Muito Mais Que Blog Marketing Para Principiantes

Neste hangout falamos sobre como usar o Blog para gerar resultados, mas realmente o tema é ”Como Acordar o Gigante que Já temos em Nós.”

  • Qual a importância dos nossos objetivos?
  • Como Viver a Nossa Paixão TODOS OS DIAS?
  • Como descobrimos o que já temos de positivo e como partilhá-lo com as pessoas lá fora?
  • Como saber qual é o nosso propósito, transmiti-lo a outras pessoas, e fazer disso a nossa vida e a nossa fonte de rendimento?

…. Tudo isto usando UM BLOG!

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Estas e outras perguntas são respondidas neste Hangout…

… E aqui está a transcrição:

Olá a todos! Muito boa noite! Espero que o som esteja a chegar em perfeitas condições. Eu tinha aqui um vídeo a passar, mas por alguma razão não consegui passar o vídeo. Não há problema nenhum. Vamos… Depois eu passo o vídeo.

Ok pessoal, então sejam bem-vindos a esta noite de sábado. Esta noite de sábado, nós vamos fazer a nossa reunião, que não fazíamos já há algum tempo. É uma reunião importante esta do sábado, em que nós nos conectamos uns com os outros, em que nós… Só aqui a verificar se a sala está aqui em condições. Ok já está a correr. Ok… estava aqui com alguma dificuldade.

Não sei se o vídeo chegou a passar ou não. Eu parece que é a primeira vez que estou a fazer um hangout. Portanto, não há problema nenhum. Ok, fixe fixe… Ok. Eu depois eu vejo como é que hei-de passar o vídeo. Ok, está bom… Obrigado Nuno, aí pelo feedback, obrigado ao Newton e à malta que está aí.

Então pessoal, nesta reunião de hoje nós vamos falar de blog, mas na verdade o tema é: “Acordar o gigante que nós já temos em nós.” Esse é que é o assunto, esse é que é o tema.

Há muitos anos atrás eu ouvi uma pessoa a fazer uma analogia entre o berbequim e o buraco na parede. A primeira pessoa que eu ouvi dizer isso foi o Sílvio Fortunato, que estava a citar outra pessoa chamada Mike Dillard, que por acaso eu conheci em Austin,há dois anos atrás.

Mas esse Mike Dillard dizia que:

As pessoas não vão comprar um berbequim, okay? O que as pessoas querem é um buraco na parede, é fazer um buraco. O berbequim é só um veículo.

Então o que é que acontece a uma pessoa que vende berbequins?  A pessoa pode passar o tempo todo a falar acerca das qualidades maravilhosas do berbequim, mas na verdade o que a pessoa quer é só um buraco na parede.

Então é importante que nós estejamos, quando nós falamos com pessoas e quando nós temos os nossos negócios, o importante é que a gente tenha uma conexão com aquilo que a pessoa precisa. E depois ter a clarividência para lhe proporcionar as ferramentas e os meios para conseguir aquilo que ela precisa. Sejam eles quais forem. Os meios são secundários, o objetivo é que é o principal.

Eu falo muitas vezes do desistir ou não desistir, não é?

Eu acho que desistir é ótimo quando desistimos de coisas que não nos servem. E nunca desistir também é ótimo, quando nunca desistimos do nosso sonho, do nosso objetivo.

Então é importante saber: desistir do quê e quando… E qual é aquela coisa que nós nos temos de agarrar com unhas e dentes e nunca desistir, ok?

Isso é que é importante. E isso é aquela parte que nós vamos hoje falar.

Isto é uma reunião para equipa obviamente. Não é pública. Portanto é uma reunião aqui para a nossa equipa. Todas as pessoas que estão aqui a participar são membros da equipa ativos e portanto parabéns por isso.

E hoje vamos falar da importância que tem os nossos objetivos e os veículos.

Quando eu disse no início que vamos falar de acordar o gigante, eu gosto muito dessa expressão. Essa roubei-a do Anthony Robins. Quem não conhece esse programa, deve lê-lo ou ouvi-lo. Eu ouvi-o em áudio. É muito importante.

Aquilo que nós vamos falar é, na verdade, descobrir aquilo que nós já temos de positivo e que as pessoas lá fora querem. Esse é o assunto que nós vamos aqui falar.

Nós falamos de marketing, falamos de blog marketing, mas o blog é o quê? O blog é só um veículo, ok? O blog não é o tesouro, não… O blog é um veículo.

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Para mim é um veículo espetacular, mas é só um veículo, não é? E não é o único veículo. Portanto o que importa é a gente saber o que é que queremos da vida e encontrar veículos que nos ajudem a realizar esse objetivo e a levar lá. Se for o blog ótimo, se for outra coisa qualquer ótimo.

Eu falo muito sobre o blog porque é o meu veículo. Foi o veículo que eu escolhi. É aquele que eu acho que me realiza… Onde eu me sinto bem a trabalhar, e portanto eu falo muito sobre isso.

E hoje vamos falar do blog como quem fala de um berbequim, ok? É só isso. É uma ferramenta. Cada um tem o seu buraco para fazer e uns fazem os buracos com os berbequins, outros fazem com pregos, outros fazem de outra forma, como muito bem entenderem…  Mas o importante é que o buraco seja feito, ou seja, o importante é que consigamos atingir os nossos objetivos. E estando nós aqui a trabalhar… estando nós juntos aqui nesta comunidade da Empower Network, é importante que a gente saiba como é que nos podemos posicionar e como é que as coisas funcionam na realidade, como é que o mercado funciona.

Por isso, eu hoje marquei esta reunião para falarmos um bocadinho acerca disso. Acerca da forma como nós nos conectamos com o mercado e o que é nós dizemos.

Eu gosto muito deste assunto falo dele muitas vezes, mas hoje quero falar especificamente dentro deste contexto da equipa, aqui do nosso trabalho.

Então o primeiro ponto da agenda é este: O blog só serve se nós tivermos coisas para dizer. Senão não serve de nada, ok? Fica muito fácil usar o blog quando temos coisas para dizer, fica muito difícil usar o blog quando não temos nada para dizer.

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Faz sentido, não é?

Porque o blog é um meio de comunicação. É como falar. Se eu vou falar com alguém e tenho alguma coisa para dizer, é fácil eu chegar lá e falar. Se eu não tiver nada para dizer, fica difícil, não é? Ou como, sei lá, cantar. Se eu tiver uma música para cantar, consigo cantá-la, se não tiver nenhuma música não consigo. Então o blog é igual: Se eu tiver alguma mensagem para transmitir, fica fácil transmitir através do blog.

'Boa escrita é boa conversa, mas ainda melhor' - Ernest Hemingway

Aliás, o blog é a forma mais fácil de a transmitir de todas as que eu conheço.

No blog podemos incluir: áudio, vídeo, texto, imagens… Então é um mundo multimédia por si só. Por isso eu acho um blog tão interessante, porque realmente junta uma quantidade de recursos que nos ajuda muito a comunicar a nossa mensagem. Agora: é preciso ter a mensagem.

Esse é o principal assunto da nossa conversa de hoje, que é o gigante adormecido.

O gigante adormecido…

“Qual é o gigante adormecido que eu tenho dentro de mim?”

Escreve aí.

Vou falar um bocadinho sobre isso, porque isto é importante.

Recentemente… Não só recentemente, mas recentemente também, algumas pessoas me têm dito: “Ah, mas eu não sei o que dizer. Eu não tenho nada para dizer.” Quando eu digo assim: “Tens que dar valor no mercado, tens que dar soluções para as pessoas.”

Isso é que é o valor, não é? Encontrar soluções para as perguntas que as pessoas têm. E respostas às suas dificuldades e aos seus problemas.

Aquilo que tu já tens é suficiente, aliás é mais que suficiente para tu poderes fazer um blog espetacular, comunicar com muitas pessoas, atrair um batalhão de gente e fazer um monte de negócio. Aquilo que tu JÁ tens.

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Mesmo que tu não aprendesses nada, aquilo que tu já sabes é mais do que suficiente.

Isto é importante. Podes partir desta premissa, porque é a realidade, ok? Esta é a verdade.

Às vezes perguntam-me como é que eu consigo escrever tantos conteúdos. “Ah, escreves no blog, mas isso és tu porque só tu é que sabes fazer isso, mais ninguém pode aprender…” É uma parvoíce… É uma parvoíce…

Na verdade o que é preciso aprender não é a escrever no blog. O que é preciso aprender é perceber o que é que tu tens para dizer, essa é a única coisa que precisas de aprender.

Isso é fácil!

É fácil começares a descobrir isso e é fácil começares a expressar isso no blog. Portanto o uso do blog, no nosso caso no nosso negócio, é muito simples não tem nada que saber.

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Que é aquela parte toda técnica que é preciso fazer no início, para montar o blog, pôr a fotografia, pôr o banner, essas coisas práticas que a gente sabe que estão nos primeiros passos, no backoffice. E é fácil fazer isso.

Mas depois manter o blog a funcionar, escrever nele, colocar conteúdos nele com regularidade, pode ser fácil se nós tivermos alguma coisa para dizer. E quando tens coisas para dizer fica muito fácil, ok?

Então esse é o primeiro pressuposto, e hoje vamos falar especificamente sobre isso. Sobre o fácil, sobre o difícil, sobre onde é que vais buscar assuntos para escrever e como é que isso pode ser importante para ti.

Então eu durante muito tempo a fazer experiências de múltiplas formas, eu gosto de experimentar e de fazer testes e essas coisas. Eu gosto muito de fazer isso. E como é uma coisa que eu gosto de fazer, faço, não é? Medir as coisas e assim. Então não sou propriamente um fanático, mas gosto muito dessas coisas e gosto de testar limites em muitas coisas. E em relação ao blog decidi que… gosto do blog e decidi que o blog ia ser a minha principal ferramenta de trabalho. E comecei-me a dedicar bastante a isso.

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Então há muitas coisas, há detalhes. É como escrever num email. Escrever um email é uma coisa, escrever um email e inscrever 10 pessoas é outra completamente diferente. Escrever um email é fácil, é… É muito fácil escrever um email, é chegar ao editor de emails escrever qualquer coisa lá e mandar. Isto é escrever um email. A parte prática e a parte técnica é muito simples, é muito fácil.

Como escrever um artigo no blog é a mesma coisa, pôr um post no Facebook, fazer um anúncio no Facebook, é tudo muito fácil, não há aqui nada de difícil, ok? Mas há camadas em relação à eficácia.

Então quando uma pessoa no princípio, quando nós começamos a fazer o nosso negócio, ou a ter uma presença na Internet vamos conseguindo fazer as coisas, estamos muito preocupados com a técnica. Como é que se faz isto? Como é que se faz aquilo? Como é que… Isso só é realmente a parte mais fácil, ok? Resolve-se depressa.

Se alguém não resolveu ainda resolva rápido, ok? Treine um bocado. Tem uma curva de aprendizagem, tudo tem uma curva de aprendizagem. Não só o blog, mas páginas de captura, fazer páginas de captura, fazer anúncios. Mesmo a usar páginas de captura já feitas, também tem a sua curva de aprendizagem.

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Aprender a usar o backoffice, tudo tem a sua curva de aprendizagem, não é? Então é preciso nós nos familiarizarmos com isso, não é? Uma vez que isso esteja mais ou menos feito, não é? Claro que a prática faz a perfeição, cada vez fazemos isso mais facilmente.

Depois precisamos de perceber o que é que nós estamos aqui a fazer.

Esta é a pergunta que as outras pessoas não fazem, mas na verdade é importante ser feita, ok?

“O que é que eu estou aqui a fazer?” e “Porque é que eu estou aqui?” ”Porque é que eu estou a fazer isto?’‘ E até ”onde é que eu quero fazer?”

Não é até quando, é até onde.

“Qual é o meu objetivo final? Porque é que eu estou aqui? Qual é o meu motivo?” Ok?

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Não é até quando, não é: “Ah, estou aqui 3 meses a ver se dá.” Por exemplo, isso é uma parvoíce, toda a gente sabe. Mas não é isso que estou a dizer, eu estou a dizer é até onde. Até onde é que tu queres chegar? “Ah eu quero chegar a X valor, eu quero chegar a ter determinado resultado, eu quero chegar a atingir determinado objetivo…”

Bem sei lá… Posso querer chegar a ter… a impactar a vida de um milhão de pessoas, posso querer ganhar um milhão de dólares, posso querer criar… não sei 100 mil lideres ou 100 lideres, ou 300 lideres, e definir o que é um líder. O David Wood quer fazer 100 milionários por ano.

Então cada um tem um ponto, o seu ponto de chegada, ok? E esse ponto de chegada é muito importante todos nós termos.

E se tu não tens um ainda, deves tê-lo e deves escreve-lo.

Eu vou fazer isto até que chegue aquele ponto. Quando chegar a esse ponto vou pensar: o que é que vou fazer a seguir, ok? É assim. E põe um ponto ambicioso. “Ah, eu vou fazer isto até ganhar os primeiros 100 euros, depois vou pensar…” É um bocadinho pobre, porquê? Porque isso vai fazer com que tu não faças um plano a médio e a longo prazo. Vais fazer um plano só para esta semana, não é? Os planos só para esta semana são bons, mas tu precisas de ter um plano lá à frente em que este plano semanal se integre. Então precisas de pensar de uma forma maior:

  • Precisas de pensar o que é que resolve a tua vida.
  • Precisas de pensar o que é que tu estás aqui a fazer.
  • Se tens uma missão no mundo, se tens uma missão na vida.
  • O que é que realmente tu gostas de fazer? Em que é que tu gostas de gastar o teu tempo?

Essas são todas perguntas importantes.

Temos uma coisa: quando nós passamos o nosso dia a fazer coisas que não gostamos, nós não conseguimos fazer isso durante muito sem graves problemas de saúde, ok? São de física também, ok?

Para isso temos empregos.

As pessoas que têm empregos… Eu não tenho nada contra empregos, atenção. Mas há muitas pessoas que eu conheço que têm empregos e que é muito duro, muito difícil, porque fazem aquilo que não gostam. E então preciso de ter um hobby para dar expressão à sua criatividade, aquilo que realmente gostam de fazer.

Então passam 8 ou 9 horas por dia, às vezes 10, num emprego que não gostam, durante às vezes anos, a fazer coisas que não lhes dizem nada, que não as fazem evoluir, que não as fazem crescer como pessoas nem de outra forma, porque precisam de um salário.

E com esse salário depois vão gastar uma boa parte desse salário para terem os seus hobbies, não é? Para comprar as armas para a caça, para a pesca, para a sua atividade desportiva, para a sua arte, não é? Então o seu emprego que não gostam financia o seu hobby que realmente gostam, ok?

Isto é o que se passa na realidade na maior parte das pessoas. E nós para isso nós não estávamos aqui.

'É mais fácil tornar a tua paixão no teu trabalho, do que encontrar um trabalho que encaixa na tua paixão.' - Seth Godin

Se fosse para viver dessa forma nós podíamos estar num emprego, ok?

Nenhum negócio do mundo funciona bem se for levado dessa forma.

Não há nenhum empreendedor, nenhum empresário que chega à sua empresa, ou que crie a sua empresa e agora aquilo é um peso para ele. “Oh, outra vez! Ai, agora tenho que ir para ali fazer isto. Ah agora tenho que fazer isto…” Não é assim! Uma pessoa, um empresário criou uma empresa porque tem uma visão, tem um objetivo. Foi alguma coisa que relaciona emocionalmente consigo. Então vai reunir recursos, vai arranjar soluções, vai reunir pessoas e apoios para conseguir fazer aquilo que ele quer. E vai pedir dinheiro ao banco e faz investimentos, e vai tirar cursos e vai aprender, e vai a feiras, e vai a eventos, e reúne-se com outras pessoas, e procura colaboradores que o possam ajudar, porque essa pessoa tem uma visão.

Isto é o que fazem os empreendedores.

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E nós aqui às vezes chamamo-nos empreendedores, mas ainda não temos esta mentalidade de empreendedor. Temos uma mentalidade de empregado, que agora tem que fazer aquilo que lhe dizem mesmo que não goste, ok? (…)

Todos nós temos que fazer coisas que não gostamos, atenção. Sempre em todas as actividades da vida, não é? Aqui, aquilo que nós fazemos, aquilo que eu faço todos os dias, algumas coisas gosto mais e outras gosto menos. Há coisas que eu não gosto de fazer, mas sei que é importante serem feitas. Mas a minha vida não é pautada por aquilo que eu não gosto. É pautada por aquilo que eu gosto e isto faz com que uma pessoa se sinta realizada.

E quando tens objetivos grandes que tu queres realizar, tens uma paixão grande por realizar esses objetivos, então nada que te pare, é impossível!

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Impossível haver dificuldades que te parem, ou haver objeções que te parem, ou haver circunstâncias que te parem, nada te pára. Normalmente é ao contrário, não é?

Quando uma dificuldade podia parar alguém, quando é um empreendedor é o contrário: ele redobra de intensidade. Se fazia 10, agora faz 15, estás a ver? Se investia 5 agora investe 7. Se gastava 1 hora agora gasta 2, ok? Porque precisa de compensar as circunstâncias possam não ser favoráveis naquele momento, não é?

Então dá para perceber a grande diferença que há entre pessoas, não é?

Pessoas que iniciam negócio próprio na Internet, como o nosso, este que nós temos, uma oportunidade para ter um rendimento extra, para criar o teu próprio negócio, para teres a tua nova profissão, estas coisas todas. Mas depois no dia-a-dia algumas pessoas comportam-se como se fosse um emprego, não é? Mas não é! Não é um emprego. E então, é importante aquilo que nós fazemos do nosso dia-a-dia seja algo que a gente goste.

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Isto acho que estamos a chegar ao ponto inicial que eu comecei.

Então se eu tenho um modelo de trabalho, um modelo de negócio que me permite ser a pessoa que eu sou, que me permite expressar aquilo que eu penso, aquilo que eu sinto, e mais proporciona-me uma forma de eu poder ganhar dinheiro sendo assim, sem precisar de mudar nada…

Isso é uma coisa incrível e única. Eu não sei se vocês conhecem algum emprego, alguma profissão, alguma atividade que seja assim. Eu não conheço a não ser esta, ok?

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Um pequeno pensamento artigo no blog positivo logo de manhã pode mudar o teu dia inteiro.

E eu hoje quero falar sobre isso, ok? Porque nós ouvimos falar muitas vezes de: “Vive a tua paixão, bloga sobre isso e ganha dinheiro”, não é? Ouvimos falar disso muitas vezes. Eu digo isto muitas vezes também, mas não só eu, vem da Empower.

A verdade é que é, para blogar sobre uma paixão é preciso tê-la. E há pessoas que não têm…

Há pessoas que não têm. A maior parte das pessoas que não têm, da minha experiência daquilo que eu vi, a maior parte das pessoas não têm uma paixão porque foram ensinados pelos anos a não ter paixões, a não ter sonhos, a não ter… A viver com os pés assentes na terra, ok?

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E quando isso acontece a pessoa realmente tem dificuldade. E quando nós começamos um negócio, eu reparo nisso muitas vezes porque eu falo com muitas pessoas e eu gosto de perguntar sobre isso. Ás vezes começam, ou já está aqui há algum tempo, e nós conversamos um bocadinho, e a pessoa diz: “Ah, eu não sei como gerar os contactos, ou não consigo fazer as vendas” Fala de coisas assim. Ou consegue, está a conseguir gerar contactos, ou está a conseguir fazer as vendas, mas está a falar no contexto simples, no contexto do negócio, da superfície do negócio, não é?

E quando eu pergunto assim: “Então vá, se não precisasses de dinheiro, se o dinheiro para ti não fosse um problema… as tuas contas estão pagas, não tens que te preocupar com isso, ok? O que é que tu fazias no teu dia-a-dia? Em que é que gastavas o teu tempo, a fazer o quê?”

E esta é a pergunta.

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Esta é a pergunta que tu tens que te pôr agora:

“Se tu tivesses todo o dinheiro que tu precisas… não precisas de pensar na renda de casa, não precisas de pensar na água, nem na luz, nem no telefone, nem na comida, nem na roupa, nem em nenhuma despesa, ok?

Está tudo pago! Não tens problemas nenhuns com isso. O que é que tu fazias? Dedicavas o teu tempo a fazer o quê?”

E quando eu faço esta pergunta às vezes algumas pessoas não sabem, mas muitas sabem.

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E é curioso, porque pessoas que eu já conheço há muito tempo têm me dito coisas que eu nunca imaginaria.

  • Uma pessoa disse-me que gostava de pintar e dedicaria o seu tempo todo ou quase todo a pintar, porque é isso que gosta de fazer, mas nunca tinha pintado na vida.
  • Outra pessoa disse-me que gostava de artes marciais, mas não pratica artes marciais porque não tem tempo porque precisa de trabalhar para tentar sobreviver, não é? Inclusivamente aqui no nosso negócio, tem o nosso negócio, está aí por causa disso, não é? Para ter um rendimento extra.
  • E outra pessoa disse-me que adorava tudo o que tinha a haver com moda e tudo o que tinha a haver com acessórios, e coisas assim. Adorava isso.
  • E outra pessoa disse-me que gostava de sustentabilidade, ok? Gostava de blog de vida sustentável ligado com a Natureza e com o Ambiente.
  • Outra pessoa disse-me que gostava de desenvolvimento pessoal, gostava da ideia de fazer palestras, de ajudar pessoas.
  • Outra pessoa disse-me que gostava de ajudar os outros, o que gostava mesmo era de fazer actividades e ações que pudessem envolver outras pessoas e ajudar os outros.

Então estas coisas todas são muito importantes, são muito interessantes, mas têm a haver com a paixão de cada um. E se nós não encontrarmos uma forma, hoje, agora, de viver essa paixão, eu não sabia o que nós estávamos aqui a fazer.

Se calhar estamos a perder o nosso tempo.

É para isso que servem os empregos, não é? Para nos ocupar o tempo, nos dar o dinheiro para depois nós não termos tempo ou não termos o dinheiro para viver a nossa paixão, aquilo que nós cá viemos fazer.

E isto é importante, é muito importante.

Não deixes… Não abdiques daquilo que tu realmente queres.

Se tu queres fazer uma coisa de uma certa forma, se tu queres viver a tua vida de uma certa maneira, começa agora a viver a tua vida dessa maneira.

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Começa agora a fazer isso, de alguma forma, sei lá.

  • O outro gostava de viajar e conhecer o mundo, mas neste momento não tem o tempo e não tem o dinheiro para fazer isso. Ok, mas se calhar tem tempo, tem dinheiro para poder fazer um passeio com a família. Não é que ou consigo fazer tudo ou então não faço nada. Não é assim!
  • Outra pessoa dizia-me: “Ah eu não consigo ser All-In então não começo o negócio.” Uma parvoíce! Uma parvoíce! Claro que tem que começar o negócio, tem que começar o negócio com a forma como pode e dando o máximo que pode agora.

Isto tudo vai crescer, tudo vai crescer.

E se tu hoje não podes dedicar o tempo que tu gostavas de dedicar à música, por exemplo, imagina que és músico. Não faz mal! Mas não podes deixar de tocar o teu instrumento, a guitarra, ou o piano ou o que for. Tens que encontrar algum tempo todos os dias para fazer isso. Outra pessoa gosta de escrever, tem que escrever todos os dias. Outra pessoa gosta de pintar, ou gosta de culinária, tem que se dedicar a isso. Um pouco disso todos os dias.

E se tu reparares: quando tu focas a tua atenção naquilo que tu realmente gostas e começas agora, já, a pôr em prática as coisas que tu gostas, fica muito fácil escrever no blog.

PROPÓSITO é a razão da tua - viagem.- PAIXÃOé o fogo que ilumina o teu caminho.

É muito fácil! Porque são coisas que te apaixonam.

Imagina: gostas de culinária, descobres uma receita qualquer antiga ou então inventas uma coisa, uma receita tu com as coisas que tens em casa e aquilo resultou muito bem, e podes fazer um artigo sobre isso para pôr no teu blog, ok? É fantástico isso. E se o tema do teu blog for usar a tua paixão para ganhar dinheiro, a ponte entre a tua paixão e o dinheiro já fica feita. Se for esse o teu assunto.

Então pode ser um atleta que gosta de falar de futebol e ele próprio joga futebol, ele é o treinador e se fala sobre isso de forma apaixonada, vai atrair outras pessoas como ele, que também gostam desse tipo de coisas. E se no blog estiver a dizer: “Eu ganho a minha vida a escrever sobre futebol e a fazer vídeos sobre futebol, é aquilo que eu gosto.” Outras pessoas também pensam: “Ah, eu se calhar também posso fazer isso.”

É muito fácil fazer uma ponte entre uma paixão e um blog, ou entre uma paixão e um negócio na Internet.

Se a outra pessoa gosta de sustentabilidade e de Natureza e de energias renováveis, pode falar sobre isso, à vontade. Existe um batalhão de gente aí fora, um batalhão de gente que se conecta com isso.

O problema que existe, quando nós falamos de coisas assim, por exemplo sobre coisas privadas, sobre gostos privados, o único problema é que depois não basta escrever no blog para ganhar dinheiro. O blog é uma peça dentro de uma máquina de marketing.

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Estava o outro a dizer “Oh, mas eu já escrevi no blog sobre… sei lá… desenvolvimento pessoal mas aquilo não me dá dinheiro, eu não faço nada, não tenho contactos, não tenho vendas…” Com certeza! Não basta escrever num blog.

É como a pessoa que está a fazer um bolo e pensa que basta juntar os ingredientes e o bolo fica feito. Não, é preciso juntar os ingredientes de uma certa forma, depois é preciso deixar levedar, depois é preciso aquecer o forno a uma determinada temperatura, depois é preciso pôr lá dentro durante não sei quanto tempo, e depois é preciso tirar o bolo e deixa-lo arrefecer, e depois pôr uma cobertura.

Então tem um método, tem um sistema, ok?

Não basta escrever no blog, um blog por si só não dá nada. Serve como forma de expressão, mas provavelmente nem terás audiência, porque as pessoas não adivinham o que tu estás a escrever no blog. Então é preciso escrever no blog e é preciso fazer marketing ao conteúdo que tu escreveste no blog.

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Nós temos uma coisa espetacular na Empower que é os 8 Compromissos. Eles estão lá por uma razão, ok? Nomeadamente o segundo e o terceiro, que é escrever no blog e fazer marketing. Fazer marketing significa atrair pessoas.

E então quando nós escrevemos no blog e a seguir sabemos como fazer marketing, como promover aquele artigo junto das pessoas certas, junto das pessoas que já gostam daquele conteúdo, que já apreciam aquele conteúdo, na verdade as coisas ficam bastante mais simples. E nós temos essa facilidade toda hoje, porque temos coisas como o Facebook, temos networks, nós podemos fazer anúncios e pagar para o nosso conteúdo ser colocado à frente de pessoas que têm o mesmo tipo de interesses que nós temos.

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Isso é uma coisa incrível. E fica muito fácil, imagina o que é o teu negócio ser passado o teu dia  a fazeres as coisas que gostas, a falar sobre elas e depois a aprender a promove-las junto de pessoas que também gostam dessas coisas, e depois conectares-te com elas e fazer-lhes vendas.

É uma coisa ridiculamente simples. E digo-vos não só é simples, como é aquilo que dá prazer a fazer.

Não há aqui stress de espécie nenhuma a não ser o stress de a gente ter muita coisa para dizer e pouco tempo para o dizer, que o dia não estica muito, não é? E depois queremos levar a nossa mensagem a milhares e milhares de pessoas e aí tem um processo que a gente tem que aprender, não é? Aprender como identificar os nichos e dar com eles, isso é um processo fácil. O Facebook faz isso tudo por nós. Mas tem uma curva de aprendizagem.

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E então quando nós queremos o nosso “buraco na parede”, é o quê?

O nosso “buraco na parede” na realidade nunca é ganhar o dinheiro, é aquilo que esse dinheiro nos proporciona. Uma vez eu ouvi o Tim Ferris naquele livro ”4 horas de Trabalho por Semana”, comprei-o há muitos anos em Inglês, não havia ainda em Português e ele diz lá que:

“Eu não quero ter um Ferrari, eu quero é conduzir um Ferrari. Não me importa se o tenho ou não, isso não me diz respeito, não me interessa, se eu tenho a propriedade dele ou não. Agora eu quero é poder andar nele quando eu quiser.”

Isto é um conceito muito interessante, tem a haver com o estilo de vida, tem a haver com o desfrutar das coisas, ok? E então o que a gente quer na realidade não é o dinheiro, o que a gente quer é o que o dinheiro nos proporciona.

E digo-vos o dinheiro proporciona-nos coisas espetaculares.

O dinheiro tem um valor incalculável, não é? E é nosso amigo, mas nós precisamos de ter bem consciente na nossa cabeça:

O porquê de querer o dinheiro. O que é que eu faço com isso?

E não é pagar dívidas e não é pagar contas. Não é isso, ok? Claro essas coisas todas fazem falta, não é? Mas não é aí que está a nossa realização pessoal.

E digo-vos quanto mais a gente se foca nas contas nas despesas e isso tudo, pior! Porque a nossa emoção fica agarrada aquilo que nos falta, fica agarrada a coisas, a lastro. É lastro.

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Então a gente tem que se focar nas coisas que nós queremos. Esquecer isso, porque isso vamos resolvê-lo e focar naquilo que nós realmente queremos.

  • O que é que eu quero fazer da minha vida?
  • Como é que eu quero ter um impacto positivo noutras pessoas?
  • Em que pessoas é que eu quero ter um impacto positivo? De que forma é que eu quero ter esse impacto positivo?

E é muito curioso muitas pessoas do nosso meio, do multinível, do Internet marketing, e também aqui, quando nós estamos a falar acerca de assuntos de blog e assim, há mais ou menos sempre duas coisas. Há dois assuntos: ou se fala sobre o negócio ou se fala de desenvolvimento pessoal. Está bem são dois assuntos interessantes, ok? Mas, não tem que ser isso, não tem que ser negócio, nem tem que ser desenvolvimento pessoal.

Eu acho que desenvolvimento pessoal está em todo lado. E então se eu for falar sobre atividade física, sobre exercício físico, porque imagina sou um personal trainer. Está aí muito desenvolvimento pessoal, ok? Muitíssimo desenvolvimento pessoal. Se eu estou a falar sobre hábitos alimentares, e dietas, e saúde pelos alimentos, ou o que for. Ouve, há aí muito desenvolvimento pessoal a falar. Se eu estiver a falar sobre as famílias, sobre as questões entre pais e filhos, entre criar uma família, e as crianças, nesse contexto familiar… Imagina que isso é uma coisa que me apaixona e eu quero falar sobre isso. Tem muito desenvolvimento pessoal aí no meio, não é? Muitíssimo.

Então nós podemos sempre falar de desenvolvimento pessoal não importa qual é o assunto, não é? Há sempre! Isso é um tema recorrente em todas as actividades do mundo, desde a religião até ao desporto e à culinária, e aos tempos-livres, às relações humanas. Tudo! Tudo, incluindo hobbies, todo o tipo de hobbies, todo o tipo de negócios, todos têm uma componente muito forte de desenvolvimento pessoal.

Então, se alguém gosta de desenvolvimento pessoal, não tem problema nenhum, não conheço nenhum tema, nenhum assunto que seja tão abrangente quanto esse. Serve em todos os nichos, serve em todo lado, não é? Portanto isso pode-se usar sempre, mas além disso podemos falar e devemos falar sobre as coisas que nos apaixonam, ok?

Então esse é o primeiro ponto. O ponto do acordar o gigante, não é?

O segundo ponto tem haver com a forma como nós fazemos isso. Temos o vídeo, temos o blog… Imagina quando eu falo de blog, falo vídeo, falo de áudio, falo de powerpoints, falo de imagens, falo de textos, porque tudo isto a gente põe no blog, não é? E então é um formato muito abrangente.

Mas quando a gente já tem o nosso gigante, eu gosto disto, eu vou falar sobre isto, depois o teu blog tem que ter uma certa estrutura. Tem que estar integrado dentro de um sistema de marketing, para produzir resultados.

Portanto, alguém tem ideia de quantas centenas de milhares de blogs que existem na blogosféra, que não dão um cêntimo às pessoas que os têm?

E falo só daqueles que realmente gostariam de ganhar dinheiro com isso, ok? O Blogspot está cheio de blogs grátis, que não servem para nada. O WordPress.com está cheio de blogs desses. É grátis, não servem para nada. O Sapo aqui em Portugal pelo menos, está cheio disso, cheio de blogs desses. Não é que não sirvam para nada, não servem para pôr as pessoas num ponto em que elas realmente realizem os seus sonhos e os seus objectivos. A não ser o sonho e o objetivo de pôr coisas num blog.

Há pessoas que não querem mais nada a não ser pôr coisas no blog, escrever no blog. E depois se alguém vê ou não vê é mais ou menos irrelevante, não é? Eu acho que não é bem assim.

Eu acho que toda a gente gosta de ter uma audiência, mas como eles não sabem fazer, como também não ganham dinheiro com aquilo, fica difícil estar a tirar dinheiro do bolso para promoverem, para investirem em promoção e para investir em ferramentas. Então acabam por não o fazer. E então há biliões de blogs na Internet que não servem para nada para os seus respetivos donos.

E digo-vos uma coisa, só no Blogspot, no Sapo e no WordPress.com nós temos um nicho de mercado que é uma coisa gigantesca, que é o mercado dos bloggers amadores. Os bloggers amadores, por exemplo, só estou a dar um exemplo. Há bloggers profissionais, e há bloggers amadores.

Os bloggers amadores são aqueles que têm uma paixão por alguma coisa, senão não tinham o blog. Então o primeiro ponto eles já têm. Eles são apaixonados por alguma coisa, gostam de literatura, gostam de moda, gostam de música, gostam de artes plásticas, gostam do que for, porquê?

Escrevem no blog! E não ganham nada com isso! Essas já são pessoas apaixonadas. É um nicho para nós, é um nicho espetacular para nós podermos mostrar que neste tema: ganhar dinheiro com a tua paixão; eles já têm a paixão só falta a parte do ganhar dinheiro e nós podemos ajuda-los a fazer isso.

A converter essa paixão que eles já têm, o ato de escrever no blog que eles já têm, e converter isso, trazer isso para dentro de uma máquina que realmente converte e realmente lhes dê dinheiro a ganhar, ok?

Com o dinheiro… Não vem só o dinheiro, vem uma comunidade. Quantos desses bloggers estão completamente isolados e sozinhos, não é? Então faz parte a gente pertencer a uma comunidade, nós podermos trocar ideias com outras pessoas faz parte. E muitas dessas pessoas apreciam muito isso, só que não têm. E quando tentam criar comunidades assim um bocadinho “adoc”, depois é um bocadinho limitada, porque eles realmente estão todos muito independentes, não é?

E nós temos aí a possibilidade de ter uma intervenção muito grande. Então este é um nicho muito interessante, não é?

Assim à partida que estamos a falar de blogs. Mas aquilo que nós temos que fazer é estruturar o nosso blog de uma certa forma, dentro de um contexto, ok?

A estrutura de um Blog para gerar contactos e influência

Então toma nota, que eu vou te dizer algumas coisas que é preciso ter na estrutura do blog para gerar contactos e gerar influência:

Então precisas de ter banners. Banners para quê? Para páginas de captura tuas, em que tu tenhas uma oferta para dar às pessoas desse nicho, que lhes ensine alguma coisa que tenha a haver com aquilo que eles procuram.

Vou dar um exemplo, imagina: eu tenho um primo que é pescador, ele adora pesca, e noutro dia falava comigo – Isto por acaso não é verdade, mas podia ser – Falava comigo e dizia-me assim: “Olha ó Rui eu… eu pá gostava de comprar um barco para poder ir pescar com os meus amigos. Épa tenho alugado um barco mas aquilo não é assim muito interessante, eu gostava de ter um.”

E isto é muito interessante porque ele de repente fica sensível à questão do dinheiro, do dinheiro para poder comprar o barco.

E quando tu falas com uma pessoa assim que ele pode financiar a sua paixão com a sua paixão, partilhando conteúdos na Internet pode atrair pessoas que lhe deem dinheiro a ganhar para ele se poder financiar, isso só por si é um conceito espetacular em qualquer hobby. Em qualquer hobby.

E não estou a falar de fazer um negócio da Empower Network, não estou a falar disso, estou a falar de aprender como é que se põe um blog a funcionar para gerar rendimento.

Por exemplo para ter uma lista, por exemplo, para depois fazer vendas às pessoas dessa lista. Óbvio que nós falamos acerca da Empower Network, mas não tem que ser sobre isso, qualquer coisa serve. Qualquer nicho de negócio funciona, ok? Desde que a gente conheça o modelo. Então no blog, é preciso ter banners que ofereçam algum conteúdo que as pessoas que visitam o nosso blog apreciem.

É aí que nós vamos gerar contactos!

Nos próprios artigos, os artigos também devem estar feitos de uma certa forma:

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Devem ter um titulo bastante explicativo do que é que o artigo fala, com as palavras-chave.

Se eu no artigo falar sobre… sei lá: o meu primo comprou um barco com o dinheiro que ganhou no blog, ok? Imagina. Então eu posso pôr isso: “Como comprar um barco de pesca com o dinheiro que ganhou num blog sobre pesca.”  Então posso falar sobre isso, então falo de comprar o barco, falo de ganhar o dinheiro, falo do blog, posso pôr logo uma série de palavras-chave no título.

Depois uma foto obviamente representativa do que é. Atenção escolham fotos boas, de boa qualidade, limpas… com uma imagem clara, limpa e sugestiva.

E depois alguns truques simples em relação ao conteúdo. Atenção que isto é importante. O que eu vou dizer são indicações, não tem que ser sempre assim, mas fazer isto por sistema ajuda, ok?

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Por exemplo o primeiro parágrafo deve conter as palavras-chave, não é? Nós queremos, o nosso assunto neste caso, neste exemplo é “comprar um barco de pesca com o dinheiro do blog” ou ”com o dinheiro ganho com o blog” então podes pôr isso.

Podes fazer um primeiro parágrafo com: uma pergunta, e com a palavra-chave e com um link. 3 coisas no primeiro parágrafo, aliás 4, porque tem que ter um corpo grande, letras grandes (não quer dizer maiúsculas, quer dizer o corpo se calhar h3 ou h2, conforme o que for o vosso tema). Letras grandes como se fosse um título, que inclua um link, uma pergunta e as palavras-chave.

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Neste exemplo que eu estou aqui a usar, por exemplo: “Se és pescador, já imaginaste como seria poder financiar a compra do teu barco de recreio, desportivo, ou de pesca desportiva com o dinheiro que tu ganhas num blog como este?” Ou “Não seria interessante…” Ou “Como é que tu te sentirias se tivesses um blog em que tu falasses sobre pesca, e com esse blog ganhasses dinheiro suficiente para poder alimentar o teu hobby?” E ponto de interrogação.

Então se vocês repararem esta abertura cria logo uma dinâmica muito grande com a pessoa.

Se reparares, se usares uma pergunta e usares palavras que provoquem recordações ou provoquem sentimentos, melhor, não é? Como agora o exemplo que eu dei: “Já pensaste no bom, no espetacular que seria se tu pudesses financiar o teu barco de pesca com o dinheiro que ganhas num blog?” E se a pessoa é pescadora e se gostar de ter um barco de repente ficou assim: “Épa isso é uma coisa espetacular!” E emocionalmente a pessoa aderiu, fizeste a pessoa se sentir bem, ok?

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Passaste uma visão à pessoa, isso é que se chama passar a visão.

Puseste a pessoa a ver coisas no futuro dela que ainda não existem, ok?

Isso é muito forte, aliás em todo o artigo, mas no primeiro parágrafo é muito interessante.

Letras grandes, ok? Não é maiúsculas, é letras de um tamanho grande. Um link, para uma página de captura ou para um outro artigo no blog. Uma pergunta. As palavras-chave. Voilá.

E de preferência que esta pergunta se conecte de alguma forma emocionalmente com a pessoa, não é? Que a faça recordar. “Lembras-te quando acontecia isto e isto e isto…”, ‘‘Sentias-te tão mal… Não te sentias mal quando acontecia assim e assim e assim…”,Então e se acontece-se assado não te sentias espetacular?” Então quando fazes referências a sentimentos e emoções é muito forte, ok?

E esta é uma forma muito boa de iniciar um artigo no blog. Uma forma espetacular.

Nem todos os artigos têm que começar assim, mas é um modelo muito interessante, funciona bem. Ok?

E então, e um link? Porquê um link aí? Há muitas pessoas que leem o título, leem o primeiro parágrafo e na realidade não é bem, bem, bem para elas, ok? Não se querem dar ao trabalho de ler o resto.

Imagina não sou pescador, não quero comprar um barco, ficava logo por ali, não é? Mas por exemplo imagina que no primeiro parágrafo tinha lá: “Não seria interessante realizar o teu sonho de comprar um barco de pesca com dinheiro do teu blog?” Mas a expressão ”realizar o teu sonho” estava sublinhada com um link e ia dar um artigo, por exemplo, que falava de realização de sonhos. E se eu tenho um sonho, vamos imaginar que o meu sonho era viajar, eu cai num artigo que fala de pesca e vejo aquele primeiro parágrafo que fala de realizar o teu sonho… Epá a pesca não me interessa, mas realizar o sonho interessa.

E então apesar de não estar interessado propriamente naquele artigo, posso clicar ali e viajar no blog para outra parte do blog, onde eu vou encontrar o que me diz respeito mais especialmente a mim.

Então nós vamos aí buscar uma parte do tráfego que se iria embora, pelo facto de termos um link aí nessa posição, ok?

Pronto, então por isso é que recomendo ter um link logo no primeiro parágrafo. Essa é a razão.

Depois mais ou menos a cada 350 a 400 palavras colocar uma imagem. Recomendo artigos longos. Longos quer dizer… no mínimo 800, 1000 palavras. Não é preciso ter esse tamanho, não é preciso, mas se tiver melhor, ok? Se tiver 100 palavras também não é mau, se tiver duas também não é mau. É melhor estar alguma coisa do que não estar nada. Mas se tiver mais melhor, ok? E pôr uma foto mais ou menos a cada 350/400 palavras.

Também é boa ideia colocar um link mais ou menos em cada ecrã. Os formatos dos ecrãs são todos mais ou menos semelhantes, em termos de quantas linhas tem.  Nos telefones é diferente porque tem letras muito grandes e então podemos passar uns dois ecrãs sem ter link nenhum, mas no computador é mais fácil a gente ver isso.

Então mais ou menos cada vez que a pessoa passa um ecrã, se tiver a desaparecer um link dentro do texto, (que nós pomos links dentro do texto) deve estar a aparecer outro, mais ou menos. Porquê? Porque em qualquer momento aquela pessoa encontra uma frase ou uma expressão que lhe chama atenção, clica lá e vai navegar para outro artigo ou vai navegar para a nossa página de captura e nós aí geramos mais contactos.

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Isto é muito importante para nós mantermos as pessoas dentro do nosso blog, a navegarem dentro do nosso blog, a “sofrerem” a nossa influência.

“Sofrerem” entre aspas, não é? A gente espera que eles não sofram, esperamos que a experiência seja boa e seja positiva.

Mas eu estou a falar somente do formato, se vocês repararem nem estou a falar do conteúdo. Pôr lá o quê? Nem estou a falar disso ainda, mas estou a falar do formato. Então isto é um formato importante, depois ao longo do artigo podem pôr banners com links para páginas de captura que tenham a ver com o público que a gente tem ali, ou que tenham a haver com alguma coisa para onde a gente queira transportar as pessoas.

Por exemplo: “Ganhar dinheiro a partir de casa”; por exemplo: “Rendimento extra” “oportunidade de negócio”; tudo isto é interessante. Nós podemos pôr publicidade deste tipo de coisas no meio do nosso artigo de caça e pesca. Não faz mal nenhum. Porque qualquer pessoa de qualquer nicho pode ter interesse em saber como é que pode ganhar dinheiro a partir de casa. Estão a ver? Não tem mal nenhum. Mas se conectares, se tiveres alguma página de captura ou um anúncio que tenha a haver com o assunto daquele artigo ou com o assunto do teu blog, melhor.

Por exemplo eu gosto muito da ideia do blogar sobre a tua paixão, não é? Aproveitar o que tu já sabes para ganhar dinheiro com isso, este conceito. Então se tu promoveres, se fizeres um funil com este conceito, com esta ideia, serve para todos os blogs porque, em todos os blogs, qualquer pessoa que escreva sobre seja qual for o assunto, pode pôr, fazer um funil em que fala de capitalizar e monetizar a sua paixão.

Então é boa ideia pôr os pop ups, pôr os banners ao longo do artigo, pôr links de texto no meio dos artigos, pôr legendas nos banners, é muito interessante as legendas nos banners. Às vezes a gente põe só ali um banner no meio que não tem haver com nada, estamos a interromper a leitura para chamar, para pôr uma coisa fora do contexto, então se tu puseres uma legendazinha no banner e se na legenda puderes fazer uma ligação entre o conteúdo que está no banner e o que tu estás a falar no texto, é melhor, ok? Não parece tão estranho aquele banner estar ali.

Temos que ser inteligentes a fazer isso, para a pessoa quando está a ler o nosso artigo, ter a melhor experiência possível.

Ver o pop up, ou ver a nossa publicidade, ou ver um banner, isso não ser uma má experiência, não se transformar numa má experiência. Aquilo que nós não queremos é que as pessoas vão ao nosso blog e tenham uma má experiência, se a gente insistir muito.

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Por exemplo, eu já vi artigos, já vi blogs que só falam de vendas. Vender, vender, vender, vender, vender, vender, clica aqui, compra isto, faz aquilo, vai a tal sitio e na verdade não estão a dar conteúdo nenhum, não estão a ensinar nada a ninguém, não é?

Epá isso é um bocadinho estranho não é?

As pessoas não se sente ali bem, e como não se sentem ali bem então acabam por ir embora, vão embora e nós não queremos isso. Nós queremos envolver as pessoas no nosso meio, queremos que elas se aproximem de nós e que apreciem o que nós temos para dizer.

Isto não é nada difícil, mas lá está, tem um formato, tem um modelo. Assim se tu tiveres coisas para dizer fica fácil seguir este modelo e poderes rapidamente a trazer tráfego para o teu blog, por exemplo através do Facebook.

É muito fácil tu teres ali 50 ou 60 pessoas por dia a lerem o teu blog. Muito fácil.

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É muito fácil começares a gerar meia dúzia de contactos por dia ali no teu blog. Muito fácil, ok?

É tudo um processo. Seja para que negócio for, obviamente que para o nosso negócio aqui da Empower também. Mas, como nós também falamos para as pessoas de fora: isto serve para qualquer negócio. E na verdade serve, ok?

Na verdade, assim que tenhas um modelo desenhado, como o modelo que eu acabei de explicar com base no blog, com base no conteúdo, isto pode ser utilizado para qualquer coisa.

Então pessoal… Deixa ver que horas são… Estamos quase a terminar.

Hoje quis fazer este pequeno exercício em relação ao blog, em relação à parte do formato do blog porque eu espero que toda a gente comece a blogar, se já não bloga ainda, que comece a blogar, a escrever artigos no blog longos com bom conteúdo, a expressar aquilo que tu já sabes, isto é que é a parte importante.

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A expressar a tua opinião sobre as coisas. O assunto é: “Acordar o gigante adormecido”, ok? Isto é vital, é vital.

Tu tens uma experiência de vida, tu passaste por não sei quantas coisas, tu superaste não sei quantas dificuldades, tu aprendeste montes de coisas, tu observas o mundo, tu tens uma opinião acerca do que acontece à tua volta e tu podes expressar essa tua opinião.

E quando estás a fazer isso tem em mente, sempre, os teus leitores. Quem são as pessoas a quem tu te estás a dirigir? Tu precisas de saber quem são essas pessoas, o que é que elas precisam? Como é que tu as podes apoiar? A informação que lhes estás a dar, quanto é útil para elas?

E põe recursos no blog, põe lá recursos com fartura. Podes pôr acesso a PDFs, podes pôr links para comprarem um livro, para ir ver um vídeo, para, claro, subscreverem a páginas de captura, e verem mais informação sobre qualquer coisa.

Então podes reunir recursos no teu blog acerca do teu assunto, que é uma coisa espetacular.

Sei lá… Um blog sobre artes marciais pode ter um calendário de actividades das as associações, sei lá, daquilo que existir de artes marciais. Pode ter uma lista para a pessoa subscrever a exercícios de treino, sei lá… Qualquer coisa.

O importante é que a ponte é sempre a mesma. É: “Eu falo sobre aquilo que eu gosto e ganho dinheiro fazendo aquilo que eu gosto. O meu blog financia a minha vida. E eu posso fazer aquilo que eu gosto.” Esse é o assunto, porque depois mostras, as pessoas que se aproximam de ti também gostam das mesmas coisas, podem perceber, e a ideia é fazeres entender que eles podem usar o mesmo sistema que tu tens.

Eu gosto da palavra sistema inteligente.

É inteligente, quer dizer que adapta-se às circunstâncias, não é uma coisa fixa, que tem que ser igual para todos, ou seja, estúpido, uma coisa que está feita e não lê o que está à sua volta. Não é isso, o nosso sistema é inteligente, porquê? Porque é maleável, é adaptável às circunstâncias de cada um.

As pessoas não o sabem fazer, mas nós sabemos e é aí que nós podemos ajudá-las.

  • Como é que tu vais transformar o teu negócio, o negócio que tu já tens seja ele qual for;
  • ou como é que vais transformar o teu hobby seja ele qual for;
  • ou como é que vais ter um part-time para somares ao emprego que já tens para ter mais um rendimento extra;
  • como é que tu podes criar esta coisa na Internet a partir de um blog.

Porque é que nós dizemos “a partir de um blog”? Porque nós vendemos o blog. E o blog é na verdade a ferramenta que eu conheço para termos este tipo de impacto, este tipo de efeito, ok?

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É muito interessante, eu gosto muito disso, eu partilho a minha opinião sobre esse assunto muitas vezes. Porque eu acho que isto é importante, não é?

Agora, é difícil de fazer? Não, não é mais difícil escrever um artigo num blog, do que escrever um texto no Facebook para gerar tráfego para uma página de captura, por exemplo. Não é mais difícil. O texto invés de estar no Facebook, pode estar no blog, não é? E assim estamos a gerar tráfego para o nosso blog.

Quando nós estamos a gerar tráfego para o nosso blog eu recomendo com certeza, tráfego pago, ok? Precisamos de ter um orçamento o maior possível, mas podemos ter um orçamento pequeno, conforme a bolsa de cada um e os objectivos de cada um, mas como temos tráfego para o nosso blog, seja pago ou grátis, acontecem coisas muito interessantes.

O Conteúdo É Rei, Distribuição é a Rainha... e Ela é que Usa as Calças

Esse dinheiro que nós “gastamos”, entre aspas, para o nosso blog é utilizado muitas vezes, porque vais ajudar a crescer uma audiência no Facebook, aumentar o nosso impacto no Facebook. O Facebook vai gostar muito de nós, vai mostrar o nosso conteúdo cada vez mais pessoas, depois pomos lá o dinheiro, imagina e vais gerar tráfego para o nosso blog, o Google começa a adorar o nosso blog.

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Eu tenho uma medidazinha para ver a autoridade dos domínios. O meu, o domínio do meu blog, há um mês atrás estava em 14. A autoridade do meu blog: 14 em 100, ok? Claro eu também aprendo, não é? Eu sei escrever, escrevo muito, mas não sabia nada o que eu estava a fazer, limitava-me a escrever muito, que é aquilo que fazem a maior parte dos bloggers amadores que existem aí, até eu aprender estas coisas que vos estou a ensinar agora. E a autoridade do meu blog passou de 14 para 22, atualmente tem 22. E desde Terça-feira na semana passada passou para 20, esta semana passou para 22. Portanto dois pontos numa semana, eu penso que vai crescendo, e crescendo, e crescendo, e que vai ser um domínio de cada vez mais autoridade. Quanto mais autoridade tem, isso é gerado pelo tráfego e a interação que as pessoas têm no blog.

Portanto é um efeito secundário do nosso investimento em publicidade para o blog. O blog otimizado para gerar contactos, gera contactos… Atrai as pessoas, as pessoas comentam, nós podemos interagir com as pessoas quando elas comentam.

Quando alguém comenta no blog é um contacto super qualificado. A pessoa deu-se ao trabalho de escrever no blog, colocou lá a sua opinião, o que é que nós fazemos? Naturalmente respondemos ao comentário, sempre. E é bom responder ao comentário fazendo uma pergunta, que é para a pessoa continuar a conversa. Nós fazemos ali uma conversa, quanto mais comentários o artigo tiver melhor.

E nós ficamos com o email da pessoa, (que ela pôs o email para ela poder comentar) e mandamos um email privado para essa pessoa. Não vamos pôr na nossa lista, atenção, ela não subscreveu à nossa lista, do aweber ou do auto-responder. Não, não. Mas podemos lhe enviar um email privado, por exemplo a dizer: “Eu adorei o teu comentário, obrigado por teres comentado. Eu gostava de trocar umas impressões contigo sobre esse assunto a nível pessoal, será que podemos falar no skype? Eu gostava de te fazer algumas perguntas.” Ou então: “Estou a fazer uma matéria, estou a escrever um artigo sobre esse assunto, eu gostava de ter a tua opinião para integrar nesse artigo, tipo uma entrevista.” Por exemplo.

Então a pessoa fica toda contente, ela gosta do reconhecimento, adiciona-te no skype e tu começas a conversar com ela. Daí para a frente temos o Top Producer Formula que nos ajuda como fazer o fecho e falar com a pessoa, e pôr esse prospeto a inscrever-se.

Então os comentários no blog são uma forma espetacular de fazer negócio, ok?

Vale mais uma pessoa que comentou no blog do que, 10 ou 20 ou 30 contactos no Aweber, não é?

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Então tudo vale, tudo conta.

E então quando nós colocamos dinheiro para gerar tráfego para o nosso blog, na verdade nós estamos a tirar proveito do mesmo dinheiro de múltiplas vezes. Tiramos os contactos na mesma, mas estamos a tirar muito beneficio, estamos a construir alguma coisa: Amanhã o nosso blog fica melhor, a nossa página de Facebook é mais credível, o nosso marketing melhorou muito, a nossa credibilidade junto das pessoas da nossa lista melhorou muito, porque o nosso blog tem bom conteúdo e tem montes de gente a ver. E esse dinheiro nós gastávamos à mesma, por exemplo se mandássemos tráfego para uma página de captura, para gerar contactos, ok?

E que está fantástico, não digo para não fazer, façam sim. Não tem mal nenhum, mas nós podemos fazer as duas coisas. E depois cada um pode medir o que é que funciona melhor para si. É sempre assim, nós somos marketers e falar de cor é uma coisa, medir é outra, ok? Então podemos decidir qual é a direção que nós queremos ir, e em todas as direções, mas cada um pode decidir como é que quer fazer para produzir o máximo de resultados para si próprio.

Então pessoal, terminámos a nossa reuniãozinha de hoje.

Hoje quis que fosse uma coisa assim um bocadinho prática, mas vou fazer um resumo muito rápido, ok?

Falei de coisas práticas em relação ao blog, como estruturar o blog, dicas para melhorar o blog para poder teres mais resultados com ele, e em relação à parte do conteúdo, escrever o quê?

O importante é isto: escreve sobre aquilo que tu queres, as coisas que tu gostas, aquelas coisas que se tu não ganhasses dinheiro nenhum, tu farias à mesma. O valor que já tens.

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Procura… Encontra petróleo. Eu gosto dessa expressão do petróleo, usei num ebook há muitos anos. Encontra o petróleo que tu já tens, o valor está lá escondido, tu já sabes. As coisas que tu gostas muito e as coisas a que tu te dedicaste muito tempo porque gostavas, isso são as coisas que tu precisas de recuperar.

Precisas de te conectar com as pessoas desse ramo, e é ai que tu tens o teu campo de acção. O teu principal campo de acção é as pessoas que são parecidas contigo, que têm gostos parecidos com os teus. Aí é que está o teu principal campo de acção, e nesse campo não há concorrência.

Há um tempo atrás uma pessoa dizia-me: “Epá isso era bom era no principio” o negócio nosso  da Empower “era bom no principio porque não havia muita gente, agora há muita gente!” Claro, só não é bom se a pessoa não fizer as coisas como deve de ser e como deve de ser é: como qualquer negócio, ter algo para dar, para pôr no mercado.

Se eu tiver uma sapataria ao lado de 50 sapatarias, e a minha sapataria não for em nada melhor que as outras é assim um bocadinho à toa, não é? Havendo clientes que cheguem, os clientes enchem as sapatarias todas. Isto chega para todos, mas não significa que nós não possamos ter uma presença melhor, não é? E a gente se possa diferenciar de alguma maneira, não é? E a forma que a gente tem de se diferenciar, a melhor de todas é colocando no nosso blog no nosso mercado, naquilo que nós somos bons, naquilo que nós já sabemos.

Isso é o mais importante, esse gigante adormecido, ok?

E o blog, o blog é… é uma força da natureza que está escondida.

Não se dá muito valor ainda ao blog, em termos do negócio, não é? A não ser os bloggers profissionais, trabalham desalmadamente e sabem que se ganha dinheiro com o blog. Mas a maioria das pessoas não têm ideia, não têm a noção de que pode ganhar dinheiro com um blog. E as empresas e os empresários, e os empreendedores não têm ideia nenhuma que podem ganhar dinheiro com um blog.

Aliás, a única maneira de ganhar dinheiro na Internet é com blog na minha opinião, ok?

Deem as voltas que derem, acaba sempre por ir dar ao blog porque a gente tem que ter sempre um centro de comunicação com a nossa audiência. E o melhor centro de comunicação que existe é um blog.

Então pessoal, obrigado por tudo.

Trabalho de casa, ok?

O call to action da reunião de hoje é este, faz este exercício, respira fundo e escreve:

  • Qual é a minha paixão?
  • O que é que eu faria se não ganhasse dinheiro nenhum, se não precisar de ganhar dinheiro?
  • Como é que eu vejo o meu futuro a fazer o quê? Com quem? Como?

As respostas a estas perguntas são aquelas que dizem a tua missão. O que é tu estás aqui a fazer? E porquê? E isso, isso é que vai para o teu blog, não te preocupes com as vendas nem com os contactos, nem nada disso, porque isso são coisas técnicas. Há medida que o tempo vai passando vais aprendendo: mais um link aqui, mais um banner acolá e isso faz-se e resolve-se. Isso são coisas técnicas.

Atrai as pessoas, atrai o tráfego para o blog, que o blog funciona, ok? As coisas técnicas aprendem-se rápido e tudo se mexe. Experimentas assim, experimentas assado, fazes uma página de captura… é um processo como qualquer outro. Portanto temos que ir fazendo experiências a ver o que é que funciona, mas é um processo que tu dominas facilmente porque em termos técnicos é fácil.

Então dedica-te a isso, é uma coisa muito boa, é muito gratificante… muito gratificante.

Tem os seus processos, tem as suas coisas, mas tu sentes que estás a ser útil para as pessoas quando elas se aproximam de ti e depois quando recebes mensagens, (ás vezes montes de mensagens) a dizerem que os teus artigos mudaram a vida desta pessoa, ou a agradecerem-te porque nunca tinham pensado nas coisas dessa maneira, epá tu sentes que estás a ter um impacto muito grande na vida de muitas pessoas.

Obviamente daí vem muito dinheiro, se a estrutura de monetização estiver montada, ok?

Então vá fica bem, obrigado por estares aqui. Um bom fim de semana, um bom domingo e parabéns por estares aqui nesta sala.

Por: Rui Gabriel

 

 

 


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