?

  • Depois a divisão dos artigos em blocos, os títulos.
  • Se for um artigo longo, põe um índice, para as pessoas clicarem e irem diretamente para o sítio, com os links também para voltar ao índice, se for um artigo longo. Longo quer dizer, para aí a partir de 1000 palavras ou 2000 palavras, já podes pôr lá um ou dois sumários, não é? Pôr um sumariozinho no início, com links para a pessoa ir diretamente para os sítios.

Isto é tudo muito interessante. Então esta formatação do artigo, ajuda muito a pessoa, quando entra ali, quando cai ali, de ver que aquilo está bem organizado, está bem estruturado, é fácil navegar, tem recursos…

É muito interessante, por exemplo, fazeres uma secçãozinha, num artigo ou noutro que te pareça, com recursos. Recursos quer dizer, quando a pessoa pode encontrar mais informações sobre um assunto, que a gente está a falar.

Então podes fazer uma caixinha e pôr lá ”lê este livro em tal sítio”, ou ”vê este vídeo em tal sítio”, ou ”faz o download deste PDF de alguém” que tu tenhas, ou um PDF que já tenhas, para ilustrar aquilo que tu estás a mostrar ali, ok? São recursos.

A pessoa evita, não precisa de ir à procura de mais informações na Internet, porque tu estás ali a proporcionar tudo, não é? Então quanto mais completa for a informação que tu dás, melhor.

Outra coisa importante, são dados. Dados.

Datas, números, isso são coisas importantes, quando estás a referir alguma coisa, refere dados reais.

Por exemplo, uma pessoa diz assim: “Ah, 90% dos negócios vão há falência em 5 anos.” Isto não é um dado, é uma opinião, ok? Apesar de ter um número, não é um dado. Porque não é 90% dos negócios que vão à falência em 5 anos, não fazem ideia nenhuma se isso é verdade ou não. A não ser que tenhas uma estatística oficial, ou uma fonte que te mostre isso. E então deves citar essa fonte, deves ir à procura dela, e por exemplo podes ir ao Google perguntar: “Qual é a esperança média de vida de um negócio?” Por exemplo. E procuras o dado, procuras a informação correta, ok? E depois vais citar essa informação: “De acordo com blá, blá, blá, blá…” e pões um link para esse sítio, “… 93,5% dos negócios fecham no período de 5 anos.” Então estás a dar um dado, ok? Não estás só a dar uma opinião.

Isso é importante, não é? Aliás isso é muito importante, porque isso credibiliza tudo o que tu estás a dizer, e por exemplo se dizes assim: “recentemente estive nos Estados Unidos“, ou “estive no evento“, ou “fui de férias não sei a onde” e se isso for um ponto importante do teu artigo, deves pôr uma foto tua nesse sítio, não é? É uma prova, é um elemento de prova que estiveste lá e que estiveste a falar com aquela pessoa, não é? “Ah encontrei o fulano tal um dia destes e ele disse-me isto” Ok, põe lá uma foto tua com essa pessoa, estás a ver? É um elemento de prova.

Não é fácil… às vezes a gente esquece-se destes detalhes, mas se a gente descer ao nível da prova, tentar provar os dados importantes todos que a gente põe no nosso blog… Não precisamos de estar, claro, a provar, tudo e mais alguma coisa, não é? “Ah fui almoçar com um amigo meu e comemos um arroz de peixe.” Não precisas de pôr a foto do arroz de peixe, não é? É uma coisa mais ou menos irrelevante, a não ser que esse seja realmente o assunto do artigo. “As 4 lições que eu aprendi à mesa com um amigo a comer arroz de peixe.” Não é?

Então se tu falares no arroz de peixe, como é que ele é feito, a mistura dos peixes, o que é que tu aprendeste com isso, a textura do arroz, tem que ir para a mesa… por exemplo, tem que ir para a mesa com bastante água, porque depois acaba por secar, à mesa, não é? Depois fica muito seco e não se pode comer, tem que ser comido na hora e feito na hora… Tu daqui podes tirar conclusões em relação à velocidade de decisão, aos timings das coisas, podemos tirar daqui muitas conclusões, não é? Muitas aprendizagens. Então imagina que escreves um artigo acerca disto, e claro não tem mal nenhum, neste caso, pôr lá a foto do arroz de peixe, não é? E da refeição e do amigo, porque tem tudo haver com o tema principal do artigo.

Mas claro, não é preciso normalmente descer a esse nível de detalhe, a não ser que isso seja um dado importante. Mas acrescentar dados, estatísticas, e provas, elementos de prova no nosso artigo, é muito importante.

Toda a gente dá opiniões à vontade, e isso não é credível por isso, não é?

É credível se nós juntarmos dados.

E às vezes dados, dar pequenos dados credibilizam o artigo inteiro, ok? Pôr dados sobre uma viagem, dados sobre uma roupa, dados sobre uma pessoa, algum dado que a pessoa veja que aquilo é verdade, é mesmo verdade, aquilo aconteceu mesmo. Não é só uma coisa que está na cabeça, assim à toa, ok? E então, isso é interessante, é interessante.

Então sempre que nós podemos juntar dados, devemos juntar dados concretos com fontes, citar as fontes, ok? Se a gente vê que isso é importante.

E depois, sobre a formação dos artigos… Acho que está tudo. Acho que mais ou menos, é isto que eu tinha para dizer, de forma a nós melhorarmos a credibilidade e a força daquilo que nós estamos a dizer, não é? Então…

Carlos – E Rui, e páginas de captura aí? Para capturar o contacto. Podes falar um bocadinho sobre a forma como colocas isso? E mesmo os “call to action”…

Rui – Ya, então… eu vi várias coisas. Testei várias coisas de várias formas e realmente tudo funciona, tudo funciona.

Se tu tiveres poucos links no artigo, esses links… imagina que tens num artigo de 1000 palavras e tens 2 links. Esses links vão para páginas de captura. Esse artigo capta mais contactos do que se tiveres muitos links espalhados para artigos do blog, e entre esses links todos, imagina tens 10, entre esses 10 artigos, tens 1 ou 2 para páginas de captura.

Portanto se tiveres… se a percentagem de links para páginas de captura for baixa, naturalmente vais gerar menos contactos, ok? Aumenta é a interação das pessoas, elas interagem mais, clicam mais, vão visitar outros artigos do blog, e nesses artigos, outros do blog, também tens banners e também tens links para páginas de captura, não é?

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Mas naturalmente, quando tens muitos links espalhados ao longo do artigo… Ninguém clica nos links todos, ok? Isso não existe, a pessoa clica num ou clica noutro. E se tiveres menos links, e esses links forem para páginas de captura, a probabilidade de a pessoa clicar num link para uma página de captura e pôr o email, é maior, não é?

Portanto, menos links, e que sejam para páginas de captura. O que é que acontece?

Quando nós temos muitos links, e links para, portanto, links para artigos do blog, links internos, e ali no meio temos alguns links para páginas de captura, que eu recomendo que a gente faça isso.

Pode ser interessante, e é, nós colocarmos banners ao longo do artigo, para páginas de captura. Ok? É muito interessante isso. Isolados do resto, para a pessoa perceber que aquilo, até pode não ter haver com o artigo, muito diretamente, mas pões uma forma de isolar aquela secção, aquela que tem um banner, do resto do artigo visualmente isolado, para a pessoa perceber que aquilo é publicidade, e que aquilo vai a levar para outro sítio, vai sair do artigo. E pode não ter haver propriamente muito com o artigo, estás a ver?

Por exemplo, sei lá, estás a fazer um… não tem que estar encadeado… encadeado no assunto do artigo. Se for um link de texto, tem que estar, não é? A gente está a escrever aquilo, o link do texto, tem que ter as palavras que estão na página de captura e tem que estar em integrado no conteúdo do artigo, não é? Porque está no artigo.

Mas se for um banner, uma imagem, ou uma coisa que tu possas separar do artigo, a este nível não tem que estar tão integrado dentro do artigo. É óbvio que tem que estar dentro do assunto que nós estamos a falar no artigo, não é? Se não tiver nada haver com o assunto é mais difícil das pessoas clicarem ali e irem ver, mas tendo haver com o assunto, não tem que estar assim tão integrado no artigo. Mas nesse caso, deve estar mais ou menos isolado, ok?

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A mesma coisa em relação ao “call to action” para páginas de captura, não é? Se tiver integrados no artigo, está fantástico, se não estiverem integradas, se não estiverem muito haver com o contexto, então a gente tem que isolar, mesmo visualmente isolar, para a pessoa perceber que aquilo, não faz parte, propriamente do artigo, ok?

Vou-te mostrar aqui um exemplo, num instante para ilustrar isso. Deixa-me cá ver onde é que isso está… Ora tenho aqui, ando aqui há procura de umas imagens, onde é que está aqui no artigo do meu blog…

Olha vou te dar aqui um exemplo daquilo que eu estava a dizer em relação a dados. Estou a escrever um artigo acerca do valor pessoal, e falei aqui no Cristiano Ronaldo.

Eu lembrei me daquela expressão do Cristiano… de valer o seu peso em ouro, não é? E pensei assim: “Bem, o Cristiano Ronaldo deve valer o seu peso em ouro.” Pensei eu. E então decidi que ia ver se valia ou não, e fui ver, fui procurar dados e então, fui procurar informações e estou aqui. “O Cristiano Ronaldo não vale o seu peso em ouro, o Cristiano Ronaldo vale 57 vezes o seu peso em ouro.” Estás a ver? Achei esse dado muito interessante.

Cito a “PSF”, para saber que o valor do Cristiano Ronaldo são 149 milhões de euros. Depois sei que ele pesa 80 quilos, porque fui ver à página oficial do Real Madrid, diz lá. Portanto ele vale 1.862.000€ por Kg, ok? O ouro vale 32.000€ o Kg, conforme a calculadora da DECO Proteste, que está aqui. E portanto o homem vale 57 vezes o seu peso em ouro.

Estás a ver um dado interessante? Isto para ilustrar aquilo que a gente estava a dizer à bocado em relação aos dados, estás a ver? E…

Carlos – 30… O ouro custa só 33.000€?

Rui – O Kg! É, está aqui, calculadora da DECO Proteste computação do dia 16/05, foi quando eu fui ver a cotação. Portanto ontem.

Carlos – Tinha ideia que era mais, mas pronto.

Rui – Ok?

Carlos – É aquelas ideias que a gente tem, não é?

Rui – Exatamente. 32.000€ o Kg, ok? Está aqui o preço, o Kg… o ouro de 24 quilates, que é o melhor de todos que há, não é? Que é o ouro puro, não é? Há outro ouro que vale menos, não é?

Mas pronto isso é só para a gente ter uma ideia, daquilo que eu estava a dizer à bocadinho, em relação aos dados, estás a ver? Que é interessante.

Deixa-me ir aqui, acho que este artigo tem aqui algumas dessas coisas. Deixa-me cá ver se encontro aqui…

Ok, estás a ver aqui? Por exemplo, então estava a falar de pôr links, no meio dos artigos, estás a ver? Pronto este artigo tem muitos, tem muitos links para muitas páginas dentro do blog, muitos links internos, também tem links para páginas de captura, mas o artigo é muito longo, tem muitos links espalhados, por aqui fora.

Então eu decidi pôr links para páginas de captura isolados do resto, estás a ver aqui? Isto… diz aqui: ” Em Destaque aqui no blog” Isto não tem nada haver com o artigo, estás a ver? Fiz esta caixa azul, e pus um banner aqui dentro, para isolar isto do blog, do artigo. Para a pessoa não ficar com a ideia que isto tem haver com o artigo, que não tem.

Vamos por aqui abaixo, estás a ver? Outra vez. Isto não tem a haver com o artigo, a pessoa está a ler isto por aqui abaixo e chega aqui, percebe que isto é uma coisa diferente, é um banner de publicidade, vai para outro lado, estás a ver?

Então a gente pode, no caso de não… olha aqui a mesma coisa, estás a ver? Isto aqui também está separado, apesar de isto ter haver com o artigo, não é? Mas também é um banner, isto também é uma página de captura, não é? Que é para o blog “broadcast”.

Então se a gente isolar visualmente o banner, por exemplo, no caso de pormos um banner… estás a ver aqui também. Também está isolado, que isto também não tem diretamente haver com o artigo do blog. Mas nisto, 93% das pessoas, que leram este artigo, adoraram este ebook. Eu fui buscar este dado onde? Fiz um inquéritozinho, rápido. A uma amostra muito pequena, só meia dúzia de pessoas, para ter uma ideia de quanto é que eles tinham gostado deste ebook, pessoas que tinham lido o meu artigo, tinham feito download do ebook. Então pronto, de repente fiquei com um dado, para poder pôr aqui, não é?

Mas é para explicar como é que podemos isolar, aproveitar para pôr banners e para pôr publicidade no nosso artigo, mesmo que a gente não esteja propriamente integrado dentro do artigo, ok?

E o que é que acontece com isto? Isto, visualmente, chama a atenção, vai provocar muito mais cliques do que um link de texto, no meio de uma quantidade enorme de outros links de texto, no meio do artigo. Ok?

Então isto gera mais contactos, o facto de a gente pôr isto neste formato. É muito mais interessante.

Apesar de que no meio, podemos estar, aqui no meio poderão estar links para páginas de captura também, para quem está a ler o artigo, e chega aqui e vê os links, e clica neles, não é? Mas como há outros links, que vão dar para páginas do blog, os links para páginas captura ficam um bocado perdidos, ali no meio, e então geram poucos contactos, ok? Apesar do artigo poder gerar muita interação, ok?

Pronto vou dar um exemplo de prova, ok? Há bocado estávamos a falar da prova. Aqui estou a dar o exemplo do Batman e do… deixei de usar a t-shirt do Batman e passei a usar a do… desculpa, deixei de usar a t-shirt do Super-Homem e passei a usar a t-shirt do Batman, estás a ver? Está aqui a falar por causa das ideias que a gente tem sobre os super-heróis, que são pobres, que lutam contra o mal e tem aquela atitude de… pronto serem coitados e não terem nada, e de viverem em dificuldades, e essas coisas, não é? E que eu gostei do Batman, porque o homem é rico e usa a fortuna dele, é uma pessoa comum, primeiro, não é um super, é uma pessoa normal, e usa a tecnologia e usa o dinheiro para mudar o mundo, não é? Ok, então achei graça a este conceito, e ilustrei isso no formato do Super-Homem, ou do Batman, não é?

O Super-Homem que tem super poderes e é pobre, e ainda por cima vive lá com a Louis Lane, não é? Trabalha lá com ela, e ela gosta do Super-Homem e ele é não é o super-homem, porque ele está disfarçado com os óculos. É o desgraçado, é o órfão, é o… mas tem super poderes.

E o Batman não tem super poderes, e é rico e usa a tecnologia para lutar contra o mal. Então achei engraçado a isto, e então, lá está a prova, não é? Eu fiz a prova, pus duas fotos minhas uma com a t-shirt do Super-Homem, outra com a t-shirt do Batman, não é? Para a malta perceber, que isto não é só… aquilo que eu estava a falar não é somente uma elaboração mental, mas é uma coisa verdadeira, que aconteceu mesmo e tenho aqui as fotos a provar, estás a ver?

Artigo onde se encontra este exemplo: As 11 Ideias Perigosas do Senso Comum Que Parecem Verdadeiras

Pronto são coisinhas assim pequenas que dão credibilidade aquilo que nós estamos a dizer.

Eu não precisava de provar isto, mas provando, pondo a foto e provando, ganha credibilidade tudo o resto que eu estou a dizer, mesmo muito mais pequenos pormenores do meu artigo, a pessoa percebe são verdadeiros. Não é que eu esteja a dizer coisas só no ar, sem terem acontecido mesmo a sério. Não, aconteceram mesmo, e como aconteceram mesmo eu dou uma prova disso, e isso de repente credibiliza tudo o que está no blog.

Sempre que eu disser alguma coisa a pessoa já acredita mais facilmente naquilo que estou a dizer, mesmo sem eu estar a fornecer uma prova disso que eu estou a falar, não é? Portanto, é isto que eu estava a dizer à bocado,em relação às provas, ok? Fornecer dados e fornecer provas. Pronto, ok.

Em relação aos call to action é isto aqui que eu vim aqui mostrar, como é que nós isolamos do artigo, visualmente isolado do artigo, a gente isola páginas de captura e banners, para chamar mais atenção e para a pessoa clicar mais, e gerar mais contactos, ok?

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Deixa-me cá desligar aqui a partilha, ver se eu sou capaz. Parar, está aqui. Ok, deu para perceber Carlos, a ideia? Ok, pronto então, isso…

Carlos – Deu…

Rui – Ya… Gera muito mais contactos assim, do que estarem links perdidos no meio do artigo, estás a ver? No meio dos outros artigos todos.

Carlos – Sim, sim…

Rui – Ok? Porque chama mais a atenção…

Carlos – Eu como fazia era geralmente um artigo sobre um assunto e depois no fim é que punha um call to action e punha um link… só fazia assim. Havia um ou outro artigo que eu colocava, o link… mais que um call to action, mas normalmente só utilizava um fim. Portanto, todo o artigo era como se fosse um funil para aquele call to action… E…

Rui – Eu percebo isso, mas isso normalmente não funciona muito bem, porque a gente imagina que a pessoa começa a ler o artigo no principio e acaba de ler no fim. Vamos desenvolvendo uma ideia e quando chega ao fim, quando uma pessoa já leu tudo o que está para trás, está pronta para clicar, é isso que a gente imagina, na verdade não é assim.

Ninguém lê nenhum artigo assim.

Aliás se tu reparares como é que tu lês artigos, não é assim. Tu lês o título e o primeiro parágrafo, e depois saltas por aí abaixo, à espera das primeiras coisas que te chamam a vista visualmente, chamam a atenção. É isso que tu lês. Normalmente são os títulos, se tiver links, os links chamam a atenção, porque têm uma cor diferente, se tiver banners, os banners chamam a atenção, porque são isolados, são diferentes, não é? São imagens, se tiver descrições, as descrições das imagens chamam muito a atenção, porque tu queres perceber o que é que aquela imagem se está a referir a quê, então vais ler o caption, não é? Aquela descriçãozinha que está por de baixo da imagem.

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Essas coisas todas, a gente vai lendo isso tudo, por ali abaixo, há pessoas que ficam aí mais tempo, pessoas que vão embora mais rápido, conforme se interessaram mais ou menos por aquilo que foram vendo na diagonal.

Como quando a gente afunila o conteúdo… uma pessoa… vamos desenvolvendo argumentos, para que no final a pessoa clicar e fazer alguma coisa, se esses argumentos… se a gente estiver a fazer conta que a pessoa leu esses argumentos para clicar, a gente perde a oportunidade, porque a pessoa não leu. A pessoa chega ali, vê uma coisa para clicar e se calhar nem sabe o que é que estás a falar, porque não leu nada que está para trás, ok? Passou com os olhos por cima, e se não for suficientemente explicito nos títulos e nas fotos, a pessoa não sabe o que é que estás a falar, não é? E provavelmente nem liga aquilo.

Então é interessante nós colocarmos formas de interagir, eu não estou a falar de call to action, quando a gente chama um call to action, normalmente a gente diz é chamada a acção, não é? Ou seja, faz isto ou faz aquilo, isso normalmente vem no fim. A gente no fim termina com uma coisa desse estilo: “clica aqui” ou “comenta, eu gostava de ter a tua opinião” ou “tenho esta oferta para te dar, clica aqui e vê este ebook, vê este vídeo” , ok? Está ok, está bom.

Mas nós podemos e devemos, criar múltiplos pontos de interação para as pessoas poderem interagir com o nosso conteúdo, ao longo do artigo.

Não temos que deixar tudo para o fim.

Aliás, a maior parte das pessoas, não chega ao fim.

Por isso é tão interessante ter um link logo no primeiro parágrafo e ter lá algum… pôr as imagens com legendas, ok? Captions nas imagens de preferência com links, e pôr links para outras páginas do nosso artigo, dividir bem o artigo, mesmo visualmente, com espaços entre os parágrafos, e com títulos e subtítulos, e com links espalhados, para as pessoas interagirem com o nosso artigo, enquanto vão passando com os olhos por cima, ok?

O artigo não é feito para a pessoa ler, é feito para a pessoa interagir.

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Portanto o objetivo do nosso artigo não é que a pessoa leia, a gente sabe que algumas vão ler, mas é a grande maioria não lê, encontram algumas palavras que lhe chamam a atenção e interage com elas.

É para isso que serve o nosso blog, para as pessoas interagirem com ele, é por isso é que o SEO, hoje em dia, é muito mais… O Google valoriza muito mais a interação que as pessoas têm dentro do blog, do que propriamente as palavras-chave, ok? Aquelas técnicas todas que a gente aprendeu, nunca aprendi muito disso, não é? Mas ouvi falar, muitas técnicas de SEO, o Google favorece muito mais os artigos que têm mais interação, onde as pessoas clicam mais, comentam, partilham, esse tipo de coisas, do que se tiverem um SEO todo XPTO, não é?

Então é fácil para nós pormos as pessoas a clicar, se nós lhe dermos oportunidade de interagir, não é? “Faz o download do PDF”, por exemplo é ridículo. Mas naquele artigo, aquela oferta que eu estou a dar logo de início, e a mais ou menos a dois terços do fim, para a pessoa fazer o download do PDF… para receber no email, não é para fazer download, é para receber no email, ok? Aquilo é genial, porque não pensei que aquilo gerasse tantos contactos, ok? Mais ou menos um terço dos contactos do blog, são gerados ali, nesses 2 banners, só nesse artigo.

Eu não fiz isso ainda em mais lado nenhum, só está nesse artigo. E é muito interessante, porque a pessoa vê, eu digo lá mesmo “este é um artigo longo, se não tiveres tempo para o ler agora, eu vou enviá-lo para o teu email, para tu leres mais tarde, com calma.” E é giro, porque assim… “Epá este gajo é porreiro, vai me levar o artigo a casa” Não é? Parece tipo entrega ao domicílio, e coloca o email com muita facilidade, e eu digo: “Diz-me qual é o teu email para eu te mandar este artigo para o teu email, para tu leres com calma, em casa ou quando tiveres tempo.” Isso gera muitos contactos, ok?

Gera mais contactos isso, do que qualquer outro recurso do blog, qualquer banner, qualquer coisa, que eu tenha no blog, não gera tantos contactos quanto isso, ok?

E eu não imaginava que era assim. A minha intenção a fazer aquilo, foi só arranjar uma forma de dar mais valor, não é? Da pessoa ficar mais contente. Que eu percebi bem que, a gente não tem tempo para estar a ler o blog no telemóvel, não é? 55% das pessoas que leem o meu blog, leem no telemóvel. E quando eu fui ver essa estatística, no Google, no Analytics, eu percebi: “epá a malta não está ali, se calhar… se calhar estão na fila do supermercado, ou se calhar estão no meio de não sei do quê, e não têm tempo para estar a ler um artigo com 7000 palavras, não é? Ou 6500, que tem este artigo. Se calhar… se a pessoa poder fazer o download, a pessoa faz, ou a pessoa agradece.” E foi por isso que eu fiz aquilo.

Mas é giro, porque aquilo realmente funciona muito bem, as pessoas fazem isso. Então só para dar um exemplo Carlos, como é que… se nós formos um bocadinho criativos, a gente consegue gerar muitos contactos num artigo.

Tem outra coisa gira, que eu tenho reparado… Este artigo especificamente que eu estou a falar, é aquele que me está mais otimizado para gerar contactos, ok? Tem vários links no texto, ao longo do artigo, para páginas de captura, tem 2… realmente 3 sítios, onde a pessoa se pode inscrever, visualmente chamativos, tem este para receber no email, e tem 2 banners para duas listas diferentes, e depois tem no final, mesmo no fim, tem o ebook, que a pessoa pode fazer download, sem se subscrever, ok?

Então a pessoa vê o ebook, sem subscrever, não precisa de subscrever nada, recebe aquilo.

O próprio ebook é que está todo armadilhado, não é? Está cheio de links para páginas de captura, está cheio de conteúdo bom, não é? Links para o blog e links para páginas de captura. Então é uma forma, neste caso, neste ebook, sem subscrição, foi uma forma que eu encontrei para experimentar um modelo, que é a pessoa faz download direto e depois… é como se fosse estar a ler um artigo do blog. A pessoa lê um artigo do blog sem ser preciso se inscrever, mas o próprio artigo depois tem montes de coisas que a pessoa pode interagir. Isto é igual, só que invés de ser um artigo do blog é um PDF que a pessoa faz download direto, sem sem subscrição. Mas depois de fazer download, então tem montes de formas de subscrever a lista, não é? Está bastante armadilhado para isso.

Então, também é um dos formatos que eu comecei a testar, não funciona tão bem quanto o outro, o outro que eu falei à bocadinho de a pessoa receber o artigo no email, ok? Esse é que… é ridículo, ok? É ridículo. Este não funciona tão bem, não gerei tantos contactos assim, ok? Tive muitos downloads, tive mais ou menos uns 500 downloads numa semana, deste ebook grátis, sem subscrição, mas gerou poucos contactos, não é? Não vi ainda, mas… não sei os números agora, mas a semana passada tive a acompanhar mais ou menos isso e não tinha assim tantos contactos quanto isso, vindos daí, não é? Portanto não é assim tão interessante quanto o outro, mas não deixa de ser interessante à mesma, ok?

E pronto, agora é importante é a gente a ter uma noção de que, quando a gente começa a gerar tráfego para um blog, para um artigo do blog. E esse artigo… a gente fez o artigo, esse artigo começa a gerar muito tráfego, a gente começa a ter bons preços no Google, a gente começa a ter muito tráfego nesse artigo, então é boa ideia ir lá e modificar o artigo para gerar mais contactos.

Pode pôr mais um banner, pode procurar mais uma forma da pessoa interagir… qualquer coisa para a gente ver que o artigo está a ter tráfego, então vamos ver como é que a gente pode lá ir mexer, para o pôr a gerar mais contactos, não é? E com o blog é assim, pode estar a mexer todos os dias se a gente quiser.

E então é interessante a gente faz um artigo, e esse artigo não fica ali à espera, para sempre à espera de dar o resultado, a gente pode ir mexer nele.

E se tivermos tráfego…

Ó Paulo, estás aí a fazer um bocadinho de barulho, espera aí…

E se tivermos tráfego, então melhor ainda, podemos ir lá sempre mexer e melhorar, e tentar testar, e ver se gera mais contactos assim, ou mais contactos da outra maneira, não é?

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Se temos tráfego a ir para aquele artigo, não é? Eu faço isso constantemente. Os melhores artigos que eu tenho no Google, aqueles que geram mais interação e mais tráfego… no Google não, desculpem, no Facebook, não é? Faço uma campanha, ou outra, ou outra, e vejo os melhores, aqueles bons que vieram montes de tráfego, eu vou lá mexer, não é? A ver se geram mais contactos, não é? A gente pode estar sempre a fazer isso, o artigo não tem que ficar feito como ficou e nisso não mexe mais. Não, a gente pode sempre estar a mexer, não tem mal nenhum, ok?

Mais alguma questão? Está? Paulo, podes falar um bocadinho? E gostava de ver a tua… o teu vídeo. Bem-vindo Paulo!

Paulo – Bom dia… Bom dia, senhor Rui.

Rui – Já ligaste o teu microfone. A tua câmara não está a funcionar, ou está?

Paulo – Está, está… Eu vou ligar a câmara. Então… Está bom?

Rui – Ah, agora sim, agora sim…

Paulo – Só consegui entrar agora…

Rui – Ah, é na boa, é na boa.

Paulo – … Aqui umas voltas… aqui, não estava a conseguir mesmo.

Rui – É. Não tem problema, nós entretanto já terminámos, mas podes ver a gravação, no link… Ok, podes ver a gravação. Eu vou pôr o link no Skype se não tens ainda, tu és novo aqui. E então para tu veres não só este hangout, como todos os outros, ok?

Paulo – Os outros… os outros já… eu já tenho o link, só que…

Rui – Ah, já tens?

Paulo –  São muitas horas. Já tenho, já.

Rui – É no mesmo sítio, daqui por… Quando nós terminarmos… este hangout também já está na lista. Ok? Portanto, está fixe, está fixe. Então pronto bem-vindo, já sabes, Paulo, o que é que é preciso fazer. É preciso começar os primeiros passos, aqui no grupo é otimizar o blog para gerar contactos, como tu já sabes, não é? Já tens o…

Paulo – Sim, sim, sim…

Rui – … Já tens o… Tens o link do artigo que tem os passinhos todos que é preciso fazer, ou não tens?

Paulo – Hm, hm… Sim, sim…

Rui – Então se tens, está porreiro. Se tiveres alguma dúvida, põe no grupo do Skype, ok?

Paulo – Ok, muito obrigado senhor Rui.

Rui – Está bom. Pronto. E alguém tem alguma questão para colocar? Agora, toda a gente… ou então terminamos aqui o nosso hangout de hoje. Alguma pergunta, alguma dúvida, algum comentário?

Carlos – Eu tenho muitas perguntas, eu tenho muitas perguntas, mas não as vou fazer agora…

Rui – Ó meu, estás à vontade! Pergunta pergunta!

Carlos – São tantas! Mas a…

Rui – Opá faz uma! Faz uma de cada vez.

Carlos – Sim… Tu agora estiveste a falar aqui de uma série de assuntos que… pronto, levantou mais dúvidas, mas é aquelas dúvidas… Por exemplo, faço um artigo, não é? E esse artigo, neste caso, eu fiz um artigo que inicialmente eram 10 pontos, depois passou para 11, e agora são 9. Porque havia ali um ponto que, no fundo, andava a repetir a mesma coisa. A ideia é, eu vou fazer agora… vou colocar pelo menos 3 artigos no Facebook, vou fazer uma campanha para 3 artigos, e esses artigos fazem parte de… não é um artigo, são partes do artigo, não é? Eu vou fazer por partes do artigo, e vou ver se consigo colocar… vou ver se, em cada título, vou pôr um título e vou falar no subtítulo e, no fundo, reforçar… A minha ideia é, como organizar isso de forma agora a fazer no Facebook?

Em princípio vou usar as imagens que tenho lá, agora a minha dúvida é: como organizar isso e, ao mesmo tempo, no artigo fala muito, é um artigo que fala muito sobre dinheiro, fala sobre negócios na Internet… eu não sei se o Facebook… se vou ter alguns… se tenho de utilizar, por exemplo, as imagens mais cuidadas, não usar… o que eu estava a pensar é fazer, no mesmo artigo, tenho uma imagem… tem imagem de dinheiro, tem… pronto… em outras imagens é que já não são tanto do dinheiro, mas… pronto.

No fundo, como é que agora vou colocar o meu artigo em relação ao Facebook?

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É isso, não sei se fui um bocado confuso no que disse…

Rui – Eu acho que não foi nada confuso. Pelo menos, eu acho que não. Então, tens o teu artigo, não é? Então, estás a falar de links para âncoras, não é? Que vais pôr…

Carlos – Sim, sim. As âncoras, exatamente.

Rui – Okay. Em cada uma delas tens de pôr uma foto, que é a foto que vais usar para o Facebook, para quando fores fazer um anúncio, okay? Essa foto tem de estar no artigo. A pessoa clica na foto no anúncio no Facebook, e quando cai no teu artigo vai cair, a cabeça dela, os olhos vão cair em cima da foto, e está tudo igual, é a mesma foto. Okay?

Carlos – Exato.

Rui – E depois, ali tens o artigo, não é? Tens essa secção do artigo. Então, o que fazes é, links no retarget para quando pões essa foto, para essa foto ficar clicável no Facebook, não é?

O único cuidado que precisas de ter no Facebook é, o link do retarget pões-lhe o título e a descrição, não é? No retarget não uses a palavra ”dinheiro”, nem ”trabalho a partir de casa”, nem ”renda extra”, ”nem rendimento extra”, não uses esse tipo de palavras, okay? Os robôs do Facebook apanham isso com alguma facilidade, okay?

E depois, quando fores pôr o artigo… o anúncio… o post, desculpa, o post no Facebook, vais pôr lá o link do retarget, ele vai pôr a foto, o título, e a descrição, e tu vais pôr outra descrição por cima, não é? Nessa outra descrição é a mesma coisa, o mesmo cuidado, não fales de dinheiro, a palavra ”dinheiro” não uses, nem esse tipo de coisas, não é?

De resto não tem… não precisa, okay? O que diz o artigo, realmente, o Facebook não se preocupa tanto com isso, okay? Porque é um artigo, tem conteúdo, tem montes de coisas e nunca vi nenhum problema com isso. Agora, se fosse uma página de captura seria completamente diferente, não é? Uma página de captura é completamente diferente. O Facebook  vê o destino de uma forma completamente diferente, se for uma página de captura. Se for um artigo no blog não tem problema, mesmo que fales de dinheiro no título e tudo, não interessa, okay? Não tem problema. Agora, no post no Facebook é que convém evitar essas palavras porque o Facebook está com atenção. Está com atenção por causa dos esquemas pirâmide, e dos multi-níveis, e não sei quê, não uses essas palavras. Não é? Nem ”multi-nível”, nem esse tipo de coisas.

De resto não é preciso mais nada, não precisas de nenhum cuidado especial. No caso de eles não te aprovarem o anúncio, eu não acredito que não aprovem, mas pronto podem não aprovar, e eles dizem porquê. E pronto, e tu aí tomas atenção. Mas eu não acredito que não aprovem, okay? Se não usarem nenhuma dessas palavras eles aprovam como normalmente…

Também tem um bocado haver com o histórico que a gente tem.

Eu lembro-me, há muito tempo atrás… há 1 ano atrás… há 1 ano não, mais para os 8 meses talvez… ou 9 meses trás… eu comecei a fazer os anúncios para artigos no blog. da forma como estou a fazer agora, e tinha campanhas a correr e estava tudo a correr lindamente bem, e um dos anúncios que eu estava na rotina e não me lembrei, tinha a palavra ”dinheiro” no título e eu nem reparei, eu não reparei naquilo, não é? ”Copy”, ”Paste”, ”Enter”, tuca, tuca, tuca, tuca… naquela rotina, e pus aquele anúncio a correr, e os gajos fizeram… olha eu sei quando é que foi, foi em…. quando é que foi? … Foi no princípio do ano, ya… Foi no princípio do ano.

E então os gajos do Facebook não me aprovaram esse anúncio, e depois foram ver os anúncios todos que eu tinha a correr. E não falavam de dinheiro, nem tinham nada disso, mas pararam-nos todos. É que eu, de repente… olha, acordou algum monstro adormecido. Os gajos, aquele não mo aprovaram e, passado uns minutos, os outros todos que eu tinha a correr, desaprovaram-mos todos. Já estavam a correr há que tempos! Estás a ver? Desaprovaram-mos todos. E eu pensei, de repente ”eina, c’um caneco, lixaram-me a conta, já não consigo fazer mais anúncios.” E estive ali uns 3 ou 4 dias e não conseguia aprovar anúncio nenhum, e depois voltou ao normal. Não é? Mas apanhei um cagaço por causa desse esquecimento, não é?

Mas, isso aconteceu há algum tempo atrás, recentemente… eu estou a falar talvez há 1 semana ou 2… eu, numa descrição, usei a palavra ”dinheiro”, usei uma palavra assim esquisita, não é? E eu não reparei, e fui para aprovar o anúncio e, depois de eu ter pedido a aprovação é que eu reparei ”epá, isto que eu pus aqui, vamos lá ver o que é que vai acontecer”. Não aconteceu nada, aprovaram tudo e aconteceu tudo normal.

E depois disso já usei a palavra ”multi-nível”, já usei a palavra ”dinheiro” outras vezes, e eles aprovaram à mesma, okay? Eu acho que tem haver com a reputação que a pessoa tem na Internet. Eu acho que um economista, por exemplo, se tiver a escrever artigos sobre economia, pode falar de dinheiro à vontade e eles não cancelam os anúncios por causa disso. Porque tem haver com a reputação que essa pessoa tem, não é? Com a forma como está a ligar.

Então, se nós temos uma reputação X no Facebook, eu acho que ele nos permite fazer coisas que não permite a outra pessoa. O que me parece é isto. É a reputação que tu vais criando no Facebook, e ir melhorando a reputação.

Carlos – Pois. É, por exemplo, eu estou a pensar nisso porque, por exemplo, o primeiro artigo que eu tenho, o primeiro módulo que eu tenho é logo… como são aquelas frases, aqueles comentários negativos, é ”não é possível ganhar dinheiro pela Internet”. Começo logo com… começo logo com… com a… com as palavras piores, não sei…

Rui – Olha, estás a ouvir? No Facebook, em vez de dizeres ”ganhar dinheiro”, dizes ”ganhar a vida”.

Carlos – Pois. No fundo tenho lá… tem lá esse… era isso que eu estava a pensar. Tenho uma coisa e vou pôr a dizer a mesma coisa de outra forma. Não sei se… Mas aí já perde aquele impacto que eu queria, não é?

Rui – É verdade, sim, é verdade. Podes usar um truque que eu às vezes, quando tenho mesmo de usar a palavra ”dinheiro” uso um truque, okay? Então escrevo ”dinheiro” em letras maiúsculas, em letras grandes maiúsculas, mas no ”i”, em vez de pôr um ”i” ponho um ”L” minúsculo. Então um ”L” minúsculo, no meio das letras maiúsculas, visualmente parece que diz ”dinheiro”… visualmente para quem está a ler, mas o Facebook não lê aquilo como ”dinheiro”, o robô, não é?

Epá, é uma coisa de recurso. Só mesmo quando tenho mesmo, mesmo, mesmo, mesmo de usar a palavra ”dinheiro”… ”epá, se não usar a palavra ”dinheiro” isto não faz sentido nenhum’‘, okay? Então uso este truque, okay? Já fiz isso 2 ou 3 vezes, mas eu acho que isto não é uma boa solução, é um truque, não é uma boa solução. Mas, epá, quando é preciso… eu já usei algumas vezes. E claro, funciona bem, o Facebook aprova tudo na boa, não é? Mas é um recurso que não é assim tão interessante, okay? É um truque,  e como todos os truques, não convém que a gente o esteja a usar muito porque os truques são, por natureza, truques, não é? Não estamos a ser bem transparentes, como devíamos estar a ser., okay? E eu acho que o nosso negócio, se for baseado em transparência e não em truques, é melhor. Okay?

Carlos – É mais simples, pelo menos.

Rui – É muito melhor. É muito melhor. Não gosto muito dos truques. Mas digo-te… não quer dizer que a gente não possa usar um truque ou outro, de vez em quando. E, epá, quando é… quando aquilo não faz sentido nenhum se eu não usar a palavra ”dinheiro”, aquilo não faz sentido, então faço isso. Já fiz 2 ou 3 vezes.

Carlos – Okay.

Rui – Alright?

Carlos – Então é uma questão de… tem haver com a forma como apresento o artigo ao Facebook, e tenho de ter imaginação para não sair de dentro do contexto, não é?

Rui – É, é isso. É isso mesmo.

Carlos – Okay.

Rui – Quando a gente tem… eu acredito muito, e tenho visto isso… é cada vez mais fácil para nós fazermos coisas à medida que a nossa reputação no Facebook vai aumentando.

O Facebook tem reputação, tem ‘‘índices de qualidade para o anunciante’‘, okay? Não somos todos iguais. Então, o anunciante tem um determinado índice de qualidade, e eles permitem fazer coisas a pessoas, a umas pessoas, que não permitem a outras. Por exemplo, eu já vi muitos anúncios, muitos, de empresas grandes, com mais de 20% de texto nas fotos. Por exemplo, só para dar um exemplo. Já vi isso montes de vezes.

Carlos – E eu já vi… eu já vi anúncios patrocinados a falar de dinheiro, com cifrões, com tudo e mais alguma coisa. E isso também me faz confusão. E a falar mesmo, nem estou a falar de anúncios portugueses mas de outras línguas, inglês, a falar mesmo sobre ganhar dinheiro na Internet. E eu fico assim abismado, como é que é possível? Ou é alguém que passou ali no início, e está ali. Mas nota-se que são pessoas que já têm alguma experiência… pronto, também me faz confusão.

Rui – É… eu… eu acredito que muito disso tem haver com a reputação do anunciante. Estás a ver? Por exemplo, eu acredito que se eu agora fizer um anúncio desse tipo, o Facebook provavelmente aprova-o. Não quer dizer que daqui a 4 dias continue aprovado. Se foi aprovado agora, o robô automático aprova-o, mas depois, daqui a 3 ou 4 dias vem uma pessoa ver e cancela o anúncio. Mas entretanto já muitas pessoas viram, não é?

E eu, parece-me que esse tipo de coisas é assim que acontece. São pessoas que têm uma certa reputação, aprovam anúncios facilmente, e de repente fazem um anúncio desses e fica a correr 2 ou 3 dias, até vir o auditor humano e cancelar o anúncio. E a pessoa arrisca um bocado aí, mas eu acredito que seja isso. Acho que é mais por aí.

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Carlos – Normalmente na coluna da direita, no lado direito é que aparecem esses anúncios. Não sei se já reparaste.

Rui – Sim, eu já vi anúncios desses também… Mas pronto

Carlos – Anúncios mesmo explícitos…

Rui – É… a gente só temos de fazer o nosso melhor, e seguir as regras que são orientadas a nós, não é? A gente já sabe as nossas limitações, e pronto, e trabalhamos com elas na boa, sem problema nenhum, não é?

Carlos – Alright.

Rui – Okay? Mais perguntas? Não? Okay, fixe.

Carlos – Para mim já está. Para mim eu já tenho aqui muita coisa.

Rui – Okay, okay. Amanhã também é dia. Então pronto, a gente termina aqui o nosso hangout. Foi muito fixe, e amanhã fazer tudo de novo para continuarmos o nosso treino.

Agora, ao longo do dia, toda a gente sabe o que fazer, não é? É escrever, e sindicar, e gerar contactos, e mandar emails, e… tudo normal, okay?

Então vá, pessoal, um grande abraço para vocês, e até amanhã. Xau xau.

Carlos – Até amanhã.

Por: Rui Gabriel

 

 

 


 

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